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Cunhada fazendo chantagens

Publicado em 23/04/2021 por Julio

Cunhada fazendo chantagens

Olá a todos, meu nome é Júlio, tenho 26 anos

Durante os primeiros meses de namoro não saímos dos beijos e abraços. Um dia fomos à uma festa e quando retornamos à casa dela, por volta da meia-noite, estava caindo uma chuva muito forte. Dessa forma eu sugeri ficarmos no carro mais um pouco, próximos à sua casa.
Começamos a nos beijar e nos abraçar e logo o clima começou a esquentar. Ela parecia estar muito excitada, subindo em cima de mim, toda cheia de vontade.

– Sabia que ontem eu perdi minha virgindade? – disse ela me beijando e sorrindo.

– O quê?!?? – meus olhos arregalaram ao ouvir aquilo e me afastei dela imediatamente.

– Seu bobo! Eu não te traí! Foi com o vibrador da minha tia – disse ela, começando a me explicar como ela estava mexendo nas coisas da tia dela e encontrou um pequeno vibrador de vidro. Me contou em detalhes como ela ficou tentando enfiá-lo em sua bocetinha apertadinha até seu hímen romper.

– E eu pensava o tempo todo em você! Imaginando seu pau gostoso! – disse ela colocando a mão na minha pica, por cima da minha calça.
Meu deus! Ela estava irreconhecível. Nunca tinha me tocado daquela forma nem permitido que eu a tocasse.
– Hummm! E você quer ver minha pica hoje? – perguntei a ela.
– Eu quero! Mas é só ver mesmo, tá? Mesmo não sendo mais virgem eu não quero transar antes dos 18 anos – disse ela me dando um beijo apaixonado.

Abri minha calça e tirei meu pau para fora. Ela olhou curiosa e o tocou levemente, com as pontas dos dedos.
– Nossa!!! É grande, amor! Uma menina na minha idade aguenta isso? – perguntou ela tomando coragem e agarrando meu pênis com uma das mãos, começando a punhetar lentamente. Meu tesão foi às alturas. Eu nem acreditava. Quantas punhetas eu já tinha batido pensando nela e agora, para minha surpresa, alguma coisa bacana estava realmente acontecendo.

– Aguenta sim, Natália! – respondi – É claro que na primeira vez o cara tem que ser muito cuidadoso para não machucar. Mas se você estiver bem lubrificada, não tem problema, sua boceta vai se abrir sozinha e se ajustar ao pau.
– Minha boceta?? Você ficou louco! – disse ela rindo à vontade – Quem disse que eu vou deixar você enfiar isso em mim?

– Então deixa eu chupar seus peitinhos? – perguntei.
– Eu deixo se você deixar eu chupar seu pau – respondeu ela com a maior carinha de safada. Que loucura era aquilo! Minha namoradinha de 16 aninhos se revelando. E era tudo espontâneo. Não tínhamos bebido nada naquela noite.
Levei minhas mãos na sua blusa e a subi. Ela estava muito linda com seu sutiãzinho branco, guardando aqueles peitinhos pequenos e redondos. Com um gesto delicado ela colocou as mãos nas costas e soltou seu sutiã. Seus peitinhos saltaram e os beijei lentamente, mordiscando e chupando os biquinhos durinhos.

Enquanto eu massageava seus seios a mão dela punhetava meu pau e buscava minha boca com a sua, me beijando com muita vontade mesmo. Aproveitei que ela estava só de sainha neste dia e abri suas pernas. Toquei suas coxas com umas das mãos, fiz uma leve massagem e subi, procurando sua bocetinha.
– Ohhhhhh! Faz isso não! – ela deixou escapar quando minha mão chegou até sua calcinha. Rocei gentilmente sua bocetinha por cima de sua calcinha e o corpinho dela tremeu de prazer. O fundo de sua calcinha já estava completamente molhado. Afastei sua calcinha para o lado e enfiei meu dedo em sua xoxotinha, bem fundo.

– Ahhhhhhhh! Devagar!!! – ela gemeu gostoso quando meu dedo tocou as paredes de sua bocetinha já molhadinha. Em questão de segundos ela me agarrou fortemente, mordendo minha orelha e se arrepiando toda.
Aproveitei o fato de que a chuva estava muito forte e resolvi ir um pouco mais. Posicionei ela de quatro no banco do passageiro, subi sua sainha e desci sua calcinha até seus joelhos.
– Nãoooooooo! Não quero transar não! – disse ela um pouco assustada.
– Não é isso, Natália! – disse eu tentando acalmá-la – Só vou chupar sua bocetinha um pouco! Pode?

Ela mal respondeu que sim e eu já estava com meu rosto enterrado em sua bundinha, chupando e me lambuzando naquela bocetinha pequenina e cheirosa. Ela gemia baixinho, toda empinadinha.
– Chupa!!! Chupa bem gostoso! – dizia ela enquanto eu percorria toda as regiões da sua prexequinha com minha lingua. Concentrei um dedo em seu grelhinho e enfiei outros dois na entrada de sua xoxotinha apertadinha. Comecei então a deslizar meus dedos dentro dela, bem rápido e cada vez mais fundo.

– Ohhhhhhh, amorrr! O que é isso!?!!?? – ela gemia descontrolada e começou a gozar, tremendo todo o seu corpo. Aquela cena me deixou em ponto de bala. Que vontade eu senti de meter nela ali mesmo, por trás. Mas me contive. Ela falou que não queria e eu iria respeitar.
– Quero gozar também, Natália! Veja como meu pau ficou! – eu disse a ela depois de beijá-la carinhosamente. Ela estava simplesmente linda, toda descabelada e um pouco tonta do orgasmo gostoso que tinha acabado de alcançar.

Senti as mãozinhas dela ao redor do meu cacete, punhetando lentamente, olhando pra mim e sorrindo. Finalmente criou coragem e começou a dar beijinhos na cabeça da minha piroca. Eu apenas assistia, curtindo aquela cena. Algumas vezes ela tentava enfiar na boca, engolia a cabeça da rôla e tirava da boca rapidamente, talvez com medo de engasgar ou eu gozar na boca dela.
– Isso!!! Isso!!! – gemi gostoso quando senti que ia gozar – ela punhetou mais rapidamente enquanto enfiei minha mão por debaixo da saia dela novamente. Sua calcinha ainda estava na altura de seus joelhos, permitindo que eu encontrasse sua bocetinha novamente e a massageasse.

– Tira sua calcinha!!! Rápido!! – pedi a ela, quase sem fôlego.
– O que?!? Tirar pra que?? – ela perguntou confusa.
– Tire e te explico! Rápido! – insisti.
Ela tirou a calcinha e me entregou. Enrolei a calcinha dela na cabeça do meu pau e ela rapidamente entendeu o recado. Punhetou meu pau mais uns segundos e meu esperma saiu em jatos. A calcinha dela na cabeça do meu pênis evitou respingos no carro, na roupa dela e na minha roupa.

– Tá, seu safado! Agora como que eu entro em casa sem calcinha? – disse ela rindo ao ver sua calcinha toda suja da minha pôrra.
– Pelo menos você não está com cheiro de esperma! – disse eu – Vista sua saia e entre normalmente. Sua mãe não vai desconfiar de nada. Pode deixar sua calcinha aqui no carro.
Ela se vestiu, arrumou o cabelo, ligou para a sua mãe e em segundos saiu correndo do meu carro, se molhando na chuva ainda forte, em direção ao portão já aberto. Liguei o carro e saí voando dali, consciente que não ia demorar muito pra eu comer a prexequinha daquela moreninha cheia de tesão.

Depois desse dia o nosso relacionamento ganhou uma nova cara. Não podíamos ficar sozinhos que a brincadeira recomeçava. Pega aqui, pega ali, mão no pau, dedos na boceta, boca nos peitinhos, boquetes no carro, chupadinha de boceta no quarto. Ela só não queria ser penetrada. Por mais que eu insistia ela negava com todas as suas forças. E assim fomos levando.

Um sábado houve uma festa na casa dela, com vários convidados. Percebi que os pais dela estavam bebendo demais. Era um bom sinal. Minha idéia era ficar na casa dela até o final da festa e dormir por lá mesmo, com ela, no quarto dela. Desta vez eu ia meter nela de qualquer jeito.
Meu único problema era a irmã dela, Carolina. Com 16 aninhos ela era um pé no saco e nos vigiava o tempo todo a pedido de seus pais. Mas esse dia ela estava toda animada com um menino da sua idade. Torci pra ela se cansar bastante e ir dormir logo.

Por volta de 01:00hs da manhã os convidados da festa foram se retirando, os pais dela, já muito cansados avisaram que já iam dormir. A irmã dela, Carolina, também já tinha saído de perto da gente. A Natália então avisou sua mãe que ficaria mais um pouco comigo na beira da piscina. Ficamos por lá sentados, conversando e namorando um pouco.
– Espere aí que vou lá dentro ver se estão todos dormindo! – disse minha namorada depois de algum tempo.
Ela disse isso e saiu para dentro da casa. Eu fiquei sentado aguardando e com uma ereção enorme começando a aparecer por cima da minha calça.

– Todo mundo dormindo, meu amor! Vamos aproveitar um pouco? – disse ela, voltando e se sentando ao meu lado.
– E sua irmã? – perguntei.
– Dormindo também. Acabei de passar no quarto dela. Aproveitei e vesti uma sainha! Veja! – disse ela girando o corpo e exibindo uma saia bem curtinha.
– Então vem cá que hoje você não me escapa! – falei sorrindo e puxando ela para o meu colo. No momento que ela sentou nas minhas pernas eu já comecei a passar as mãos na bundinha dela, e para minha surpresa, percebi que ela tinha voltado já sem calcinha. Aquela noite prometia muito.

Começamos então uma sessão de amassos e beijos. Dei uma olhada no quintal e encontrei um local um pouco mais escuro e longe da vista de quem estava dentro de casa. Peguei uma cadeira e a convidei para nos sentarmos lá. Ela concordou e fomos rapidamente. Voltamos a nos beijar e nos tocar como loucos. Até que não aguentei mais.
– Vem aqui! – disse a ela pegando seu braço e levando-a até um muro que ficava atrás da churrasqueira.
– O que você vai fazer? – perguntou ela um pouco indecisa.
– Você já vai saber – respondi.

Ela ficou de pé, de costas para mim e usando suas mãos para se apoiar no muro. Abri um pouco suas pernas e levantei sua saia até sua cintura.
– Empina bem sua bunda que quero chupar sua bocetinha por trás! – pedi a ela, me abaixando e beijando suas coxas e bumbum. Em seguida abri bem suas nádegas e lambi sua prexeca lentamente, tentando enfiar minha lingua o mais fundo possível em sua perereca.
– Ohhhhhhh! Isssoooooo! – ela gemeu baixinho quando comecei a lamber o cuzinho dela. Enquanto a lambia e chupava eu percebi que ela estava cada vez mais só nas pontas do pés, querendo se empinar cada vez mais. Fiquei louco com aquela visão.

Fiquei em pé novamente e a agarrei por trás, apertando seus peitinhos com minhas mãos. Beijei sua nuca e costas enquando abria minha calça e a descia, junto com minha cueca até a altura dos meus joelhos. Minha pica estava dura como uma barra de ferro. Ela continuava gemendo e se contorcendo e parecia não estar percebendo o que eu estava fazendo. Dei mais uma duas ou três lambidas no cuzinho dela e penetrei sua bocetinha com meus dedos.

– Ahhhh, amor! Mete esse dedo bem fundo, mete!! – ela gemia bem gostoso e rebolava seu corpinho gostoso.
Aproveitei que a bocetinha dela estava muito molhadinha e decidi que já era de deixar ela sentir meu pau dentro dela.
– Agora quero te comer, Natália! Não aguento mais!! – eu disse ficando em pé atrás dela. Segurei firme sua cintura e posicionei minha pica no meio de suas coxas. Rapidamente ela entendeu o que ia acontecer.

Senti sua mão trêmula segurar meu pau e encaixá-lo na entrada de sua bocetinha. Comecei a empurrar e meu pau entrou rasgando de tão apertadinha que ela estava.
– Aiiiii! Está doendo muito!!!! Tira! Tira!! – dizia ela tentando se livrar de mim.
– Espera! Espera! – eu falei segurando ela com mais força ainda, enquanto meu pau entrava um pouco mais.
– Não! Pára, Júlio!!!! Está me machucando! – e começou a chorar, em desespero.
Tirei meu pau lentamente de dentro dela e a abracei carinhosamente.

– Oh, meu amor – eu disse – Me desculpe! Não quis te machucar! É que eu estava com muito tesão.
– Puxa!!! Está muito grande, Júlio! – disse ela passando a mão na prexeca – Machucou minha bebezinha! Quero mais não!
Fiquei olhando pra ela, de pau duro e pensando se deveria insistir ou deixar ela bater um punheta pra mim. Ela percebeu minha cara de tristeza.
– Se eu deixar de novo você vai com mais calma? – perguntou.
– Sim, prometo! – respondi cheio de alegria.

Ela se apoiou no muro novamente e ficou bem empinada. Me abaixei novamente e chupei sua boceta e seu cuzinho, procurando deixar a maior quantidade de cuspe possível na entrada da xoxotinha dela. Em seguida me levantei e tentamos enfiar novamente. Dessa vez meu pau entrou mais facilmente, deslizando pra dentro daquela prexequinha apertadinha.
– Ohhhhhhh! Está me rasgandooo!!! – ela gemia – Goza logo!!!!
Segurei ela com força nos meus braços e meti com vontade mesmo. Logo sua bocetinha apertadinha foi se acostumando com minha pica, que deslizava bem gostoso para dentro e para fora.

– Goza, Júlio! Goza logo senão meu pai pode ouvir – gemia ela enquanto eu continuava castigando sua bocetinha com minha pica dura como rocha. Eu sabia que não podia gozar dentro da xoxotinha dela. Assim, depois de mais alguns segundos eu avisei que ia gozar. Tirei meu pau rapidamente e gozei fora, evitando que gotas do meu sêmen atingissem qualquer parte do seu corpo.
– Nossa senhora, Júlio! Eu sou muito pequena pra um trem desse tamanho! Não aguento não – dizia ela sorrindo e apertando minha pica, para ver se ainda saia algum resto de esperma.

Depois desse dia começamos a transar com mais frequência e ela foi se acostumando ao tamanho da minha pica. Muitas vezes ela até conseguia gozar enquanto eu metia nela. Qualquer oportunidade e a gente trepava mesmo, sem dó, como se o mundo fosse acabar. Um dia, porém, eu suspeitei que a irmã dela, Carolina, tinha visto a gente foder. Comecei a ficar mais atento ao jeito que ela nos olhava e ao seu comportamento. Muitas vezes ela fingia que ia para algum lugar e, quando eu já estava prestes a tirar a calcinha da Natália, ela aparecia de repente, rindo da gente.

Um dia os pais de minha namorada sairam para trabalhar e ela ficou em casa, com a sua irmã. Nesse dia a empregada não tinha aparecido. Imediatamente fui pra lá e começamos a assistir um filme, nós três. Pouco depois a Carolina avisou que ia na casa de uma amiga da escola e que voltaria logo. Tão logo ela saiu, eu e minha namorada já corremos para o quarto pra dar uma trepadinha básica. Transamos tanto que minha namorada caiu no sono. Como eu estava com muito sede, fui até a cozinha beber um pouco de água.

– Transaram muito? – levei um susto do caralho ao ver minha cunhadinha sentada na mesa, teclando no celular.
– Ué, Carolina! Você não tinha saído? – perguntei.
– Saí não, seu bobo! Fingi sair porque eu queria ver você comendo minha irmã de novo – respondeu ela – Aliás, eu dei a volta na casa e vi, pela janela, como vocês estavam transando gostoso.
Eu não estava acreditando. A Carolina nos observando! Eu estava perdido. Com certeza ela ia querer alguma coisa em troca do seu silêncio.

– Você sabia que eu fico muito excitada vendo vocês dois? – disse ela caminhando em minha direção.
– Olha, Carolina! Não brinca com essas coisas! Se seu pai e sua mãe souberem que eu transo com a Natália eles vão proibir ela de namorar comigo – eu disse me afastando dela.
– Tem uma condição – disse ela com um sorriso malicioso – Até agora eu apenas me masturbei vendo vocês dois transarem. Hoje eu quero essa pica também.
– Você ficou louca? Você tem apenas 15 anos! – respondi – Não meto em menina dessa idade de jeito nenhum.
– Seu bobo! Não quero transar não! Ainda são virgem – disse ela – Só quero chupar seu pau um pouquinho! Daqui a 10 minutos no banheiro do meu quarto! Vou deixar as portas só encostadas. Se você não aparecer eu conto tudo para o meu pai e minha mãe.

Bebi água preocupado e pensativo. Meu pau estava completamente mole da foda que eu tinha acabado de dar na Natália. Depois de alguns segundos me decidi e fui ao encontro da Carolina. O máximo que podia acontecer era meu pênis não reagir.
Entrei no quarto dela e passei direto para o banheiro. Meus olhos arregalaram quando a vi, completamente pelada, se olhando no espelho. Seu corpinho era perfeito, com uma cintura fina, bumbum empinadinho, pernas já ficando grossas e seus peitinhos já bem crescidos. Quando ela se virou pra mim, meus olhos foram diretamente para a bocetinha dela, pequena e com poucos pêlos.

Nem preciso dizer que minha pica ficou dura em um piscar de olhos. Ela se aproximou e colocou os braços ao redor do meu pescoço. Como eu era bem mais alto, ela puxou meu rosto gentilmente e me beijou com aquela boquinha linda e sensual. Foi um beijo molhado e apaixonado.
– Senta aqui! Vem! – ela pediu que eu me sentasse no vaso e logo se ajoelhou em um carpete, entre minhas pernas. Olhou para o meu pênis demoradamente, estudando ele.
– Nossa! De perto é bem maior! – disse sorrindo – Minha irmã aguenta tudo isso?
– Sim! Mas você não! Não adianta nem tentar! Só quando você crescer mais – disse eu com receio que ela me pedisse para fodê-la como condição para guardar nossa segredo.

Ela não falou nada. Só segurou e começou a beijar toda a extensão da minha pica. Ela parecia não ter nenhuma pressa e estava praticamente namorando meu pau. Encostava nos lábios, dava batidinhas com ele no seu rostinho e finalmente abriu a boca o máximo que pôde para encaixar a cabeça da minha rôla. Enquanto sugava a cabeça do meu pênis ela punhetava bem devagar e com muito carinho.
– Minha irmã deixa você gozar na boca dela? – perguntou me olhando com uma carinha de safada que fez meu sangue ferver.
– Nãoooo! Ela nunca deixou! – respondi entre gemidos.

– Pois eu deixo!!! Goza na minha boquinha, goza! Me dá leite quentinho! Estou com fome! – ela dizia sorrindo e chupando minha rôla, enquanto me punhetava cada vez mais rápido.
– Ohhhhh, Carolina!!!! Faz isso não!!! – gemi descontrolado quando percebi que ia gozar naquela boquinha quentinha.
Os olhos dela brilharam quando comecei a gozar, enchendo a boca dela com meu esperma. Ela tentou engolir e engasgou um pouco, correndo até a pia, onde encheu as mãos de água e levou até sua boca, bebendo junto com minha pôrra. Quando vi que estava tudo bem com ela nós começamos a rir bastante.

– Foi sua primeira chupada de pica, não foi? – perguntei a ela lavando meu pau na pia.
– Sim – disse sorrindo – Sempre tive vontade mas nunca tive coragem! Eu via nos filmes as mulheres chupando e depois engolindo e achei que seria fácil. Argh! Que nojo! Gruda na garganta!
Ela ria toda satisfeita e me prometeu que meu segredo e da sua irmã estava salvo por enquanto. Mas eu teria que fazer sexo oral com ela de vez em quanto. E foi isso que fiz. Durante muito tempo comi a Natália e fui chupado e chupei muito a Carolina. Um dia eu soube que um cara tinha tirado a virgindade da Carolina. Agradeci muito ao sujeito. A partir daí eu passei a ter duas bocetinhas novinhas à minha disposição.

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