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Nada como dois machos e ausência do marido II

Publicado em 06/06/2023 por Helga Shagger

Fred não queria passar mais um final de semana na casa de praia deles, ainda mais porque tinha começado a estação de chuvas. Mas, Vera tinha insistindo tanto, porque os dois pedreiros descobriram que a viga principal da edícula estava cheia de cupins.
– Mas por que temos que ficar aí? É só comprar o material e deixar que eles se virem!
– Não é bem assim, maridinho! É necessário supervisão e também é um novo trabalho. Voce tem que combinar o quanto vai custar.
– Ok, ok querida! Devo chegar aí pelas sete, se o tráfego estiver normal. Mas, de qualquer jeito quero que você volte comigo no domingo!

Vera estica o braço por cima do ombro de Alberto, entregando o telefone pra Jair pra que colocasse em cima da mesa de centro. Arnaldo volta a beijar-lhe a boca, com sua rolona pulsando entre as coxas dela. Jair se aproxima por trás e encaixa facilmente sua imensa torona no rego das amplas nádegas dela.

Era uma visão bastante erótica e visualmente estimulante. Dois negros de perfeita massa muscular sanduichando uma genuína loura de corpo perfeito exceto pela avantajada bunda e fartos seios. Tinha os lábios naturalmente carnudos e seus olhos azuis permaneciam arregalados como hipnotizada durante qualquer fornicação que estivesse fazendo, pra logo em seguida se fecharem fortemente com as sobrancelhas contraídas quando o orgasmo lhe tomava conta do corpo, fazendo todos os pelinhos do seu corpo se eriçarem.
– Do…do…dona Vera! Não dá…não dá mais pra…pra segurar!! Tô tô gooozando!! Goozanzanzaaando!

Vera sente a quentura do esperma na altura de suas nádegas escorrendo como lava de um vulcão, incendiando ainda mais seus mais obscenos desejos de gozar imensamente. Ela já está em pleno orgasmo quando a boca de Jair se cola no seu pescoço e lhe dá um derradeiro tranco em sua tremulas nádegas.
Arnaldo sente que Vera desfalece e começa a deslisar o corpo para baixo. Ele a ampara não a deixando cair por completo, ficando na altura que sua amarronzada vara se aloja entre os seios dela.

Neste exato momento Vera desperta, buscando por ar. Ela aspira avidamente duas golfadas de ar com a torona de Arnaldo encostada em sua bochecha. E, ainda insatisfeita, o obsceno desejo de devorar o macho ao sentir o supremo orgasmo, volta a lhe dar forças para que, acocorada, engula toda tora brilhante a sua frente.
– Ve…Vera, sua putona gostosa! Voce vai… vai… arrancar meu páu! Voce tá…tá arrancando meu páu fora!! Aaaaaarrrrgh!

Se a vontade da esposinha de Fred era essa, não deu certo. O que conseguiu foi sugar qualquer vestígio de esperma das bolas dele que por acasa ainda restasse.
Jair pegou a garrafa de vinho pra encher uma taça, mas Vera pediu que lhe entregasse a garrafa e logo estava bebendo no gargalo.
Jair foi até a cozinha e trouxe uma tigela com legumes, queijo, presunto e pão.
– Õ moleque! O que vamos com essas cenouras, beringelas, repolho e coisa e tal?
– Tava tudo dentro da tigela com o alface que agora tu tá comendo ai no misto cru! Porra!

E então partiram para a segunda parte. Enquanto Jair colocava a camisinha por si mesmo, Vera conseguia envelopar a picona de Arnaldo usando a camisinha dentro da boca até a ponta de seu perfilado narizinho se achatar de encontro a virilha dele.

Com agilidade, as duas rolas se inseriram na xaninha ao mesmo tempo. A sensação de estar entalada com os dois músculos se mexendo dentro dela, era o estopim para que a mulher de Fred se sentisse cada vez mais febril e a tesão subindo de sua xana para a cabeça.
Vera se inclina pra baixo até a sua boca encontrar a de Arnaldo, beijando com sofreguidão e os olhos captando na face dele toda a emoção de estar com sua torona sendo aprisionada pela xaninha dela.
Os primeiros sinais de orgasmos dela Arnaldo sentiu quando ela passou a balbuciar descontroladamente sem descolar os lábios dos dele.

Os olhos de Vera voltaram a se arregalar quando a sensação de entupimento se formou com picona de Jair indo lentamente invadindo e dilatando o cusinho. Ela levantou o torso. Os seios balançavam, batendo de encontro um ao outro. A febre aumentou e o tom rosado em seus seios que não foram tocados pelo sol se tornaram avermelhados bem como suas bochechas e suas nádegas.
– Quero… quero gozar… gozar de novo… mas, no teu rabinho!
– Não sei se…se vai dar! Tenta, crioulo cacetudo! Fala pro Jair abrir… abrir espaço!

Jair teve que tirar o cacetão do semi-dilatado cusinho, para com ele, Vera sentasse e engolisse o caralhão do parceiro. A esposa de Fred soltou um berro rouco quando a piroca lhe penetrou até a metade. Ela trancou o cusinho quando a glande de Jair se espremeu e o invadiu por completo. Vera tinha as sobrancelhas crispadas. Ela respirava com dificuldade, suava e seu corpo brilhava com a luxuria febril que os dois machos a sujeitavam. Ela olhava por cima do ombro e pra baixo tentando ver essa dupla-penetração no próprio cusinho.

Arnaldo achou que ela ia desistir devido estar imóvel e tremendo. Ele a puxa para si abraçando-a e prendendo seus braços firmemente. Nessa posição, seu clitóris é estimulado pela esfregação no baixo ventre dele. Um longo soluço evolui da garganta de Vera sentindo a rola de Jair se acomodar por inteira dento do cusinho, junto com torona de Arnaldo. Essa incapacidade de se mover, de estar totalmente dominada à mercê dos dois machos enroscando suas jebas dentro de seu cusinho, induz que ela atinja o maior orgasmo que já teve na vida até agora.

Vera dorme como um anjo no sofá. Arnaldo cochila no chão ao lado do sofá. Jair, sendo mais jovem, está na cozinha preparando um sanduiche, quando ouve os pneus do carro deslizando nos cascalhos da estradinha que sobe até a casa.
– Acorda parceiro! Vamos dar o fora daqui!

Abrindo a porta do salão, Fred dá de cara com sua esposinha totalmente nua, adormecida no sofá. O short e a blusa estavam jogadas numa poltrona. Então ele viu uma camisinha no chão ao lado sofá. Se aproximou pra acordar a esposa quando viu a segunda camisinha aparecendo por baixo da cabeleira dela. Por alguns segundos sua mente se anuviou e ele ficou paralisado, inclinado pra frente com um dos braços se apoiando no encosto do sofá. Em seguida, refez o pensamento e delicadamente acordou a esposa.
– Alô, Vera! Consegui chegar mais cedo! Quase que estrago tua orgia, não é!?

Vera, meio que desnorteada, demora a entender o que Fred está lhe dizendo e porque ele está ali. Se dá conta que está nua, ali no salão.
– Fred! Querido! Já chegaste! Que bom! Deixa eu ir tomar um banho!
– Ainda não! Primeiro me explica porque você está aqui, nua e essas duas camisinhas perto de você!
– Que…!? Não estou entendendo!
– Essas duas camisinhas usadas não precisam de explicação!

Vera sentiu a ardência da bofetada em seu rosto. Levou alguns segundos até ela perceber que o marido a tinha espancado. Serenamente se levantou. Sentiu alguma coisa presa aos cabelos. Passou as mãos pelo corpo limpando alguns pelos e pentelhos, não percebidos por Fred. Completamente acordada e consciente, já se decidira em acabar ali o casamento, quando viu as cenouras.
– Voce sabe que fiquei aqui sozinha a semana inteira para ficar de olho nos pedreiros e comprar material para nossa casa! Como disse, estava sozinha e carente! Carente de minhas necessidades e não tendo o homem que mais amo, por perto!

Placidamente, tirou a camisinha pendurada em seus cabelos. – “Ainda bem que eles gozaram quase nada dentro das camisinhas!” – pensava ela enquanto pegava uma cenoura.
O marido a olhava atentamente sem entender o que ela estava fazendo. Sua boca abriu quando a esposa inseriu uma cenoura dentro da camisinha. Em seguida, levantando uma perna, colocou um pé no assento ao lado do marido. Os olhos de Fred quase saíram das órbitas quando Vera lentamente foi enfiando a cenoura na xaninha.

Quase no mesmo instante, Vera percebeu que a facilidade com que a cenoura entrou em sua xoxota era devido ao esperma dos amantes e já começava a escorrer por entre suas coxas. Imediatamente baixou a perna e retirou a cenoura. E sem dizer uma palavra se dirigiu pro banheiro. Fred quis perguntar alguma coisa, mas ficou mudou psicologicamente por uns minutos. Depois se lembrou o que era.
– Quero que primeiro você me perdoe pelo meu fatídico pré-julgamento e pela… bofetada! Estou tremendamente arrependido!
– Eu teria feito o mesmo se fosse você! Não tem que pedir perdão, meu amor!
– Voce já tinha feito isso antes! E qual a causa da segunda camisinha? Voce teve que se masturbar duas vezes?
– Uma foi o bastante! Pensando em você foi o bastante!
– E… e por que da segunda camisinha?

Ainda se enxugando, Vera hesitou por uns segundos, mas depois decidiu deixar no ar sua compulsão de ser sodomizada.
– O que você acha onde acomodei ela?!

A noite foram jantar fora e Fred estava ao mesmo tempo abismado e curioso em saber mais do gosto de sua mulherzinha pela sodomia.
– É uma coisa natural em mim, meu amor! Antes eu ficava só passando o dedo em volta. Hoje que eu não aguentava mais de tanta tesão por você, eu imaginei como seria se você tivesse dois pipius! Acho que foi sem querer ou fora de controle, eu introduzi a cenoura no anus! Acabei me esfolando um pouco pois não conseguia fazer a sincronização com elas duas! Sexo hoje… nem pensar!

No sábado pela manhã, Alberto trouxe a noticia que o avô de Jair morreu e seus pais foram ao enterro que ficava numa cidade distante dali. Fred e ele acertaram o pagamento e o material necessário para comprar.
Naqueles breves espaços de tempo que o marido ficava a certa distancia dela e de Alberto, ela se deixou arrastar pra um canto do enorme armazém de material pra construção e foi beijada com toda paixão que um homem pode sentir por uma exuberante mulher.

No domingo a tarde, Fred e Vera arrumaram as malas e no meio do caminho deram uma parada na casa onde morava Jair. Fred concordou que Vera fosse dar os pêsames a ele. Eles pararam a frente da casa. Vera desceu do carro e andou uns dez metros até a porta da modesta casinha. Jair lhe abriu a porta.

De dentro do carro, Fred se inclinou pro lado e fez um ligeiro aceno para Jair vendo sua esposa falando com ele. Em seguida, ele vê Jair levar as mãos aos olhos e soluçar. Vera se vira um pouco e olhando interrogativamente pro marido, faz um gesto de que vai entrar pra consolar o menino. Fred faz um muxoxo, olha o relógio e faz um gesto com a mão como que permitindo.
– Vem cá, filhinho, vem cá! Teu avô vai descansar em paz! Não chora não!
– Mas… eu não estou chorando por causa disso! É porque a senhora tá indo embora! Nem minha mãe eu amo tanto assim!

Vera o beijou apaixonadamente. Logo o descontrole tomou conta dos corpos dos dois. Jair foi o primeiro a se abaixar e com força baixou a bermuda dela. Em seguida tirou a calcinha rasgando-a com um safanão. Ela sabia o que Jair ia fazer e mandou que ele tirasse o pau pra fora e se masturbasse. Em menos de dois minutos a esposinha de Fred gozou na boca do jovem negro. Jair sentou-se num velho sofá e Vera se ajoelhou entre as coxas dele e o chupou por mais dois minutos.
– Eu que vou sentir saudades das nossas surubas! Quero levar uma amostra do que aconteceu entre nós de um modo mais depravado possível! Me enraba!

De dentro da casa, encobertos por uma velha cortina, Vera respirava forte, fervendo de tesão com o entra e sai da rola em seu cusinho enquanto observa seu maridinho entretido com o celular.

Fred até levou um susto quando Vera abriu a porta e se sentou. Ela lhe disse que podiam ir. Fred uma vez mais acenou pra Jair.
– O que houve!? Voce está com a face meia avermelhada! Não me diga que tava chorando também!

Quando o carro se moveu, Vera deu mais uma olhada pro lado e acenou pra Jair. Descaradamente ele responde acenando com a calcinha dela na mão.

Convido meus leitores a visitar meu blog http://eternahelgashagger.blogspot.com.br/ onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada

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