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Como virei travesti (parte 3)

Publicado em 17/11/2023 por CarlaTV

Contos eroticos

Contos eroticos Como virei travesti (parte 3) em audio

Contos eroticos Como virei travesti (parte 3) em audio

Como virei travesti (parte 3) em audio

No dia seguinte, era um domingo, acordei mais cedo e coloquei um shortinho curto, como sempre bem enfiadinho na bunda, uma camisetinha sem sutiã, como sempre, kkk, e fui pra cozinha preparar nosso café. O Marcos chegou algum tempo depois e como sempre pra me provocar também, usando short largo sem cueca. Ele sentou e ficou me vendo preparar o café, então tocou no assunto do dia anterior em que eu disse como seria um cara legal pra eu namorar e perguntou por que eu disse que umas das coisas que eu desejava era tomar café no colo do meu namorado. Então eu respondi:

___ Ah, é porque é uma coisa romântica e sempre fantasiei isso.

___ Olha, se é algo que você sempre teve vontade de fazer, eu deixo você tomar café no meu colo, só pra matar sua curiosidade de como seria.

Eu fiquei logo cheia de tesão com o convite, então respondi:

___ Ai, eu tenho vergonha Marcos, você é meu amigo.

___ Bobagem, é só pra você ver como é.

___ Huumm, então tá. Mas se comporta hein !

___ Que isso ! Serei um cavalheiro. Olha, mas para você relaxar e curtir o momento, seria melhor você imaginar e agir como se fosse minha namorada, não minha amiga. Imagine que está sentando no colo do seu namorado e não no colo do seu amigo.

___ Tem razão, vou fazer isso….  Então tá meu amor, fiz seu lanche do jeito que você gosta, vamos comer.

Então coloquei o lanche que faltava na mesa, dei um sorrisinho olhando pra ele e fui andando devagar na direção dele. Ele então chegou um pouco sua cadeira pra trás e se posicionou me esperando. Fui me chegando e virei de costas pra ele colocando meu bundão com aquele shortinho todo enfiado na cara dele e fui me sentando lentamente no seu colo, pousando meu bundão não nas suas pernas, mas em cima do pau dele e fui me virando de frente pra mesa, dando umas reboladinhas me acomodando no colo dele. Suas mão logo seguraram na minha cintura me posicionando com o pau dele no meio da minha bunda. Safado ! Que delícia era aquilo ! Era realmente algo que eu já tinha fantasiado e estava acontecendo.

Então ficamos ali comendo e agindo como se ele fosse meu namorado. Comecei a toda hora me mexer em cima dele pegando as coisas na mesa, esfregando a bunda e rebolando discretamente no pau dele. Então fui sentindo seu pau ficar duro em baixo de mim e eu me mexia cada vez mais como se não estivesse sentindo aquilo duro na minha bunda. Ai que delícia, que tesão !

Fingíamos como se não estivesse acontecendo nada e ficávamos conversando sobre a comida. Ficamos ali naquela tortura mútua por uns cinco minutos, então eu dei uma forçada boa com a bunda no pau dele e me levantei dizendo que iria tirar a mesa. Fui recolhendo as coisa enquanto ele permanecia sentado atordoado. Então dei um sorriso pra ele e disse:

___ Obrigado ! Deu pra sentir como vai ser.

___ De nada ! O meu colo está sempre a sua disposição.

___ Tá bom.

Então ele foi pra sala ver TV e eu fiquei pela cozinha adiantando o almoço. De tarde estávamos na sala e eu lembrei do desafio do dia anterior e disse que ia ligar pra farmácia para pedir o remédio Dramin, para que a noite pudéssemos fazer a brincadeira pra ver se ele realmente perderia a consciência dormindo pesado, então ligamos e depois o rapaz veio entregar.

A noite, tomamos nossos banhos e nos vestimos para dormir. Eu coloquei uma camisola e um roupão por cima como sempre, enquanto ele como sempre colocou um short largo sem cueca. Então ele pegou dois comprimidos do Dramin e colocou na boca, em seguida bebeu meio copo d’água por cima, foi na cozinha lavar o copo que tinha usado, depois voltou pra sala.

Então ficamos ali na sala vendo TV, até que meia hora depois ele começou a ficar com os olhos um pouco fechados e a bocejar parecendo estar com sono. Comecei então a dar asas a minha imaginação, fantasiando o que eu poderia fazer com ele se de fato o remédio funcionasse. Depois de uns dez minutos, ele levantou cambaleando e disse que achava que eu estava certa, que ele estava tonto e com muito sono, que iria pro quarto dele dormir. Então levantei e fui ajudá-lo a ir para o quarto, chegando lá ele desmontou por cima da cama e apagou.

Voltei pra sala e esperei uns 15 minutos e depois já cheia de tesão, tirei o roupão, ficando só de camisola curtinha com aquela calcinha toda enfiada na bunda. E fui lá no quarto dele. Chegando lá encontrei o Marcos dormindo, aparentemente profundamente. Então liguei o abajur, me aproximei e comecei a cutucá-lo, mas ele simplesmente estava apagadão.

Eu até chamava ele e nada:

___ Marcos, Marcos, tá tudo bem ?

Então a tentação tomou conta de mim, girei o corpo dele colocando-o de barriga pra cima. Primeiro observei o pau dele marcando por baixo do short, até que não me contive mais e comecei a alisar seu pau por cima do short olhando pro rosto dele temendo que ele acordasse. Depois fui apalpando e apertando levemente seu pau tentando senti-lo. Aquilo me deixou subindo pelas paredes de tanto tesão e desejo ! Então me ajoelhei em seu colchão e inclinei meu corpo sobre o dele, ficando de quatro com o rosto pertinho do pau dele, e aí bem devagar fui puxando a parte da frente do short dele pra baixo até que o pau dele sair inteiro. Fiquei por uns instantes somente observando aquele pau ainda mole sob a luz do abajur.  E tomada por desejo, sem tocar com as mãos nele, comecei a cheirar e beijar aquele pau lindo que eu desejava muito naquela hora. Em seguida fui passando a ponta da língua até por fim estar lambendo ele todo.

Sem me segurar mais, segurei seu pau com uma de minhas mãos, olhei pro Marcos e, vi que ele continuava apagado, depois olhei para aquele pau e o contemplei por uns instantes, vi que ele ficava lindo na minha mão com as unhas grandes e pintadas. Então dei um beijo na cabeça e fui abrindo lentamente minha boca e engolindo aquele pau mole até entrar todo em minha boca.

Olhei novamente pro Marcos e lá estava ele na mesma, apagadão. Ai que delícia ! Agora era a hora de chupar meu primeiro pau. Comecei a fazer um vai e vem, para cima e para baixo com minha cabeça e mamar carinhosamente e bem devagar para ele não acordar, sempre olhando pro rosto do Marcos observando se ele acordaria. Até que de repente notei que seu pau estava endurecendo, crescendo em minha boca. Levei um susto e tirei da boca. Subi seu short e levantei meu corpo ficando ajoelhada no colchão olhando pro rosto do Marcos. Mas ele continuava na mesma posição e aparentemente apagado como antes. Então chamei ele baixinho:

___ Marcos, Marcos.

Mas nenhuma resposta, continuava dormindo. Fiquei ali por uns instantes imaginando se alguém podia ficar de pau duro dormindo. E lembrei que sim, acontece muito com os homens e ainda mais com talvez os estímulos que eu estava fazendo. Pensei em parar por ali, mais eu estava louca de tesão e imaginar o pau dele ficando duro na minha boca me deixou doida. Então, puxei novamente seu short pra baixo, me inclinei sobre ele ficando de quatro fazendo a camisola subir e deixando minha bundona quase nua toda de fora toda arreganhada com aquela calcinha enterrada nela… segurei seu pau mole novamente e comecei a mamar de novo, engolindo ele todo, chupando bem devagarzinho, com medo dele acordar .

E depois de alguns instantes aquele pau começou a crescer novamente em minha boca, quando senti isso, quase morri de tesão novamente. Parei novamente de chupar e olhei pro Marcos, mas ele continuava dormindo na mesma posição sem se mexer, parecia mesmo estar apagado. Com isso, comecei novamente a chupar, sempre bem devagar pra não acordá-lo. Tirava da boca e lambia desde a base até a cabeça. As vezes ficava chupando só a cabeça. Era meu “pau objeto” pra eu fazer o que quisesse.

Mas depois de ficar ali me deliciando mamando aquele pau meio mole, meio duro, senti um tesão quase incontrolável, queria enfiar aquele pau  dentro de mim. Então tive uma idéia, fui no meu quarto e apanhei meu vibrador, um lubrificante e voltei pro quarto do Marcos. Passei o lubrificante e comecei a enfiar o vibrador na minha bunda. Depois que entrou tudo, fiquei de quatro novamente, com o vibrador enterrado até o fundo na minha bundona e voltei a chupar aquele pau duro cheia de tesão. Depois de alguns minutos, o Marcos se mexeu e deu uma resmungada bem baixinho. Levei um baita susto e resolvi parar com a brincadeira. Tirei o vibra dor, vesti o short nele e fui para o meu quarto, onde me saciei novamente com meu vibra dor até gozar intensamente lembrando de cada momento da minha aventura chupando o Marcos.

Na manhã seguinte, acordei a fui para a cozinha preparar o café, depois Marcos chegou com uma cara horrível dizendo que estava morrendo de dor de cabeça, que não devia ter tomado os remédios, que realmente eram muito fortes e derrubaram ele. Enquanto ele falava eu não sabia onde enfiara a cara, ficava achando que talvez ele soubesse o que fiz. Mas ao mesmo tempo fiquei super excitada lembrando de tudo, minha vontade era abaixar ali na frente dele e pedir para chupar o pau dele novamente.

Sentamos pra tomar café e ele me disse:

___ Quer tomar café sentada no meu colo ?

___ Huumm… quero.

Então levantei com um sorrisinho e sentei no colo dele. Assim como da vez anterior, sentei não na sua perna, mas com a bunda em cima do pau dele. Então ele passou os braços em volta de minha cintura, me abraçando por trás e disse no meu ouvido:

___ O que você fez comigo ontem a noite, hein ? Abusou de mim ?

Aí, não resisti de tesão e disse:

___ Sim claro !

___ O que ? Abusou ? Fez o que ?

___ É segredo. Você não falou que era impossível que alguém abusasse de você ?

___ Kkk ! Fala aí o que você fez.

___ Nada disso ! E segredo de abusadora.

___ Não acredito. Está de sacanagem, né ?

___ Não

___ Então fala o você fez.

___ Não posso, tenho vergonha.

___ Pode contar.

___ Você não lembra de nada, não sentiu nada ?

___ Não, apaguei.

___ Vou quebrar seu galho e contar o que eu fiz. Eu subi no seu colo e fiquei te dando uns beijinhos no rosto e umas mordidinhas na sua orelha. Kkkk

___ Só isso ?

___ Bom, tem uma coisinha a mais, Kkkk.

O pau do safado já estava duro em baixo de mim, me cutucando no meio da bunda. Então levantei e disse:

___ Agora vamos trabalhar. A noite eu conto meu segredo.

Então fomos trabalhar. Durante o dia eu revivia em minha mente a noite passada e já não me agüentava mais de desejo. Dei uma desculpa que estava passando mal e fui embora mais cedo pra casa. Eu estava decidida, naquela noite eu ia dar pro Marcos, chega de provocações, eu não me agüentava mais de desejo por ele.

CONTINUA NA PARTE 4

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