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Clara

Publicado em 24/10/2023 por Fatpimp

Contos  eroticos Clara, em áudio.

Sentiram minha falta?

Mais um conto real pra vocês

Estava precisando perder peso, sempre gostei de correr, então achei melhor ir pra um parque que fica perto da minha casa. O parque é bem grande, tem muito espaço pra correr.

Peguei um caminho que leva aos campos de futebol, alternava corrida intensa e uma passada mais ritmada.

Já corria tinha uns 15 minutos, quando encontrei no caminho uma gordinha loirinha, muito apetitosa. Ela estava caminhando acelerado, quando seu pé escorregou no saibro seco e ela caiu feio. Fui ao seu encontro para ajudar.

– Moça, você está bem?

– Não, acho que torci meu tornozelo. Tá doendo muito.

Ajudei ela a levantar do chão e me ofereci para ir com ela até o hospital para tratar a torção.

– Só me ajuda a ir até a entrada do parque. Meu pai vem me buscar.

Fui com ela até a entrada do parque, fiquei lá fazendo companhia pra ela.

– Como é o teu nome?

– Eu me chamo Maxwell, Max pros mais íntimos. E você?

– Me chamo Clara, obrigada por me ajudar.

Clara era uma delícia. Loira, gordinha, uma bunda sensacional, peitinhos médios, perfeitos. Olhos verdes, parecia uma gata. Ficamos conversando, trocamos telefones e o pai dela chegou para buscá-la.

– Se cuida. Me mantém informado da tua melhora.

– Pode deixar, querido. A gente vai se falando.

Dias se passaram, Clara me enviou fotos do pé enfaixado. Passamos a conversar regularmente.

Algumas semanas depois, Clara já estava bem. O médico liberou ela para fazer caminhadas leves. Então, ela me mandou uma mensagem, me convidando para andar com ela.

– Bem que tu podia ir comigo, né?! Se alguma coisa acontecer, tu cuida de mim…

– Marca o horário, estarei lá.

Combinamos de voltar ao parque Saint’ Hilaire no sábado à tarde. Eu cheguei antes, Clara chegou logo depois. Vestindo um shortinho curto, com aquelas coxas gostosas de fora.

– Oi, meu querido… tu já chegou? Super pontual.

– Tu já tá bem pra andar?

– Tô ótima. Obrigado por se preocupar.

Saímos à caminhar pelo parque. Fomos pela mesma trilha onde ela caiu.

– Aquele dia atrapalhei teu jogging, né?! Me desculpa!

– Que nada. Foi até bom… a gente se conheceu…

– Verdade. Fiz um amigo grandão.

Paramos em um quiosque afastado para descansar e conversar um pouco.

– E tu, estava caminhando aqui aquele dia por qual motivo?

– Ai… nem te conto. Que ódio!

– Fala, minha linda. Desabafa.

– Tá bom. Fiz um ensaio sensual, queria agradar um guri de quem eu estava a fim. Quando mostrei pra ele, o babaca me esculachou. Disse que eu estava gorda e que nunca se envolveria com alguém assim. Me senti horrível.

– Esse cara com certeza é um babaca. Deve ser viado também.

– Tu quer ver as fotos. Tenho elas no meu celular. Olha e me diz o que tu acha…

Aceitei na hora. Eram fotos lindas, de extremo bom gosto. Clara estava perfeita nas fotos. Fiquei excitado vendo aquelas fotos, meu pau ficou duro na hora, um volume se formou entre minhas pernas, e Clara obviamente percebeu.

– Tu ficou de pau duro vendo as minhas fotos?

– Desculpa… tu tá muito gostosa nessas fotos.

Clara pôs a mão no meu pau por cima da bermuda, deu uma apertada e sentiu a dureza e a grossura da peça.

– Senta na mesa, grandão… vou te chupar bem gostosinho.

Sentei na mesa do quiosque, Clara puxou meu pau pela perna da bermuda, sentou na minha frente e meteu meu pau na boca sem pensar duas vezes. Era um boquete perfeito, paciente, ela saboreava o meu pau.

– Que pau gostoso tu tem. Sabia que tu ia gostar das minhas fotos.

Ela continuou me chupando. Eu já estava doido pra gozar.

– Meu Deus… eu vou gozar.

Clara acelerou as chupadas, o leite saiu a jato. Clara encheu a boquinha de leite. Abriu a boca me mostrando a porra em sua boca e engoliu tudinho.

– Que maravilha. Fazia tempo que eu não tomava uma porrinha. E a tua é uma delícia, grandão.

Clara tirou o shortinho, estava sem calcinha. Me mostrando sua xoxota gordinha e suada. Afundei meus cornos naquela bucetinha. Que buceta gostosa. Fiz ela gozar na minha boca várias vezes.

– Mete essa língua lá dentro… lá dentro… me come, grandão… que delícia…

Tirei a língua da buceta e lambi seu cuzinho. Clara soltou um gemido alto.

– Foder com homem de verdade é outro lance… tu quer comer o meu cuzinho?

– Quero!!

– Então come… eu deixo!!

Continuei lambendo o cuzinho dela. Deixei ele bem molhado. Clara ficou de ladinho na mesa e abriu as nádegas. Deixando o caminho livre pra mim.

– Me fode sem dó, grandão. Come o cu dessa gordinha safada.

Botei a cabeça da caralha na portinha do cu e fui entrando. O cuzinho dela era bem apertado, mas ela estava decidida em dar o cuzinho, abriu bem as nádegas e firmou o corpo, meu escorregou pra dentro dela.

– Entrou tudo… agora soca… soca tudo no meu cu!!

Atolei meu pau na bunda dela. Ela me provocava, dizendo pra socar com raiva, pra rasgar as pregas dela. Era uma puta safada.

– Eu nunca trepei assim, no meio do mato… tô com muito tesão, grandão!!

Tirei o pau do cu dela e Clara caiu de boca.

– Adoro sentir o gostinho do meu cu no pau do cara que tá me comendo.

Mamou meu pau até tirar o gostinho de cu. Me pediu pra deitar na mesa de novo, e sentou em mim, enterrando meu pau na buceta. Ela estava descontrolada. Quicava em cima de mim. A bucetinha gorda dela era perfeita. Apertada e molhadinha.

– Eu vou gozar, grandão… vou gozar nesse pauzão gostoso… faz a tua gordinha puta gozar… que delícia.

Ela gozou, levantou e foi chupar meu pau com gozo de buceta.

– Pauzão gostoso da porra… vem cá, mete em mim por trás. Come o meu bucetão!!

Clara ficou de 4 no banco e botou a rabeta pra cima, pronta pra levar pica. Meti com vontade naquela xereca gostosa. Fazendo Clara gozar intensamente.

– Que delícia isso tudo, grandão… fode a tua gordinha… goza em mim, goza no meu bucetão!!

– Eu vou gozar… vou gozar nesse bucetão molhado… aaaahhhhh!!!

E larguei o leite dentro da buceta dela. Clara estava realizada. Nos beijamos pela 1a vez. Foi maravilhoso.

Clara se vestiu, a porra que escorria da buceta dela manchou o shortinho.

– Tô nem aí, vou guardar esse shortinho como um troféu.

Voltamos pra entrada do parque. E ficamos esperando o pai dela vir buscá-la. Conversamos e combinamos de sermos “AMIGOS DE CAMA”, foi um acerto magnífico. Me rendeu várias fodas, que óbvio contarei tudo aquj pra vocês.

Espero que tenham gostado de mais uma história real.

Até mais!

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