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Quinta-feira

Publicado em 24/11/2023 por Vagner

Conto erotico QUINTA FEIRA em áudio

Conto erotico QUINTA FEIRA em áudio

Conto erotico QUINTA FEIRA em áudio

Cheguei a minha casa às 19:00. O Jorge, meu marido, como em toda quinta-feira, levou nossos filhos para a casa dos meus pais, e os meus velhos adoram as quintas-feiras exatamente por causa da visita dos netinhos. Espero que o Jorge não se atrase hoje, afinal, hoje é quinta, e toda quinta ele me faz uma surpresa e, como todas as suas surpresas, eu adoro.

Tomei um longo e relaxante banho, fui enrolada em uma toalha em direção ao quarto, mas havia algo estranho: eu não tinha deixado a janela do quarto aberta, mas assim ela estava agora. Fiquei assustada e logo olhei em todos os cantos, para ver se alguém estava na casa, afinal, uma mulher sozinha é uma ótima oportunidade para homens mal intencionados. Dei uma rápida olhada pela casa e voltei para o meu quarto, confiante de que tudo estava bem, até que senti uma mão puxar o meu cabelo; tentei olhar, mas não consegui. Dei um breve grito, porém, naquele mesmo instante a mão daquele homem abafou os sons partidos da minha boca. Gelei! Tentei me desprender dele, mas sua força me dominou. Então, ele segurou meu pescoço e disse no meu ouvido:

– Eu vou tirar a mão da sua boca, mas se você gritar, eu quebro o seu pescoço!

Meu coração parecia querer sair pela boca. Não consegui dizer uma só palavra, então aquele cara me jogou na cama e pude olhar seu rosto: ele tinha uma cara de mal, um olhar de tarado. Tentei pedir que ele não fizesse nada, mas não deu tempo. Ele arrancou a toalha que envolvia o meu corpo, fazendo com que eu ficasse totalmente nua e, com a mesma expressão de tarado, pulou em meus seios, e os apertou. Senti, calada, suas grossas mãos massagearem meus seios, eu não acreditava naquilo e, pra piorar, os meus seios pareciam gostar e, ainda pior que isso, ele percebeu, então logo começou a beijá-los. Nossa, parecia que ele sabia como meus seios adoram ser tocados! Logo dei um tímido gemido, então ele falou:

– Tá gostando, né, cachorra?

Tentei ficar calada, enquanto a boca carnuda dele beijava meus safados seios. Eu não podia deixar aquele homem descobrir que eu estava gostando daquilo, por isso tampei a minha boca na hora, para ele não ouvir meus gemidinhos, contudo, não conseguia controlar os bicos dos meus seios, que ficaram durinhos, sentindo aquela deliciosa boca, língua, e até as leves mordidinhas que o tarado dava em meus peitinhos.

De repente, o tal homem me pegou pela cintura, me virando de bruços de uma só vez, e arrancou um gritinho da minha boca. Eu ouvi o homem mal dizer novamente:

– Calada!

Mas àquela altura do campeonato, minha boca não tinha mais controle. Ele me deixou de bruços, abriu as minhas nádegas e, sem enrolar, meteu a cara no meio da minha bunda. Gritei na hora e pedi:

– Aiiii, moço, não faz isso! – Ele nem me ouviu, apenas passou a sua safada e molhada língua em meu cuzinho, e me deixou toda arrepiada. Meus gemidos não eram mais controlados por mim, e nem mesmo o tarado tentava mais controlar a minha boca. Ele apenas deslizava a sua treinada língua pelo meu cuzinho até chegar à minha já molhada xaninha.

Enfiei a cara no travesseiro, na tentativa de abafar os meus gemidos, afinal, aquele homem mal poderia não gostar de ouvi-los. Mas foi em vão, logo os meus gemidos tomaram conta do quarto, então aquele sujeito forte me virou de frente pra ele, abriu as minhas perninhas e caiu de boca na minha buceta. Credo! Gritei na hora!

Como aquele cara podia ser tão mal assim comigo? Por que ele fazia aquelas coisas me fazendo gemer alto? Eu estava ficando louca, e já estava quase implorando para ver aquele pau e senti-lo entrar na minha xoxota encharcada. Mas, eu não dizia isso, na verdade, eu só falava:

– Moço, você é muito tarado! Para com isso… Hummm… Aiiii… Ohhh…

Minha mão segurava com firmeza o cabelo daquele cara, puxava a cabeça dele pra mais perto da minha bucetinha, enquanto eu movia o meu quadril, esfregando a minha xoxota na boca dele. Eu não aguentava mais. Se ele continuasse ali, eu ia gozar na sua boca, então ele parou. Quase chorei:

– Poxa, tarado!

Ele me olhou sério, depois me pegou como uma boneca, e me deixou de quatro na cama. Aproveitei que ele não via meu rosto e dei um safado sorriso, pois eu sabia o que ia acontecer e, como imaginei, aquele tarado rapidamente tirou sua roupa e meteu seu grosso e duro pau na minha babadíssima xaninha:

– TARADOOOHHHH!!!

Logo, recomecei a gemer e a rebolar naquela rola como uma puta. Ele metia sua pica com força de tal maneira que sentia suas bolas baterem no meu clitóris. Seu pau se encaixou perfeitamente na minha buceta, como se os dois tivessem nascido um para o outro. Nesse momento eu estava de quatro, na posição “expert”, e o pau daquele tarado entrava e saía tão rápido, que eu só ouvia o “ploc, ploc, ploc”, nos intervalos de meus gemidos e gritos dizendo: “Me come, tarado, me come gostoso, meu tarado, uhhhh… Ahhhhh, delíciahhh!!!

A voz dele também dava pra ouvir, ele me chamava de cachorra, de gostosa, de putinha, e gemia, fazendo com que eu ficasse mais louca de tesão, até que, entre tapas na bunda, puxões de cabelo e estocadas fortes do pau dele na minha xoxota, nós gozamos juntos loucamente: “AAAAHHHHHHHHHHHHH…”

Aquele tarado acabou comigo, minhas pernas ficaram tremendo por uns bons minutos, e eu não conseguia dizer nada. Apenas fiquei olhando para a cara daquele delicioso tarado deitado ao meu lado, enquanto eu me perguntava como ele aprendera a comer uma mulher daquele jeito. Até que, de repente, alguém bateu forte à porta. Assustada com o barulho, corri, depois de me enrolar na toalha, e fui ver o que tinha acontecido. Ao chegar perto da porta, vi as luzes de uma viatura da polícia pela janela, abri a porta rapidamente e um policial logo me perguntou:

– A senhora está bem? Alguém ligou para a polícia, dizendo que viram um homem pular pela sua janela e que ouviram gritos vindos daqui. – Gelei! Não conseguia dizer nada, até que senti uma mão sobre o meu ombro: era o meu tarado preferido. Foi então que criei coragem e disse:

– Desculpa, policial. É que toda quinta, eu e meu marido fazemos algumas brincadeiras… O senhor entende, né? E, às vezes, exageramos um pouco com os barulhos, mas não vai se repetir, né, Jorge? – Então o meu tarado, meu amor, meu marido, falou ainda com a sua mão em meu ombro:

– Desculpa, policial, não vai se repetir! – Ouvimos um pouquinho do sermão do policial e depois voltamos para o quarto, rindo e loucos para a chegada da próxima loucura, na próxima quinta-feira.

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FIM!

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