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Sem saber meu marido escutava eu sendo enrabada – 3

Publicado em 30/11/2023 por Helga Shagger
Sem saber meu marido escutava eu sendo enrabada - 3

Sem saber meu marido escutava eu sendo enrabada – 3

Meu marido Expedito foi incentivado a tomar umas aulas de mergulho no coral onde estava fundeado o iate de Joel. No deque mais elevado e com vista da praia ao longe e de límpidas águas verde-clara, Joel está sentado com uma das minhas coxas apoiada em seu ombro e seu rosto se esfrega no meu monte de vênus. Seu nariz acaricia meu clitóris e sua boca suga minha vagina avidamente.
Agachado às minhas costas, Gusmão mordisca minhas polpas da bunda e quase ao mesmo tempo que a língua de Joel invade minha xaninha, sinto a língua de Gusmão se inserindo em cusinho.

Eles estão retribuindo o boquete duplo que fiz neles à noite passada, escondidos por trás de um arbusto enquanto do outro lado meu marido atendia um telefonema.

Fui saber depois que Joel passou a me desejar quando uma das vezes fui ao escritório onde Dito trabalha, para almoçarmos. O escritório tinha ganhado uma causa para o grupo empresarial de Joel. Ele convidou três diretores e fez questão que meu marido também fosse, ao seu luxuoso resort.
Pra encurtar a história, quando Joel se aproximou de mim, já aqui no resort, sabia que ele ia me seduzir. Então lhe disse.
– Sr. Joel, já tenho amante! Não quero mais um!

O meu amante em questão era o Diogo. Médico, sempre elegantemente vestido, divorciado, um pouquinho mais alto que eu e mulato. Resumindo, um homem se graça visualmente. Mas nu, tinha a mais bela rola que já tinha visto em vídeos pornô e humilharia meu marido intensamente se eles entrassem em competição.
Juntando a isso, desde de minha festa de Despedida de solteira, fiquei fascinada quando uma das amigas me mostrou uns vídeos de sexo anal no celular.
E imaginem que após três anos de casada, Dito nunca tomou a iniciativa de me sodomizar. Eu tentei duas vezes, mas ele não teve forças pra romper meu selinho anal.

Pra encurtar mais ainda esta narrativa, foi meu vizinho Diogo que tomou posse das minhas nádegas e do meu rosado anus, depois que eu mesma me deflorei com um tubo de xampu.
Pelo menos duas vezes por semana Diogo me sodomizava e meus gritos de orgasmo, abafados pela parede que separava o quarto de onde estávamos, da cozinha do nosso apartamento, onde Dito escutava sorrindo.

Voltemos ao resort Shagger-La e no momento que estou fingindo que estou dando o fora em Joel. Ele era alto, grisalho e rico. Essa combinação já era o bastante pra minha xana ficar molhadinha. Pensei em Diogo e meu anus se contraiu por uns segundos.
Pensei que poderia fazer sexo com Joel, mas não deixaria que ele me sodomizasse. Não sei porque tive essa atitude moral de ser fiel ao Diogo.
De repente, Gusmão apareceu a nossa frente e levou Joel para um lado e lhe disse alguma coisa. Eu simplesmente desabei quando vi aquele coroa com pinta de surfista, bronzeado e com incisivos olhos verdes.

Quando ela acabou de falar com Joel foi se afastando. Não sei como tive coragem de chamá-lo.
– Hei! Voce, mal-educado! Interrompe a cantada do Joel e nem se apresenta!

Disse isso sorrindo. Ele retribuiu o sorriso se aproximando e praticamente fiquei a beira de ter um orgasmo. Seus olhos fizeram um raio-X de meu rosto e me beijou ardentemente. Dava pra sentir a cabeçona de sua rola pressionando em cima de meu travesseirinho. Eu soltei o grito de orgasmo dentro de sua boca. Ele me segurava firmemente não me deixando escapar enquanto eu me torcia e me esfregava nela até o gozo passar.
Minutos depois, eu estava boqueteando os dois por trás do arbusto, onde do outro lado Dito falava ao telefone.

Na manhã seguinte fomos todos no iate de Joel até a ilha de corais. Expedito se entusiasmou e logo lhe colocaram um scuba, não lhe deixando opção além de mergulhar.
Gusmão me fez segui-lo até o mais alto dos deques. E quando Joel chegou lá, já nos encontrou totalmente nus.
Eu tinha as duas mãos segurando o encosto de uma chaise-longue, inclinada um pouco pra frente e com as nádegas dolorosamente escancaradas, com a língua rombuda de Gusmão me fodendo o cusinho.

Joel veio até minha frente e me beijou com tesão. Logo estávamos como o descrito no começo desta narrativa.
Quando chegou a hora do que eu mais almejava, fiz Joel deitar-se na chaise-longue e disse pro Gusmão.
– Eu quero que voce seja o primeiro a tomar posse de meu cusinho!
– Hããã… esse privilégio é reservado ao “dono do castelo” aqui!
– O quêêê!? O cu é meu e dou o privilégio pra quem eu quiser!!

Em instantes as duas rolonas se esfregavam dentro de mim. Os dois garanhões eram bem dotados. Muito bem dotados, por sinal. Mas, a rolona de Diogo era quase da grossura das rolonas deles juntas. Senti isso quando foi a vez de Joel me enrabar.
Deitado, fui me sentando com as mãos escancarando minha bunda enquanto Joel segurava firmemente sua torona mirando a boquinha avermelhada de meu anus.

Com metade da rolona agasalhada no cusinho, comecei lentamente a rebolar conforme ia engolindo pouco a pouco. Gusmão a minha frente se agachava, encaixando o pau dele entre meus seios enquanto nossas línguas se duelavam.
Soltei um longo arquejar e joguei a cabeça pra trás quando minha bunda encostou nos bagos de Joel

Fiquei numa posição de semi-frango assado. O rosto de Gusmão transmitia toda a tesão do que ele estava vendo. Um pouco de saliva chegava a escorrer de sua boca aberta.
Então ele se aproximou por entre as pernas de Joel, passou cada braço por baixo de meus joelhos, fazendo eu ficar totalmente exposta com meu cusinho entalado e na posição de frango-assado. Segurando sua grossa piroca, ele pincelou meu grelinho e invadiu minha xaninha.
– Si…sil…Silmara, minha deusa! Quer…quer ser iniciada no… no… suprassumo da… da sodomia!??
– O… que voce… quiser, querido! Eu… eu quero…eu quero!! Do jeito que… que voce… quiser, amor!!

Joel passou os braços por baixo de cada uma de minhas axilas, me imobilizando completamente. Os ombros de Gusmão pressionavam a minhas coxas. Com a mão livre, Gusmão foi pressionando em cima da rolona do amigo até que o meu anelzinho do cu foi cedendo.
Com o polegar, Gusmão apertava sua glande pra ir se encaixando na abertura do meu anus conforme ele ia se expandindo.
Acostumada com a torona de Diogo, a dor não foi tão forte. Na verdade, parecia que era ele quem estava ali fodendo meu cusinho na posição de frango-assado.
Claro que gritei e fiz cara feia antes de começar a sorrir e jogar a cabeça de um lado pro outro como uma desvairada.

Joel tinha me soltado e massageava meus seios rudemente. Gusmão, segurando minha cabeça me beijava, despejando uma quantidade tal de saliva que escorria pra fora de nossas bocas.

Quando cheguei no bangalô, Dito estava conversando com alguém pelo laptop. Sem olhar pra mim, exclamou.
– Como voce demorou! Me disseram que voce foi no spa. Gostou da massagem tailandesa?
– Sim. Adorei! Estou toda moída!

Alguns minutos estava me ensaboando quando ele entrou no banheiro e começou a descrever como o tal escritório tinha gostado da avaliação dele e lhe tinham depositado o equivalente a dois mil dólares.
– Não é maravilhoso, querida! Hei! Hei… o que é isso!? Voce caiu?

Os cupões de Gusmão em minha bunda e no interior de minhas coxas estavam bem visíveis. Bem como o que Joel tinha feito na minha virilha, frente das coxas e nos meus seios. Sem falar do meu pescoço e minha nuca.
– E… e… o quê… o que é isso!? Marcas de dentes!?

E logicamente não ofereci nenhuma resistência quando ele inspecionou minha xaninha, bem rubra e um pouco inchada.

E pela segunda vez ele me abandonou dizendo que ia se divorciar.
Eu já estava de saco cheio dele. Lamentava que ficaria sem a rolona de Diogo por um tempo.

Contei o que aconteceu ao Gusmão e Joel. Expedito nunca soube que era o meu amante. Eles cuidaram de mim e comecei a fazer um curso de esteticista pra trabalhar com as dançarinas do Shagger-La Naturel. Nunca mais voltei ao apartamento e só disse ao Diogo que queria me livrar do Dito e começar uma vida nova. Fizemos planos para nos encontrarmos. Uma semana depois recebi os papéis de divórcio.

Nesse ínterim, a funcionária que passou o tal serviço pro Dito, se envolveu com ele. Ela se chamava Lucinda e era explorada sexualmente pelo seu chefe, por quem ela era apaixonada. Expedito, meu ex, a convenceu a ir morar com ele. A autoestima dela começou a melhorar, pois com Dito não havia mais as promessas não cumpridas e as humilhações a que o patrão a submetia.

Três meses se passaram e Joel me avisou que Dito e a noiva vinham passar o final de semana no resort e trazendo a certidão de divórcio. Provavelmente, Expedito queria mostrar que estava feliz ou me fazer ciúmes.
– Voce está bem? Ele não vai causar nenhum problema, né!?
– Acho que não! Só quer provocar ciuminho!

Passei os braços em volta do pescoço dele e o beijei sensualmente, enquanto Gusmão saía do banheiro se enxugando.

Lucinda era bem atraente e tinha um belo corpo. O que a deixava sem graça era o coque de cabelos aloirados e os óculos. Sempre se vestia com saia ou vestido até a metade dos joelhos e blusa bem folgada abotoada de modo que lhe escondia os seios medianos mais firmes.

Notei que ele ficou deslumbrada com todo aquele glamour e luxo. Levei-a ao Spa e ela parecia relaxar e estar gostando de minha companhia. Dito quase não falava comigo.

Me surpreendeu quando depois de uma garrafa de vinho que ela bebeu quase toda ainda estava sóbria, mas com a língua solta. Me contou tudo o que ela tinha passado com o homem da vida dela. Mas, agora se sentia bem com Dito.
– E voce? Quem foi o homem que te virou a cabeça?
– Bom… já que voce me confidenciou teu passado… e posso te chantagear, vou te contar quem são!

Disse isso rindo e esperando pela reação dela.
– Não brinca!! Voce trepa com mais de um!?
– Dois, na verdade! E eles são amigos! De vez em quando peço pra me levaram pra suruba que acontece lá no Shagger-La Naturel!
– Caralho!! Eu era submetida a isso tudo contra a minha vontade e voce faz isso com alegria!!
– O Dito sabe dos detalhes a que voce era submetida?
– Oh não! Claro que não!
– Caralho! Agora digo eu!! E aí? Como voce se resolve?! Nós duas conhecemos o Dito, né!? A passividade dele basta?
– Aaaah, Sil… não quero… não quero ser ingrata… mas…
– Muito bem! Voce vai me fazer um favor e também a si mesma! Sabe o teu vizinho, o Diogo?
– É Diogo o nome dele? O que é que tem! Ele é bem sem graça, né?
– Voce aceita ser um presente!?
– Não… não entendi!!

Uma semana depois, Expedito está tomando uma cervejinha com um leve sorriso nos lábios, encostado na pia da cozinha escutando, do outro lado parede, Lucinda rebolar freneticamente como uma passista de escola de samba com quase toda a colossal rola de Diogo alojada no cusinho dela.

Há quilômetros dali, Silmara limpa o esperma em volta da boca e em seguida olha a mensagem no celular.
“ – Obrigado pelo presente! “

Convido meus leitores a visitar meu blog http://eternahelgashagger.blogspot.com.br/ onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada

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