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As magrinhas são as melhores

Publicado em 18/03/2024 por Professor

Conto erotico As magrinhas são as melhores 2024

  • Ano passado passei por um término bem ruim. Um relacionamento de longa data que terminara como havia começado, muito rapidamente. Naquela época ainda nao havia despertado em mim o meu lado tarado. Não até aquele específico dia.

 

Depois de semanas de fossa emocional, uma notícia me animou. Uma banda que gosto muito visitaria minha cidade e eu poderia enfim curtir seu show. Nos dias anteriores tinha trocado mensagens com uma gata, mas despretensiosamente. Uma mulher linda, pequena – por volta de 1,60m – cabelos curtos e bem negros, pele clara e dois olhos enormes. Ela era meu ponto fraco, magricelinha e muito safada.

Ela tinha uma página de venda de conteúdos e divulgava prévias no seu instagram, e óbvio me deixava babando.

 

Já conhecia essa moça –  aqui denominada de Carla – há alguns anos de vista mas nada muito aprofundado. Apenas trocavamos mensagens. Mas proximo à data do show percebi um tom a mais nas nossas conversas, sem imaginar que encontraria ela lá também.

 

 

 

Chegando no bendito dia do show, havia chegado cedo para ter acesso a um bom lugar e depois de procurar um perto da grade encontro ela. Quase nao pude acreditar na sorte. Estava ela lá com um cropped azul, e sainha rosa. E linda como sempre. Eis meu fraco por mulheres magras: gosto de dominar fisicamente, de puxar o cabelo, de morder, de bater, de apertar, de socar até o fundo, e pela minha experiência pessoal, as magrinhas adoram dar um combate. Adoram bater de volta, xingar, rebolar no pau, mamar e tudo mais. Só de imaginar fazer aquilo com a Carla ja me deixava excitado.

 

Rapidamente fui cumprimenta-la e puxar assunto. Para minha sorte ela, ela também havia ido sozinha e nada poderia atrapalhar. Conversa vai, conversa vem, com um papinho certo no ouvido e uma mão boba ganhei um beijo ou dois.. A cada beijo que ela dava a língua dela dançava mais na minha boca. E tudo melhorou quando o show começou.

 

Quando o show começou, todos só tinham olhos para a banda, dançamos e pulamos muito. Em dado momento – ela estava a frente de mim – comecei a beijar seu pescoço. Bem lentamente, chupando bem devagar e passando a lingua por ele, sentindo o salgado do seu suor. Mesmo de costas para mim, sentia seu suspirar. Ela pregou sua bunda contra meu pau – que já estava duro – e começou a rebolar bem devagar. Fazer aquilo no meio de tanta gente dava um tesão enorme. Minha mão já passeava por todo seu corpo, apertando seus peitinhos, apertando sua cintura. Até que desci para dar um afago naquela bucetinha e senti-a úmida e bem quente, mesmo sob a calcinha. Meu pau já estava latejando.

 

De repente ela vira de frente para mim e me abraça, mas de forma bem escondida passa sua mão por dentro do meu short e começa a bater pra mim. As pessoas a nossa volta nao reparavam, e as que reparavam pareciam nao ligar. Mesmo tentando esconder, meu tesão estava nas alturas até que digo “vamos sair daqui”

 

 

Largamos o show na metade e fomos correndo ao estacionamento.

Nem vimos onde estávamos nem em qual direçao. So queriamos achar um espaço entre 2 carros para foder. E dito e certo.

Achamos um vão minimamente confortável e voltamos a nos beijar intensamente. Enquanto ela abaixava meu shorte eu dedava aquela bucetinha molhada sem parar. Até que ela me olha com aqueles olhoes enormes e fala ” joga na minha boquinha”. Ali foi meu limite.

 

 

Puxei o cabelo dela e abaixei sua cabeça e comecei a foder sua boca. Soquei meu pau duro e grosso sem parar naquela boca macia e quente, ela deixava eu usar ela como eu quisesse. Fazia meu pau rodear na sua língua, colocava de lado sua bochecha, empurrava na sua garganta, enquanto ela mamava suavemente como uma vadiazinha entregue. Ao gozar, segurei seu queixo e abri sua boca e joguei todo meu leite na sua lingua enquanto ela me olhava nos olhos e engolia, e depois continuava a lamber meu cacete. Nao deu tempo nem do meu pau amolecer, coloquei a de quatro e puxei a calcinha pro lado. O desconforto do chão de cimento quase nao era sentido, porque meu pau estava todo molhado dentro daquela bucetinha quente e apertada. A cada socada que eu dava ela gemia de prazer. Nao havia tempo para romance: era socada rapida e funda, com dedinho no cu, e uma mão apertando a cintura para nao escapar do meu domínio.

Quase para gozar, ela começa a pedir ” coloca no meu cu, vai” e aproveitei para chupar aquele cuzinho, e preparar ele para o meu membro. Quando enfiei ela gemeu mais alto e encostou o rosto no chão empinado aquele rabo ao máximo. Nao demorou muito e gozei de novo e ficamos esbaforidos e suados. Mas nao demorou muito porque ouvimos algum segurança chegar entre as baias dos carros. Foi o tempo de nos recompor-nos e sairmos de lá. Mas desde entao, marcamos algumas aventuras que talvez virem contos…

 

 

 

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Comentários sao muito bem vindos e críticas tambem. Meu email : [email protected] é meu contato. Gosto de falar putaria, trocar nudes e fazee sextings. Obviamente com muita discrição e segurança. No mais, até logo

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