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O DESCONHECIDO DA PRAÇA

Publicado em 04/08/2022 por o vingador

Final de tarde de Domingo, o calor estava insuportável, resolvi sair de casa para tentar me refrescar, vesti um short curto, uma camiseta regata e calcei o tênis e sai a pé mesmo sem rumo.

Era final de semana a cidade nesse horário tinha poucas pessoas nas ruas e praças.

De longe eu vi deitado no banco da praça um cara que me chamou à atenção, estava de bermudão cor cinza desbotado, tênis e meias soquete. desnudo da cintura pra cima.

Com uma mão segurando o cós da bermuda e o outro braço sobre o rosto que era coberto por uma camiseta branca, vim caminhando lentamente e admirando aquele corpo parrudo e peludo, no pulso esquerdo um relógio rólex dourado.

Minha boca salivava e meu tesão já crescia dentro do short só em vê-lo ali deitado e despreocupado de qualquer coisa, um peitoral largo e peludo era composto também por um abdômen trincado.

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Aproximei de onde ele estava e me sentei no banco em frente a ele.

Algo me diz que ele sentiu a minha presença ali, pois começou a se mover lentamente procurando ficar mais confortável no banco de madeira.

Tirou o braço e a camiseta sobre o rosto e pôs por traz da nuca, vi que ele era careca e barbudo.

Suas provocações deram inicio a um jogo erótico e sedutor.

Sua mão que anteriormente estava segurando o cós da bermuda foi para dentro da peça de roupa e vi quando ele puxou o pau para cima deixando livre para a minha visão os pentelhos negros que sobressaiam espessos.

Fiquei ali assistindo aquela exibição só para mim.

Ele trocou de braço pondo o que estava o relógio agora por traz da nuca, e a outra mão ele colocou dentro da bermuda e começou a se punhetar lentamente.

Meu pau começou a subir e logo ficou muito duro e melando a minha cueca, não resisti e levantei e fui para perto dele em um banco vizinho.

O safado sorriu ainda deitado, baixou as pernas e fez o pau pulsar sobre a bermuda, aquela insinuação foi como um chamado para mim,

Meu coração estava aos pulos, minha boca seca, meus lábios não parava de ser mordiscados por minha língua que desejava aquele pau.

De repente ele sentou-se e seus olhos verdes encontraram os meus, ele sorriu de um jeito safado e sem falar nada, só piscou pra mim.

Levantei do banco que eu estava e me sentei ao seu lado, e mais uma vez ele fez o pau pulsar.

Baixou um pouco mais o zíper da bermuda deixando bem visível os pentelhos e também a cabeça grande e rosada aparecer para o meu deleite, lambi os lábios e ele falou quase inaudível.

— Quer mamar?

Apenas afirmei a cabeça e ele subiu o zíper, fechou o botão e levantando-se dando uma espreguiçada gostosa, exibindo aquela perfeição de corpo másculo e viril.

Ele começou a andar e eu o segui, dobramos uma ruazinha que dava para um conjunto de casas e de repente ele parou, tirou do bolso da bermuda um molho de chaves, e abriu o portão de ferro.

Entrou e me deu passagem, assim que eu entrei, ele me agarrou pela cintura, subindo minha camiseta e apertando os meus mamilos endurecidos.

Gemi e empinei a bunda a procura do seu pau, o cara ficou me sarrando por algum tempo me fazendo sentir a ereção firme.

Sua boca barbuda lambia o lóbulo da minha orelha esquerda me fazendo arrepiar, suas mãos foram baixando o meu short e cueca e antes que eu dissesse alguma coisa, ele disse com a voz rouca de tesão.

— Agacha e mama. — O Obedeci, era grosso e grande mal cabia toda na minha boca, mas com muito esforço eu consegui engolir tudinho, e dei inicio a uma mamada gostosa.

Eu me segurava em suas coxas grossas e peludas, enquanto ele fodia minha boca sem forçar, minha boca salivava em abundância, enquanto ele gemia e apertava os meus mamilos me fazendo gemer.

Tirei o pau da boca e olhei pra ele que estava de olhos fechados fazendo beicinho de prazer mordiscando os lábios.

Aproveitei a situação e coloquei uma das bolas na boca, ele gemeu mais ainda e começou a acariciar meus cabelos com uma das mãos, enquanto a outra continuava a apertar um dos meus mamilos.

Passei para o outro testículo e ele falou.

—Volta a mamar que eu vou gozar agora…

E assim que coloquei na boca, senti o primeiro jato de porra quente indo direto para a minha garganta, os jatos seguintes escorreram pelo canto da minha boca me deixando melado, antes dele finalizar o seu orgasmo, senti o meu pau atingir o orgasmo sem eu ao menos tocá-lo.

Ele me ajudou a levantar, me deu uma toalha para me limpar e também limpar meu short e cueca.

Sem saber um o nome do outro, fui embora saciado.

Esta é uma obra de ficção baseada na livre criação artística e sem compromisso com a realidade.

#Direitos autorais reservados. Proibida sua reprodução, exceto com autorização do Autor. Lei: 5988 de 1973#

®Erick Clark Oficial™

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