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Depravações em um casamento II

Publicado em 21/09/2022 por Helga Shagger

Leilane vai casar amanhã, domingo. Hoje será a “despedida de solteira” dela no Chez Ju, um clube só pra mulheres. Seu noivo, Afonso vai fazer sua “despedida” num bar temático ao estilo do Wild West.

Uma das madrinhas de Leilane é Ylena, uma formosíssima jovem de dezenove aninhos, filha de um russo com uma mulata cubana. Ela herdou da mãe o corpo escultural e nádegas avantajadas e seios que não cabem por inteiro na mão de um homem.

Do pai, ela herdou os olhos azuis e as feições nórdicas. Os cabelos são lisos, curtos e negros. Sua pele parece que está sempre bronzeada da cor de pêssego maduro.
– Quem é aquela ali? Ela é bonita, tem um belo corpo… mas que roupas são aquelas!?? E que porra de penteado mais feio!
– Iiih, Ylena, fala baixo! Ela é Patrícia. Deve ser uns seis anos mais velha que a gente. Casou-se com o presidente da igreja evangélica aqui da região e inimigo político de meu pai. O marido não virá ao casamento pois arranjou um “congresso” pra ir.Eu a convidei pra ela não ficar sozinha. E os pais de ambos são beatos também!

Leilane é cópia de Ylena. Diferente só na brancura da pele e do cabelo aloirado e os olhos esverdeados. Tanto ela quanto Ylena são incestuosas com os respectivos pais e ultimamente passaram a fazer swing entre eles.
– Acho que devemos ter uma conversinha com essa tua amiga!

Estão todas as convidadas se reunindo no imenso salão de estar para logo seguirem para o Chez Ju.
Leilane e Ylena dizem para as meninas ir seguindo em frente que elas logo as alcançarão. Quando Patricia está passando por elas, Ylena, gentilmente a segura pelo braço.
– Querida, voce não vai assim tão mal arrumada pra festa!
– Ééé, eu sei… vou ficar por aqui!
– Não! Nada disso! Voce entendeu errado! Vamos lá pro quarto da Leilane!

As outras jovens levaram alguns segundos para reconhecerem a Patricia. Seu cabelo castanho estava bem arrumado num coque que deixava seu pescoço com um ar sensual pronto pra ser beijado.
Estava discretamente maquiada, mas com os cílios perfeitamente cheios de rímel e uma suave sombra azul nas pálpebras.

Patricia tinha os lábios bem cheios. Ylena os deixou mais cheios ainda com o batom de vermelho escarlate que passou neles.
A fenda do vestido vinha até quase a cintura, deixando ver o lado da calcinha.
Os seios foram deixados livres, cobertos por uma blusa transparente.
Para convencer Patricia disso tudo, foi necessário dois tapas no rosto dado por Leilane e duas taças de vinho tomadas uma logo a outra.

Do outro lado da cidade, os pais de Ylena e Leilane, Yuri e Jardel estavam acompanhados de Juarez, noivo de Ylena, de Afonso, futuro marido de Leilane e de Artur, atual marido da ex mulher de Jardel.
Uma hora depois, Artur estava bêbado e inconveniente.
– Sabe, Jardel! Voce nem imagina a grande mulher que voce perdeu! Fico imaginando como um homem pode ser tão besta!

Os outros quatro homens não estavam confortáveis com o clima pesado que Artur estava criando. Disfarçadamente, Juarez dizendo que ia ao banheiro, foi se refugiar no bar onde havia um grupo de jovens.
Um deles reconheceu Juarez pois ele estava conseguindo alguma fama como surfista e com a influencia da família na mídia esportiva.
Aconteceu da namorada desse admirador se encantar com Juarez. E pra facilitar ainda mais o clima entre eles, um dos garçons cochichou no ouvido do namorado da ninfeta que o pai dela estava lá fora querendo falar com ele.

O pai de Olga, esse era o nome da namoradinha, era o único veterinário da região e o namorado da filha era seu estagiário.
Houve um chamado de urgência devido o nascimento de um bezerro que estava acontecendo.
– Voce não vai embora junto com ele?
– O que voce acha!? Um desses amigos me deixa em casa depois!
Por que a pergunta! Voce queria que eu fosse embora também!?
– Longe disso! Eu quero voce o mais juntinho possível de mim!
– Safado!
– Olga, princesinha! Nós dois sabemos o que queremos, né!? Como que vou fazer pra entrar no teu paraíso!?
– Eu sou virgem, tá! E quero ficar assim! Voce me chuparia!?

Juarez foi pego de surpresa com a pergunta incisiva de Olga. Ao mesmo tempo seu páu endureceu ainda mais que chegava a doer dentro da cueca.
– Vejo que na tua mesa está o Dr. Jardel e o vice prefeito Afonso. Pega a chave da camionete de um deles. Eu te espero lá fora!

Juarez achou que seria mais fácil pegar a chave do Afonso. Ele cochichou no ouvido dele que ia dar uns amassos numa ninfeta do outro mundo, ali mesmo no estacionamento.

Afonso entregou a chave a contragosto pois ele abominava este tipo de comportamento dessa atual juventude.
– Pois é, caro Jardel, a minha, minha esposa Simone nunca foi tão feliz na vida! Se livrou das canalhices das tuas traições! Como voce podia ser tão escroto!!

Yuri já tinha notado que o que Artur falava era imediatamente ignorado por Jardel, que só fazia era encher o copo deles com uísque, exceto o de Afonso.
Também não passaram despercebidos de Jardel os movimentos de Juarez.
– Vou mijar! Eu deveria fazer isso na latrina da tua boca, Artur!

Artur tentou se levantar como se fosse partir pra briga, mas foi contido por Yuri enquanto Jardel se afastava em direção a saída.
– Caralho! Que bunda que voce tem! Deixa eu tirar um sarro, deixa!
– Todos dizem que tenho o maior bundão! Voce acha feio!?
– Feio!!? Pelo contrário! Voce é encantadora com essas curvas avantajadas e a cintura fininha! Parece minha noi…mãe!!
– O quêêê! Voce se arreia pela bunda da tua mãe!??

Antes de Juarez pensar no que vai responder, escuta uma voz.
– Olga! O que voce pensa que está fazendo com esse garoto da cidade grande!? E que vergonha que o Zeca e tua mãe vão passar se voce engravidasse!! Vai me esperar lá na minha camionete!
– Que é isso, Jardel!? Eu não iria engravidar ninguém! Estávamos apenas conversando!
– Sei, sei! Se esfregando na bunda dela e falando da bunda da tua mãe! Toma vergonha rapaz! Chispa daqui e torce pra que eu não me arrependa e conte pro pai da tua noiva!
– Oh não!? Voce está noivo, Juarez!? Oh, meu deus, fui enganada!
– Pára com isso, Olga! A culpa é toda sua! Voce está quase noiva e
ficou se esfregando nesse paspalhão! Vou te levar pra casa agora!

No Chez Ju, Patricia, Ylena, Leilane e sua mãe Simone, estão sentadas juntas observando e dando gargalhadas das moças perto do palco que cada vez se tornam mais audaciosas com o encorajamento dado pelos atléticos rapazes semi-nus.
– Olha só! Olha só! A Cris baixou a sunga de um deles!
– Putzz! A piroca do cara deu o maior pulo de tão dura!
– Meninas, vou até o bar, dar uma palavrinha com o Juju! Minha época de luxuria coletiva já passou! Divirtam-se e não engravidem!
Leilane e Ylena estão gargalhando e aplaudindo as meninas baixando a sunga dos rapazes e manipulando os penis deles. Elas percebem Patricia se levantar e pensam que ela está indo embora. As duas se preparam pra não deixá-la ir quando notam que ela está se dirigindo pra frente do palco.

Os olhos das duas e de todas as outras se arregalam quando vêem Patricia subir pela escadinha lateral, se aproximar do rapaz que estava mais perto, se acocorar e engolir o máximo que pode, toda a envergadura da tora dele.
– Ô Ô madame… me desculpe… mas,,,mas isso não é permitido!

Patricia, sem tirar o cacete da boca levanta os olhos pra ele e virando um pouco a cabeça, faz sinal com a mão para que um outro rapaz se aproxime.
– Ele não me deu permissão! Voce permite que eu te chupe?!

Antes que o atônito rapaz pudesse falar ou reagir, o pauzão dele foi quase todo engolido. E a esposinha do chefão dos evangélicos começou a chupar os dois primeiros penis daquela noite.
– Não consigo parar de rir! Que transformação!! Olha só! As outras estão se batendo pra chupar também! Tem duas… três num páu só! A Pat é a única que tem dois cacetes só pra ela!!
– Bom… eu estou cansada e estou querendo dormir! Como vamos fazer pra levar a Patricia?
– Oh, não se preocupe uma das meninas dá carona pra ela! Ou um dos rapazes! Sim sim! Vamos embora! Chega de sexo por hoje!
– Pra mim também!
– Como assim!? Ficamos juntas o dia inteiro!
– Não pela manhã!
– Aaah, foi com o papai!?
– Também…
– Não acredito! Com quem mais!?
– O Vortex!
– Nãããõ! O garanhão preferido do papai! Ele te incentivou, foi!?
– Mais ou menos! O cavalo praticamente tomou posse de mim e Jardel ficou só monitorando!
– Não brinca!! Voce meteu com ele!? Voce é mais habilidosa que eu em engolir um cacetão! Que inveja!
– Não não! Ele era muito grande e grosso! Só consegui botar toda a cabeçona na boca! Era impossível engolir mais que isso! Eu gozei e fiz ele gozar apertando o cacetão entre minhas coxas e no meus seios! Fiquei toda melada e teu pai teve que me dar um banho de mangueira, pra disfarçar porque meu pai e Juarez estavam chegando da cavalgada mais cedo do que esperávamos!!
– Meu pai deve ter te dado uma bronca! O esperma de Vortex vale alguns milhares de dólar!
– Até que não! Ele me pareceu muito excitado! Mas… e voce? Estava me dizendo que já teve sexo bastante por um dia! Como!? Os machos que conhecemos estavam comigo pela manhã!?
– Voce esqueceu do Breno!
– O quêêê!? O cachorro!??
– Hãhãm! Vamos embora!

Leilane liga o carro e os faróis baixos iluminam os carros a frente. Elas vêem, tomadas de surpresa, a Patrícia entre os dois fortes rapazes suspensa por eles, sendo duplamente penetrada.

Olga está apreensiva por não saber se Jardel vai contar pro pai dela o que aconteceu. Na verdade, ela sabe que não será mulher de um homem só. Ela faz das tripas coração pra controlar seu extremado furor sexual.
Ela já percebeu que um homem se faz irresistível pra ela quando ele se insinua sexualmente. E pode ser qualquer um. Não tem um dia em que ela se masturba várias vezes por cada vez que ela vê um potencial homem diferente que lhe agrade.

Sem tirar os olhos da estrada Jardel nota o descompasso da respiração da jovem ninfeta Olga.
– Voce está com quantos anos, Olga?
– Fiz dezoito duas semanas atrás! O senhor me mandou até um presente! Doutor… doutor, por favor não conte nada pro meu pai!
– Claro que não! Iríamos magoar o Aparicio somente! Claro que teus pais sabem que nessa idade voces não sabem se controlar! Tenho certeza que eles não se importariam se voces fizessem sexo, contanto que voce não engravidasse.
– O senhor acha que eles pensam assim?
– Claro! Eles não podem impedir esse dito chamado da natureza. É perfeitamente normal uma moça bonita como voce se atrair por um rapagão bonito! No seu caso é complicado que voce vai noivar.
– O senhor me acha bonita, é!? E se eu lhe disser que não são os rapagões que mais me atraem! E que… e que… putzz nem sei como dizer isso… mas, nunca… fui… fui apaixonada pelo Ciço!
– Faça o que tem que fazer, Olga! Viva a vida mas não esqueça de cuidar de sua existência. Pra ser assim, tens que ser independente!
– Eu… eu quero… viver a vida aqui e agora! Sou bonita, não sou?
– O que voce quer dizer com isso?
– Tô excitada! Excitadíssima, doutor! Eu… quero que o senhor… eu quero que o senhor faça amor comigo!

Jardel se surpreende com a confissão da ninfeta e pára o carro. Ele se vira pra dar uma bronca em Olga.
– Voce é uma virgem e muito atrevida! O…o quê é isso!??

E volta a dar partida no carro
Olga tinha aberto a blusa e tirado o sutiã. Os belos e juvenis seios se sobressaiam na penumbra iluminada pelo painel da Ranger.
– Não sou mais virgem! O tutor de minhas matérias é meu amante e foi ele quem me ajudou a entrar na faculdade esse ano!Ele é só quinze anos mais velho! E eu também não quero ser veterinária!
– Bom… se é assim… Onde podemos parar perto de tua casa sem que ninguém nos veja?
– Primeiro… deixa eu ver teu páu!
– O quê!? Tá bem! Mas, aqui na estrada é muito exposto!!
– Pára aqui e põe ele pra fora! Depois continuamos!

Jardel se impressionou com a destreza de como Olga envolvia com saliva sua glande inteira dentro da boca.
– Uuau! Como o senhor é enorme! E grosso! Esse é meu sonho real!!

E Olga foi chupando a rolona de Jardel, com ele dirigindo a vinte por hora, até chegarem perto da casa dela. Só uma luz estava acesa num dos cômodos.
A Ranger foi estacionada há poucos metros da lateral da casa. Uma cerca de arbusto da altura da Ranger os encobria de serem visto. Ao contrário para Olga e Jardel, que podiam ver por entre as folhagens.

Sem tirar a torona da boca, a namoradinha de Ciço manejou pra tirar a bermuda e a calcinha até os tornozelos. Ela estava acocorada e com o busto apoiado nas coxas dele.

Jardel soltou uns urros ,baixinho, ao ver aquelas exuberantes nádegas, empinadas a sua direita.
– Voce… voce já foi sodomizada!?
– Hã?
– Já deu o cusinho!

Com a boca cheia, Olga balançou a cabeça negativamente.
– Quer tentar, queridinha!?

Olga pára com o boquete, e se senta nas batatas das pernas. Passa as costas da mão pela boca e depois arruma uma mecha de cabelo.
– Querer eu quero! Só não sei se estou preparada… agora!
– Quando voce fez cocozinho?
– O quêê? Que pergunta! Ok… por volta das seis da tarde antes de tomar banho.
– Se vire e deixe a bundinha empinada!

A bela ninfeta teve um leve tremor de excitamento. Aquele homem poderoso que poderia ser seu pai, talvez até seu avô, ia dilatar seu anus e com seu consentimento. Ela se apóia com os braços na beira da janela e descansa a cabeça sobre eles.

Bastou menos de um minuto para que Olga estivesse soluçando baixinho e sua xaninha pingando. A língua de Jardel parecia ter penetrado em seu cusinho em pelo menos cinco centímetros.

Ele arfava e enfiava o rosto cada mais pra dentro do rego da bunda dela. De vez em quando Olga sentia leves mordidas em seus glúteos pra em seguida ter a sensação de atolamento com a língua dele serpenteando dentro do cusinho.

Quase em êxtase automaticamente, Olga se abaixa quando vê sua mãe surgir na varanda. Jardel também parou a linguada no cusinho dela, porque sentiu quando os glúteos se retesaram.
Ele levantou a cabeça e viu a bela mãe de Olga acender um cigarro e sentar-se numa das cadeiras.

Então um meio corpo e uma cabeça surgiram no umbral da porta. Eles trocaram algumas palavras e a porta foi fechada e mãe de Olga continuou sentada e fumando.
– Aquele era… era meu… vôzinho! Continua doutor Jardel!Vai vai!
– Minha deusa, pára de me tratar por senhor e doutor! Voce é agora minha safadinha e sou o teu macho! Me chama pelo nome e diz o que voce quer que te faça!
– Ja…Jardel, me come!! Mete em mim, Jardel! Me enraba Jardel!!
– Farei isso já já! Mas, antes quero saborear o gostinho dessa xaninha! Vem, querida! Se vira e deita aqui!

Olga começa a se virar quando percebe que alguém está estacionando uma moto do outro lado, alguns metros mais longe.
– Espera, dout… Jardel! O que o tio Josuel veio fazer aqui a essa hora!?
– Josuel!?? O representante do sindicato dos trabalhadores rurais!? Ele é teu tio? Como assim?
-Ele foi adotado por meus avós e criados juntos… minha mãe se levantou e está vindo pra esse lado da casa a nossa frente!! Iiiiih! Tio Josuel está se esgueirando por trás da casa!!

Olga e Jardel observam estupefatos, a mãe dela tirar o vestido por cima da cabeça e exibir um belo corpo nu de mulher madura. Ao mesmo tempo que Josuel se aproxima e eles se beijam freneticamente.
A mãe de Olga faz Josuel se encostar na parede. Em seguida ela se acocora. Facilmente, arria a bermuda do irmão e abocanha o máximo que pode a rolona dele.
Jardel está observando por trás de Olga com sua enorme jeba pulsando entre o rego das nádegas dela.
– Mete… mete em mim, doutor! Quero dizer, Jardel! Me come!

O coração de Jardel acelera quando ele posiciona a cabeçorra na apertada boquinha do anus. Olga, num reflexo, retesa os glúteos. Espera uns segundos e relaxa.
É o sinal para que Jardel siga em frente, ou seja pra ele seguir pra dentro. Por experiência, Ela tapa a boca de Olga com a mão.

Olga nunca pensou qual seria a sensação de ter o anus se expandindo com alguma coisa viva pulsando em sua volta e em seguida essa coisa viva se mexendo dentro do tubinho anal!

Do desespero da incomoda dilatação, da qual Jardel jamais a deixaria escapar, até se resignar de que nunca mais faria sexo anal, Olga simplesmente relaxou e rezou pra que Jardel gozasse logo.
Ela levantou um pouco a cabeça e vislumbrou que sua mãe estava com o busto encostado na parede com as duas mãos escancarando as nádegas e o tio acocorado enfiava o rosto entre elas.

Ela via que sua mãe tinha um sorriso com a boca semi aberta e os olhos fechados, esperando o próximo movimento do tio Josuel.

Pensando que tivera a mesma experiência minutos atrás, Olga percebeu que muito levemente o desconforto persistia. E, sem que esperasse passou a tremer de excitamento imaginando que a jebona de Jardel era a língua dele se mexendo dentro dela como uma cobra gigantesca.

Ela se rendeu por completo aos encantos da sodomia, vendo que sua mãezinha rebolava com sofreguidão na virilha do tio Josuel. Ele tinha as duas mãos tapando a boca da bela adúltera.

Quando Jardel ejaculou abundantemente, Olga retesou as nádegas ainda com a rolona dentro do cusinho e freneticamente dedilhava a xaninha. Ela virou a cabeça por cima do ombro e pediu.
– Me beija! Me beija Jardel! Me beija!

Olga só interrompeu o beijo e relaxou o anus quando gozou pela primeira vez com um imenso caralho enfiado no cusinho.

Quando olhou novamente, viu que sua mãe e o tio Josuel também tinham gozado e estavam se beijando.

Nisso, uma outra Ranger se aproxima da casa e pára exatamente na frente. A mãe de Olga só tem tempo de apanhar o vestido na grama e correr junto com o irmão para os fundos da casa.

Enquanto o pai de Olga e o namorado descarregavam os apetrechos da camionete, a mãe apareceu na porta e falou pra eles que a filha ainda não tinha chegado.
O namorado se prontificou em ir buscá-la, mas antes pediu pra ir ao banheiro.
– Temos bastante tempo! Venha tomar um café também! –disse o pai da Olga.

Os dois se entreolham indecisos. Jardel decide voltar para o WildWest.
Chegando lá, ainda encontram Yuri e Artur com a cabeça arriada na mesa.
– Afonso e teu genro se mandaram e eu não podia deixar esse babaca aqui, além de não ter condução! Oi, quem é voce?
– Me chamo Olga! E o senhor?
– Olga é um nome escandinavo! Me trate por voce. Me chamo Yuri!
– Meus avós vieram da Polonia e se fixaram primeiro no Espírito Santo. Depois vieram pra cá. Meu avô é um dos fundadores da Escola de Veterinária daqui!
– Minha admiração por seus avós! E o que voce está fazendo com esse Matusalém aqui!?
– Eu o escolhi pra me deflorar… o anus! Meu cusinho!!

Yuri quase caiu da cadeira e Jardel, ao primeiro momento se espantou com a declaração dela, em seguida caiu na gargalhada.
Olga parecia muito a vontade com aqueles dois cinqüentões de clara virilidade.
– Só voce, Olghieska, pra fazer o pau dele levantar!
– Quer saber mais? Ainda fiz ele lamber meu rego depois que gozou!
E os três riam que não se agüentavam.
– Quero que voce faça o mesmo com esse ruço arrombado!
– Com ele vai ser diferente!

Os dois homenzarrões se entreolharam com caras de gaiatos.
– O que exatamente de diferente?
– Depois que voce gozar, seu russo arrombado, voce não vai lamber meu rego! Vou soltar um peidinho com esperma e tudo na tua carinha!

Ciço foi encontrar sua namoradinha com os dois homens, notando que o de aparência nórdica enxugava os olhos de tanto rir.
– Veio me buscar, Ciço? Que bom!

Aparício se inclina pra beijar Olga. Ela involuntariamente afasta o rosto.
– Putzz, Aparício, que cheiro é esse?
– É mesmo! Eu devia ter me lavado! Mas não posso fazer nada!
– Pode sim, meu rapaz! – diz Yuri com um encantador sorriso.
– Sente-se aqui do meu lado que tô acostumado com a presença de soldados russos! E tome uma cerveja!
– O…obrigado, senhor! Mas estou dirigindo!
– Éééé, aí não, né!? Vamos fazer o seguinte! Realmente o mal cheiro está forte, mesmo para um russo! Ahahahah! Se a Olghieska quiser… nós a levamos pra casa!

Olga se virando pra Jardel fala como se fosse a coisa mais natural.
– Já vi que ele quer o espirro na cara!

Eles começaram a rir e pareciam que não paravam mais. Ciço tentou que o escutasse várias vezes, mas os dois homens não paravam de gargalhar.
Por fim Ciço foi embora. Olga lhes contou que ele foi pra casa e que tinha que acordar cedo pra pegar o pai dela e irem à fazenda verificar se tudo estava bem com o bezerrinho.

Jardel e Yuri jogaram Artur na cabine de trás.
Os três resolveram ir embora com Olga abraçada entre os dois. Alguns ainda escutaram eles falando.
– Vamos tirar o par ou impar pra ver quem leva o espirro na cara!
– Nenhum dos dois! Isso vai ser serviço pro Ciço! – exclama Olga.

No mesmo local que Jardel estacionara antes na casa de Olga, vamos encontrar Olga fazendo mesmo truque da saliva no páu de Yuri que mais parecia uma cenoura gigante. Eles tinha colocado Artur no chão e desdobraram o assento, ficando ele por baixo.

Depois completamente nua, Olga foi do inferno aos céus quando sentou na tora de Yuri e Jardel suavemente fez reverencia a xaninha preenchendo com o colosso de sua pica.
Olga estremeceu com aquelas coisas vivas se roçando dentro dela. E soube o que era ter múltiplos orgasmos.

Olga, seis meses depois foi trabalhar no Resort Shagger-La e iniciou seus estudos de química. Olga e a mãe revelaram suas naturezas entre si, e a mãe ia sem pestanejar ao Shagger-La participar de orgias, com a desculpa de visitar a filha.

Patrícia se divorciou do marido, presidente da congregação evangélica. Contratou um pastor, fundou sua própria igreja, se aliou a Jardel e se tornou uma das sócias do Chez Ju. Os dois tesudos que lhe revelaram o novo mundo, ainda a dividem e estudam teologia.

Simone tirou um ano sabático pra descansar indo viajar por países exóticos. Voltou com uma bebê adotada de belos olhos azulados, cabelos encaracolados loiros e mulatinha. Artur não teve culhões e Simone se divorciou dele. Aramis se tornou deputado estadual e era a voz dela na Assembléia do estado.

Ylena se casou com Juarez e foi passar a lua de mel na África do sul junto com o pai. Juarez passava horas surfando.

Leilane se casou com Artur e moravam na mesma fazenda com Jardel. Artur passava horas na prefeitura.

Convido meus leitores a visitar meu blog http://eternahelga.blogspot.com.br/ onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada

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