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A Casa de swing com a prima da Nina e o Corno do Beto

Publicado em 22/05/2024 por Caio Real

contos eróticos A Casa de swing com a prima da Nina e o Corno do Beto

Continuando minhas aventuras com o casal Beto e Nina.

Recomendo que leiam os contos anteriores:

A primeira vez que ele foi chamado de Corno

A segunda vez que ele foi chamado de Corno

Como minha esposa foi passar um final de semana na casa de parentes, resolvi avisar o casal Beto e Nina que eu estaria disponível. Mandei um e-mail para o Beto:

“Estarei sozinho e disponível no próximo final de semana. Abraços!”

A tarde vem a resposta:

“Ótimo. Nina almoça amanhã (terça) e combinam.”

Na terça fui almoçar com Nina.

Vi ela chegando de terninho, se serviu e sentou à mesa.

Direta como sempre e falando baixo disse: “Então está livre. Ela vai passear finalmente. Precisamos aproveitar. ”

Eu: “Sim, ela vai para casa de parentes.”

Ela: “Sr. Caio, antes de mais nada preciso falar que estou com muita saudade sua.” Sussurrando me disse: “Minha xoxota está molhadinha só de lembrar da última vez.” Continuou: “Vou tentar resumir uma história que pode ser muito boa para nós.”

O resumo:

“Tenho uma prima linda que mora no interior de Minas. Ela sempre foi minha confidente. Ela sabe que eu tenho muita vontade de conhecer uma casa de swing e ela também tem. Ela era noiva de um cara muito chato e careta, então nunca ia rolar. Acontece que a um pouco mais de 2 anos ela terminou o noivado. Por isso ela voltou para o interior. Logo que conheci o senhor, disse a ela, mais ou menos, o que estava acontecendo. Ela disse que nós estávamos certos de experimentar tudo, que boba foi ela de ter perdido 4 anos com um otário. Perguntou com quem estávamos envolvidos. Expliquei sobre o senhor. Ela achou legal. Lamentou que infelizmente eu nunca iria convidá-la, por causa do Beto. Ainda disse que desde que terminou com o noivo ela não teve mais relação sexual e que só usava um brinquedinho de vez em quando. Como ela e eu ainda temos vontade de conhecer uma casa se swing, pensei em chama-la para ir conosco, aí o senhor seria o par dela, formariam um casal. Tomara que ela não se engrace com você. Vai ser uma sexta-feira divertida. A ideia é a gente conhecer a casa e no sábado tiramos a forra, ela vai a um aniversário. Aí fazemos um ménage à trois lá em casa.”

“Pode ser?”

Eu: “Se você não vê nenhum risco para vocês, por mim tudo bem. ”

Ela: ” Amanhã vamos estar em casa, ligue para o telefone do Beto. Eu vou atender. Beijos”

Antes de sair me mostrou 2 fotos da prima, disse que ela tinha 26 anos e perguntou se eu aprovava?  Ela mesmo respondeu: ” Vai aprovar sim, ela é gostosona, e você é um tarado. ”

Virou e foi embora.

A prima: Morena clara, linda, sorriso encantador, cabelo grande, +- 1,75, ela é daqueles mulherão. Coxas grossas, bunda enorme, peitos grandes. Estava de biquíni na foto, frente e verso e ao lado da gostosa Nina. Ela será chamada de Luiza, nome assim como os outros fictícios.

Conforme combinado liguei. Ela atendeu e disse que havia falado com a prima, que ficou animadíssima, e que ela e Beto já tinham comprado os ingressos. Falou que ia sair com a Luiza para comprar algo mais adequado a ocasião.  Risos. Combinamos os horários e era só aguardar a sexta.

Sexta as 22:30hs eu cheguei até a porta do prédio deles. Logo eles desceram, aí vale descrever a roupa das beldades.

Os modelos das roupas eram mais ou menos parecidos, de tecidos e cores bem distintos. Ambas estavam lindas, as saias eram bem curtas e as blusas eram larguinhas como batas, dava para perceber que elas não usavam sutiã. A blusa nitidamente era para facilitar o acesso aos seios. As duas tinham peitos enormes e duros.

Nina tinha um decote mais provocativo. A prima que eu via pela primeira vez era a mais alta de nós 4. Era literalmente um mulherão. Na minha vida eu só tinha ficado com uma pessoa maior que ela. Era uma namorada que tinha 1,81m, 10cm maior do que eu. E como era modelo só andava de salto. Foram 2 anos de namoro com muita dor no pescoço. Mas com deliciosas chupadas nos seus peitos.

Fomos de carro até um local próximo a Casa de Swing. Nina foi atrás com Beto e Luiza ao meu lado. A prima era descontraída, falava muito, sorriso largo e logo parecia uma velha conhecida. Quando Nina me apresentou ela já me abraçou, me apertou e me deu um selinho. A prima protestou chamando-a de oferecida.

No trajeto eu olhava para o lado e via aqueles seios maravilhosos ela via que eu estava olhando e apertava minhas coxas. Fomos falando o que esperávamos da casa de swing. Ela olha para trás e disse para a prima que o dela já estava levando, se aparecer algo é lucro. Riu e passou a mão esquerda como sem querer no meu pau sob a calça.  Olhou para trás novamente e disse: “Lembra que são mais de 2 anos sem ver e pegar.” Novamente levou a mão sobre o meu pau e desta vez deu um leve aperto.

De trás veio a voz tranquila de Nina. “Moça não brinca com fogo, cuidado onde pega. Ele consegue apagar este fogo no seu rabo. Guarda para mais tarde.” Riram e mudaram o rumo da proza.

E o meu pau quase explode.

Entramos e fomos fazer um tour pela casa que já tinha muitos casais. Alguns casais já tinham aberto os serviços, as meninas ficaram assanhadas e falaram que precisavam tomar algo. Luiza me dava a mão que estava suada. Escolhemos uma mesa e sentamos. Luiza ao meu lado, já foi logo dizendo que estava ficando molhada. Nina dizia ser natural pelo atraso que ela estava, mas que o pau do cara era lindo.

Elas tomaram uns drinks eu e Beto conversamos sobre as mulheres que estavam chegando.  Ao nosso lado sentou um casal na faixa de uns 45 anos, eram interessantes.

Luiza cruza as pernas, destacando ainda mais suas coxas. O cara logo fixa os olhos. A mulher dá um sorriso como quem aprovasse a atitude da Luiza.

Nina fala: “Luiza, você tenha calma, já está molhada daquela sena, você quer fazer o que agora.”

Luiza: ” Prima estou com um pouco de vergonha de você e do Beto. Do Caio não.  Você importaria se eu fosse dançar com o Beto para quebrar o clima, fique calma, é só dançar.

Nina: ” Se o Beto quiser pode ir de boa e fique à vontade. ”

Beto: ” Bora prima, vamos dançar. ”

Assim que eles afastaram foram seguidos pelos olhos gulosos do casal ao lado.

Nina veio para o meu lado e me deu um beijo apaixonado.

Curioso, perguntei a ela sobre a reação do Beto quando ficou sabendo do chifre, pois no dia que encontrei com ela não havíamos falado sobre.

Ela: ” Assim que ele chegou no hotel me ligou e eu disse para ele sentar que tinha um vídeo para lhe enviar. E que depois ele ligasse de volta. Aí Caio minutos depois ele fez uma chamada de vídeo. Posicionou o celular de uma forma que dava para vê-lo batendo punheta. ”

Disse: ” Vadia, puta, então não era o negão pirocudo que você queria, era o Sr. Caio né putinha? ”

Eu disse para ele que sim e que eu tinha tido o maior orgasmo de minha vida e que queria sempre dar para você. Com ou sem ele presente.

Ele me chamava de puta e aumentava o ritmo da punheta, eu já tocava uma siririca. Ele gozou tanto que vi a porra passar sobre o celular. Não resisti e gozei também.

Ele disse que me amava mesmo sendo chifrudo e eu uma puta.

Ela: ” Caio desde que chegou de viagem me come quase todos os dias e me manda imaginar que ele é você. ”

Eu dei uma risada e beijei minha morena. Ela não se fez de rogada e apertou meu pau sob a calça.

O casal da mesa ao lado observava a cena e parecia que queriam se juntar a nós.

Olhamos para a direção da prima e o Beto e vimos que os dois se esfregavam.

Logo vimos a mão do Beto passear sobre o enorme rabo da prima.

Perguntei a ela se estava tudo bem e ela disse que sim. Disse que sabia que o Beto ficou louco quando viu a prima vestida daquele jeito.

Eu já acariciava os seus seios dela por baixo da blusa e era massageado por sua mãozinha que já estava dentro de minha calça.

O casal ao lado se tocava e olhava para nós.

Logo veio Beto e Luiza.

Luiza: ” Prima desculpa, aproveitei um pouco do seu marido. Melhor, deixei ele aproveitar um pouco de mim. ”

Nina: ” Sem problemas prima. Aqui não estávamos rezando. “

Luiza: ” Nina, vamos para a boate lá dentro dançar com os meninos. Eu quero dar um sarro com o Caio. Quero saber o que ele faz para você gostar tanto. ”

Levantamos e passamos ao lado do casal, o cara seguiu a Luiza com os olhos.

Começamos a dançar, Luiza mais alta do que eu, mas minha experiência do passado me ajudava. Ela me apertava contra os seus seios grandes. Abaixava sua cabeça para me beijar. Beijava muito, sua língua explorava minha boca, enquanto já rebolava com seus quadris ágeis.

Nina apertava o Beto, mas estranhamente olhava para mim. Sobre o ombro do marido me mandou um beijo e balbuciou algo que não entendi.

Luiza não perdia tempo com nada. Começou a falar no meu ouvido: “Caio estou com muito tesão, minha coxa está toda molhada. Ver aquele cacete sendo mamado, me deixou bem putinha.”

Eu: ” Lu, você já estava com tesão dentro do carro, quase causa um acidente passando a mão no meu pau. ”

Ela: ” Verdade, se minha prima não me chama atenção eu ia te chupar. Ela mesmo fez propaganda de você, agora quer exclusividade. Ela disse que o maior orgasmo da vida dela foi junto com você. Caio, ela fala isso na cara do Beto. ”

Ela: “Lindo, passa a mão na minha buceta.” Passei, o mel dela escorria pelas coxas. Puxei a calcinha para um lado e senti uma buceta grande e quente. Estava totalmente depilada. Notei que grelo grande era de família. Passava lentamente o dedo sobre o seu clitóris, fazia uma pressão e beijava seu pescoço. A outra mão apertava seu bumbum enorme. Nesta hora eu pensei: Estou ferrado para dar conta desta mulher.

Tudo nela era superlativo, a bunda era enorme, as tetas eram enormes, o grelo era grande, a buceta era grande e o gozo farto.

Ela enfia quase que a língua toda em meu ouvido. Eu aperto o seu grelo. Ela gemia, ela rebola e pega no meu pau por cima da calça. Ela sussurra no meu ouvido: ” aiiiiii, amorrrr, acho que saiu um litro da minha buceta. Você sabe o que fazer porra. Por isso Nina está caidinha. ” Me preocupei com a última fala dela e saí em defesa de Nina.

Eu: “Ela não está caidinha, ela goza muito com o Beto, sou só uma novidade. Logo passa.”

Ela: “Está bem amor.”

Falou e virou de costas para mim e começou a rebolar. Eu enfiei as minhas mãos por baixo da blusa e fui direto nos seus peitos. Eles eram enormes, os bicos pareciam estar do tamanho da ponta do meu polegar. Comecei a alisar os seios dela e parava nos bicos e apertava ora delicadamente, ora com mais força. Ela tremia e mandava eu apertar mais. Nina, beijava Beto e alisava o seu cacete. Os casais em volta começaram a reparar em nós, já viam parte dos seios da Luiza, visão esta que eu ainda não tinha. Beto olhou para mim e disse: “porra! Olha o tamanho dos peitos dela.”

Eu a virei para mim, levantei sua a blusa e comecei a mamar naqueles peitos maravilhosos. Difícil de saber qual era mais bonito, o da Nina ou da Luiza. Que família bem servida de bunda e peito.

Mordia os bicos e ela tremia e falava que ia gozar. Enfiei a mão direita por debaixo de sua saia e alcancei aquele bucetão que estava todo melado. Coloquei dois dedos em sua racha e fui tocando uma siririca pra ela. Eu estava doido para ver aquela buceta. Ela tinha uma testa alta, sobressaia o seu grelo, parecia um pintinho de criança.

Comecei a massagear e apertar o seu grelo. Disse no ouvido dela: “Vou chupar e morder este grelo.” Ela tremeu e gozou, não acreditei na quantidade de líquido que saía daquela buceta. Parecia que mijava na minha mão.

Ela gemia e apertava meus dedos dentro de sua buceta e rebolava.

Eu voltei a apertar suas mamas. Ela disse: “Amor, gozei, gozei muito. Vamos voltar para beber algo, minhas pernas estão bambas.” Chamou a prima e fomos para as mesas. ” Lá na outra sala tinha um show no palco, era striptease.

Ela mal olhou.

A prima perguntou: ” Gozou prima?”

Ela: “Muito, Caio me fez gozar em pé.  Quase caí. ”

Nina: ” eu sabia. Eu e Beto damos uns sarros bons, mas os olhos eram para vocês. Um cara tirou o pau para fora e olhando para vocês fez a mulher dele bater uma punheta. Olha aquele casal do lado, ele não tira os olhos de você. Eles foram até a boate e ficaram olhando fixo em vocês. Ela também alisou o pau dele, até agora ela está alisando. ”

Mais um tempo a mulher veio até nós e disse:

” Oi, posso falar com vocês? ” Eu: ” Claro. ”

Ela: ” Vocês quatro são muito interessantes.  Meu marido está encantado com você moça, falando com a Luiza. Se vocês forem fazer algo com alguém a gente queria participar. ”

Beto: ” Nós estamos nos curtindo e curtindo o ambiente, é nossa primeira vez. Se as meninas se sentirem à vontade, chamamos vocês. E obrigado pelo elogio. ”

Ela mandou um beijinho e sorridente voltou para o marido.

Nina: ” E aí Luiza? ”

Ela: ” Uai, ele é bonito, mas tenho um pouco de medo. E a mulher também é bonita e gostosa. Estamos na chuva, mas vou molhar mais. Com este coroa aqui. ”

Apertou meu pau e me deu um beijo de língua. Elas foram ao toilette. Eu e Beto ficamos observando a mulher ao lado. Ela olhou para nós, enfiou a mão por dentro do vestido soltinho que usava, tirou a calcinha e entregou para o marido, que cheirou, beijou, mostrou para nós e guardou no bolso. Ela passou um dedo em sua xoxota e mostrou ele todo molhadinho para nós. Logo o marido chupou o dedinho dela, sempre olhando para nós.

Quando as meninas voltaram contamos para elas. Elas então disseram que as delas estavam nas mãos delas. Mostraram para o casal e nos deram para guardar.

Luiza: ” meninos, vamos achar uma sala escura, vazia? Preciso sentar em um pau, vamos ver quem se habilita? Para mim pode ser do Caio, do coroa ali do lado ou do Beto, se você deixar prima, mas preciso logo. “

Nina: “Prima use camisinha com quem for. E vai ser o do Coroa ao lado ou do Beto. Olha a cara do meu marido, está babando para te comer. O Caio vai me comer na frente de todo mundo.” Olhando para mim disse: “Não é amor.”

E para o marido disse: “Beto cuidado com a Luiza, a bicha está subindo pelas paredes.”

Beto: “Deixa rolar amor. Sei que você quer dar para o Caio. Então!”

Levantamos, e assim que passamos pelo casal Luiza apertou o ombro do cara.

No caminho pergunto a Nina o que ela havia falado na boate, sobre os ombros do marido?

Ela sussurrando no meu ouvido: ” Eu disse que você é Gostoso, e que te amo!”

Chegamos na sala escura, Nina logo tirou meu pau para fora, começou a mamar e beijar. Luiza fazia o mesmo no Beto. Tiraram as blusas e começaram a esfregar uma na outra, gente, que cena. Com certeza os peitos mais lindos de todas as mulheres que estavam ali. Começaram a se beijar. Nina esfregava sua bunda em mim, liberando assim a prima a rebolar no pau do Beto. Desceram nossas calças e aumentaram o rebolado em nós. Sentia a buceta molhada de Nina, ela larga a prima, me abraça e diz mais uma vez que me ama. Me empurrou para o sofá e sentou com sua buceta molhada em mim. Rapidamente virou e me enlaçou com suas pernas. O Beto pega uma camisinha e mete no bucetão de Luiza, que vibrou. Nina voltou a rebolar ritmada como sempre. Eu já sabia o que iria acontecer. Ela me chamava de amor e dizia que ia gozar. Gozou! Luiza destruía o pau do Beto, que apertava seus peitos. Nina ainda molinha me disse: ” Estou levando 2 minutos para sentar e gozar no seu pau. Estou preocupada. Só de você passar a mão na minha bunda ou nos meus seios eu gozo. E quando você goza dentro de mim eu gozo novamente. ”

Olhou para a prima rebolando feito louca no pau do Beto e disse: ” Olha lá aquela vadia, quis isto a vida toda. Vai matar meu corninho. ” Olho para a entrada e o casal estava lá.  Ela com o vestido levantado tocando uma siririca e ele olhando em direção a Luiza e Beto, se acabava na punheta. O cara tinha um pau muito grosso. Luiza levantou do pau do Beto, pós uma camisinha no cara, sentou ele no sofá e agachou no pau dele. O cara urrava e Luiza rebolava aquele bucetão no pau do cara que mais parecia uma garrafa de Coca cola de tão grosso. A mulher do cara olhou com cara de pidona para Nina que com a cabeça deu um sinal para ela. Beto trocou a camisinha e deitou a mulher, tirou seu vestido e começou a meter nela com muita força. Parecia com raiva. Ela o mandava socar e chamava o marido de corno.

Nina, me beija e disse que a cena era linda. Que estava com muito tesão. Começou o seu vai e vem, aperta e solta e foi acelerando. Eu nem sabia mais o que olhar. Agarrei Nina e comecei a meter nela. Ela ainda estava engarranchada em mim. Subia e descia. Ela tirou uma das mãos do meu pescoço e passou as mãos nos seios da mulher que o marido comia. Depois colocou as mãos no sofá e começou a meter sua buceta com força em mim. Falava coisas desconexas e pedia pra eu  a deixar gozar. A prima levantou do cara e começou a beijar Nina e a mim. Passava os peitos em nós. Pedia pra a prima gozar que ela queria ver. O cara ficou em pé ao nosso lado. Nina pega o pau do cara e começa uma punheta, ao mesmo tempo que revezava em chupar os peitos da prima e minha língua. Empurrava a buceta com mais força contra mim. O cara vibrava. A mão de Nina mal contornava o pau do cara. Eu perguntei a ela se queria sentar no cara. Ela balançava a cabeça e dizia: “Não, não, eu sou sua, me fode, empurra esse pau que vou gozar, anda amor empurra com força, vou gozar” Ela gritou e como sempre amoleceu, eu enchi sua buceta com minha porra. Ainda tive tempo de ver o cara encher a camisinha de porra, a prima deitou o cara e esfregou sua buceta molhada no rosto do coitado. Beto já tinha a mulher do cara de quatro e comia seu cu. Ela também gozou e caiu para frente.

Todos foram se organizando enquanto Nina ainda continuava na mesma posição. Estava engarranchada em mim com a buceta escorrendo o nosso gozo.

E eu esqueci de um detalhe, quase todo este tempo eu estava com um dedo no seu cuzinho. Todos já estavam quase vestidos e Nina ainda molinha no meu colo. Abriu os olhos e deu um beijo no meu pescoço. Ela sussurrou nos meus ouvidos mais uma vez: “Gozei amor, estou bamba, mais um gozo inesquecível.”

Ajudei ela a se vestir e fomos para as mesas. O casal tinha deixado uma rodada de drinks pago. Agradeceram e foram embora. Notei que a mulher andava diferente. Beto disse que ela nunca havia dado o cu de quatro. Luiza disse que nunca ia esquecer aquela noite e queria saber que dia Nina iria me liberar para ela trepar comigo no pelo. Queria sentir porra dentro dela.

Nina riu e falou: “Fica na fila. Já te liberei o Beto, então espera um pouco vadia.” Riram, pagamos a conta e fomos embora. Nina voltou em silêncio com o Beto no banco de trás. Quase chegando perto da casa deles, Luiza abriu meu zíper, pediu para eu parar em rua deserta e disse: “Nina e Beto olha aí se está seguro porque eu vou mamar no Caio. Preciso de porra.”

Nina a chamou de louca, desceu do carro com o Beto e ficaram encostados do lado de fora. Luiza começou a me chupar com força.  Eu apertava os seus seios e ela delirava. Me punhetava e quando ela sentia que eu ia gozar colocava a boca até que gozei. Ela engoliu tudo, limpou meu pau e tranquilamente, abriu o vidro e disse para a prima: ” Vamos. Acho que amanhã eu não vou para aniversário porra nenhuma.  Preciso tirar o atraso. ”

Nina entrou no carro com a cara fechada e disse: “Amanhã não, amanhã é dia de ménage à trois.  Agora que você voltou à ativa, procure o seu coroa.” Riu meio sem graça.

Já eram 5hs da manhã.

Assim acabou a noite, com promessa que no sábado teríamos ménage.

Beijos para todos

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