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Quero engravidar minha tia casada IV

Publicado em 11/06/2022 por Helga Shagger

Devido as regras sociais e religiosas do casal Liana e Afonso, eles raramente ficam nus em frente um ao outro. Afonso é presidente do conglomerado presbiteriano evangélico e dono de diversos templos.
Ele elege qualquer tipo de político que queira.

Liana, apesar de se vestir austeramente, já que é esposa de um renomado pastor, é uma mulher madura lindíssima e traz em cada poro de seu corpo uma sexualidade profana. É também presidente da firma, junto com seu irmão Mauro, que administra os templos e de alguns shopping-centers.
-Liana… voce falou outro dia de ser menos formais um com o outro, principalmente quando estamos a sós. Isso fez que eu tivesse uma conversa com o todo poderoso e… não obtive resposta.
– Eu me referia quanto a ficarmos nus a qualquer momento a sós e não só quando vamos pra cama pra fud… p´ra copular! Por exemplo, eu tenho que passar hidratante no corpo… eu tenho que ir pro banheiro ou voce tem que sair do quarto! Acho que não precisa ser assim!
– Eeeh! Vamos tentar! Mas, evitaremos cair nos tentáculos da luxuria profana! Deus nos dará força para não cairmos em tentação!
– Amém!

E sem mais nem menos, Liana despe o robe de cetim e caminha languidamente para o banheiro.
Afonso sente o coração acelerar ao ver os amplos glúteos de sua esposa subindo e descendo conforme ela anda

Esses bojudos glúteos foi uma obra de arte feita por um jovem cirurgião plástico que retirou a gordura proveniente dos “pneuzinhos” e fosse depositada nas nádegas.
Afonso tem uma ereção imediata e agradece aos céus por Liana estar de costas e caminhando.

Mas isso não impede de ele ficar nesse estado até levar sua estagiária Tiana para almoçar ao mesmo tempo sodomizá-la num apartamento dele próprio pra isso, antes de voltarem ao trabalho.
Mauro já está terminando o café quando Liana e Afonso o encontram na ampla sala de refeições.
Mauro e a esposa Marly moram na mesma mansão de oito suítes.
– Bom dia, Mauro! Cadê a Marly? Não a tenho visto recentemente no café da manhã!
– Ooh, bom dia pra voces também! Ela está bem, Afonso! Costuma ficar vendo televisão até tarde por isso só acorda depois das dez.

Enquanto fala, Mauro parece ficar constrangido, olhando pra sua irmã.
Liana sabe que Marly passa as noites com Kiko, seu filho. Francisco, apelidado Kiko descobriu que sua mãe tinha um caso incestuoso com Mauro, seu tio e irmão de sua mãe Liana.
A partir daí, ele passou a chantagear os dois e seduziu a esposa de Mauro, a tia Marly.

Terminado o café, Liana foi ter com o irmão na biblioteca.
– Relaxa, irmãozinho! Vai dar tudo certo! Vá indo pro escritório que fico esperando os técnicos pra fazerem a instalação.

Liana caminha junto com o irmão até a porta e antes de abri-la, Mauro passa a mão pela cintura dela e a beija amorosamente.

Dois dias depois, domingo, Liana bate na porta de seu filho Kiko. Sem se levantar da cama, ele grita que “pode entrar”.
Liana se senta na beira da cama sem se importar que suas belas coxas e os avolumados seios fiquem a mostra.
Ambos estão acostumados com a nudez um do outro desde de que Kiko praticamente a estuprou provocando a mulher sexualmente devassa que existia da mãe.

Além disso, Liana não controlava seus impulsos quando estava no cio e estranhamente ia pedir a seu filho que a “ajudasse” com esses ímpetos.
Foi assim que Kiko passou a ser o voieur das orgiais entre sua mãe e seus dois amigoa, Rudy e Vini.
Liana tinha deixado claro que sentia certa repulsa em fazer sexo com o filho. Ela explicava que não era nada pessoal, mas sim natural a aversão ao sexo entre familiares próximos. Tanto ela quanto não entendiam então o lance dela com o irmão.

Assim, de pleno acordo, Liana fodia com os dois amigos e com o irmão, sem ele ficar sabendo dela com os meninos.
E Kiko corneava o tio Mauro, querendo engravidar sua esposa Marly, a contra-gosto dele, é claro.
– Kiko querido… vim aqui não só pra voce chamar Vini e Rudy, mas por reconhecer que foi voce que me fez a mulher mais feliz e saciada do mundo! Passei a te admirar como voce lidera a todos nós, com exceção de meu irmãozinho, por razões óbvias! Enfim, não serei mais aquela bruxa horrível de tempos passados e minha frieza por voce sumiu! Voce não imagina a tesão quando acordei pensando em dar uma trepada com voce, meu amorzinho tesudo! Aaah, vem! Vem beijar a mamãe, vem!!
– Aaah, que bom! Mas o que voce quer mais!? Não creio que voce possa me oferecer qualquer coisa mais!
– Não estou querendo te comprar, ó fedelho! Quero me entregar a voce! Quero que voce faça comigo tudo que voce faz com a Marly! Na verdade, não deixa o teu tio saber, eu estou louca pra fazer um velcro a velcro com ela! Putz! Que tesão que sinto!!

Na mente devassa de Kiko passa a imagem de sua mãezinha fazendo “tesourinha” com Marly e lhe desperta toda a lascívia desse encontro.
– Ok, dona Liana! Vamos ser amigos…
– E ocasionalmente, amantes!! Agora me dá um beijo e bota essa maravilha de monstruosidade pra fora!

Depois do beijo, Liana caiu faminta na torona do filho. Em poucos segundos, Kiko estava perto de ejacular na boquinha de sua mãe, quando ela própria interrompeu o boquete.
– Kiko, eles estão se aprontando para irem ao clube de tênis. Eu disse que iria depois que terminasse a leitura de uns contratos. Não vamos arriscar ficando aqui no teu quarto. Teu pai ou alguém pode vir aqui te chamar pra ir junto.

Kiko está desnorteado com a súbita para da caricia oral em sua piroca. Ele escuta a mãe balançando a cabeça, concordando com não sabe o quê.
– O… que que voce… quer quer fazer… então, dona Liana?
– Vou dizer pro teu pai que voce prefere ficar aqui na piscina na companhia dos teus amiguinhos! Enquanto isso, vá para a suite dos hóspedes e me espera lá!

Kiko estava maravilhado com que estava acontecendo. Pouco a pouco ele subia mais um degrau na soberania da família Espunque. Imaginava quando seu filho ou filha nascesse, ele escolheria o nome e não deixava dúvidas que Mauro Espunque assumisse a paternidade.
– Liga o ar e deixa tudo aceso! Eu quero ver cada pedacinho de teu corpo como se fosse a primeira vez!! Aaah, como me arrependo de nunca ter dado banho em voce pequeninhinho!
Eu já gozei várias vezes imaginando que chupava teu pipiu!!
– Vem cá, Liana! Vem continuar fazendo o boquete com tua boca maravilhosa!
– Sim! Sim, meu filho tesudo! Fica assim em pé e faz de conta que sou uma puta te chupando num beco qualquer!

Liana se acocora em frente ao filho que aperta os olhos de tanta tesão quando sente que toda sua torona foi engolida e que a língua de sua mãezinha ainda consegue lhe lamber o saco, fungando desesperadamente como quisesse lhe engolir as bolas também.
Liana sente que o filho está quase gozando. Ela deixa toda a rolona lhe sair da boca, ante ao olhar desnorteado dele.
– Meu tesão querido! Eu… eu quero… quero que…que voce… obedeça a…a ma…mamãe agora!

Antes de concluir o que ela quer, Kiko treme de tanta tesão enquanto Liana passa a esfregar a cabeçona por todo o rosto, ficando mais tempo lhe cheirando a glande melada de saliva, fungando e murmurando que quer beber toda ejaculação dele.
– A agora, filho! Quero que…que voce me…me estupre!! Escutou!? Quero ser estuprada novamente! E pelo meu macho e filho! Vo…voce faz…faz isso pra mamãe, faz!?
– A…a…acho que assim… não consigo! Não é a mesma coisa!
– Vamos fingir, garoto! Quero até levar tapa na cara!
– Mãããe, que isso!!
– Hááá! Voce é um moleque frouxo! Cadê o dono dessa casa!?
Cadê o chefe do clã Espunque!? Voce é um babaca… e corno!!

Kiko quase caiu quando foi esmurrado no queixo. Em seguida duas tapas lhe foram desferidos ao lado da cabeça.
– Criança mimada! Eu deveria ter te castigado mais! Se pudesse voltar no tempo, eu empurraria todo dia tua cabeça no vaso como fiz uma vez! Se lembra, babacaquinha cornudo!?
Foi com força que Kiko desferiu com as costas da mão a tapa no rosto de sua mãe. Por sorte, pegou de raspão e só um pequeno filete de sangue apareceu no canto da boca.
Mas isso não impediu de Liana cair e o robe se abrir revelando todo o esplendo de seu corpo.

Kiko nunca tinha imaginando que algum dia faria isso com sua mãe. Ele treme de raiva mais fica imóvel. Então escuta sua mãe rindo quase que histericamente.
– Vem, meu anjo, vem!! É só isso!? Vai parar por aí!? Cadê a coragem!? Se tu quer me fuder… olha aqui minha bocetinha! E meu cusinho! Voce só vai me ter se mostrar que é macho! E não um viadinho brincando de ser homem!
– Pára! Pára, mãe! Já entendi! Vamos fazer essa comédia! Mas me faz gozar! Agora, já! Me faz gozar antes que eu te quebre a cara!

Kiko escuta o sibilar da aspiração passar por entre os dentes de sua mãe enquanto ela se treme toda. Ele avança e a suspende segurando a gola do robe, que não agüenta e se rasga. Mas então ele a enlaçou com os braços em volta da cintura dela e tenta beijá-la.

Liana faz cara de desesperada e tenta empurrá-lo com as mãos.
Kiko a puxa para si mais fortemente. As mãos de Liana lhe puxam os cabelos. Aquilo começa a doer e incomodá-lo.
– Pô, mãe! Assim não! Tá doendo!
– Me…me dá um tapa na cara… que eu largo!

A tapa é leve. Não deu nem pra jogar a cabeça de lado.
– Mais… mais forte, seu bichinha!

E Liana puxa mais fortemente os cabelos dele. Aquilo inflama Kiko que agora lhe desfere um vigoroso tapa. Antes da mãe tombar em cima da cama, Kiko a ouve exclamar por entre os dentes.
– Gostoooso! Tesudooo!

Em seguida ela parece choramingar e coloca as duas mãos na frente do rosto como pra se defender. Sem descobrir o rosto, ela ordena.
– Com…continua… continua me…me batendo! Forte! Bem forte!

E assim mãe e filho fizeram até se sentirem extenuados e saciados. Liana intercalava as orientações com choro e gritinhos falsos de dor.
– Cacete, benzinho! Nunca gozei tanto na vida!! Voce é fantástico! E que piroquinha fabulosa! Definitivamente voce não puxou ao teu pai! Teu tio Mauro não é tão grande como voce, mas é bem pirocudo!
– E voce, gostou da minha idéia de lhe aumentar a bunda!?
– Sim e muito! Agora quando quero convencer os acionistas, fico andando de um lado pra outro! Eles não escutam uma palavra do que digo, mas assinam tudo o que eu e Mauro queremos!
– E… falando nele… o tio já se deliciou nesse rabão!?
– Voce não vai acreditar… eu amo ele pra cacete! Mas… é ruim, bem ruim de cama!! O Vini é que me enlouquece quando me enraba! E agora…voce!
– Voce ainda quer que eu chame os dois?
– Eu já chamei! Devem chegar às onze! Quero começar um novo parâmetro… sorver a ejaculação dos dois! Serão três no dia!
– Caralho! No que eu te transformei!!Ainda tem aquele lance com a Marly, viu!? Voce que sugeriu!
– Aiaiaiii! Que tesão que ela me dá! Se ela não tivesse ido com eles eu iria pegar ela agora! Bom! Deixa eu tomar uma ducha!

Quase chegando na porta do banheiro, Liane se vira e comenta com o filho.
– kikinho, deixa eu te pedir uma cois e ao mesmo tempo te alertar. Aquele filminho que voce fez ao flagrar teu tio e eu fudendo, gostaria que voce o deletasse.
– E por que!? Eu nunca iria fazer uso dele. Eu apenas queria acabar com a arrogância de voces dois e me vingar do jeito que voce me tratou na infância!
– Ok ok! Mas, me mostre que voce vai tirá-lo das nuvens! Não é só por mim e por teu tio. É por toda a família. Imagina se voce perde ou é roubado e hackers conseguem acessar tudo o que tem no teu celular! Teu pai será o maior prejudicado e ele terá que renunciar ao cargo de presidente e talvez perdemos tudo! A Marly ficará com voce… pobre!
– Eeeh, tem razão! Me dê um minuto!

Alegremente, Kiko mostra pra mãe as imagens da relação incestuosas sendo apagadas. Ele parece uma criança que foi afagada pela mãe.

A orgia de Liana com Rudolfo e Vinicius será contada num outro capítulo.

Voltemos agora ao fim daquele domingo. Os moradores da mansão estão reunidos fazendo suas preces antes do jantar.
Depois da refeição, todos vão para a sala de visitas onde socializam entre si.
Kiko se aproxima da tia Marly e inicia uma conversa. Diríamos, mais um relato de uma proposta.

Liana e Mauro parece trocarem idéia sobre como vão agir durante a viagem de negócios que farão na segunda-feira.
– E então… como foi?
– Eu merecia ganhar o Oscar! Vamos acabar com esse moleque! E voce terá a tua mulher de volta!
– Longe disso, querida irmãzinha! Eu quero mais que eles continuem e não nos perturbe! Me dá os cartões de memória!
– Não estão aqui comigo! Amanhã quando estivermos voando, nós faremos a edição.

Do outro lado da sala, uma incrédula Marly escuta a proposta que Kiko lhe propõe.
– De jeito maneira alguma! Sempre tive ojeriza pela Liana! Ela me prejudicou a vida inteira! Agora sei o por quê!

Já em pleno vôo, os irmãos não tiram os olhos da telinha do laptop. Mauro está mudo e respirando nervosamente. Liana morde levemente o lábio inferior e de vez em quando olha de lado para o irmão.
– Isso doeu?
– Bastante! Mas valeu a pena!
– Tem momentos que parece que voce está gostando…
– Isso jamais aconteceu! São essas partes de eu estar fazendo caras e bocas que temos que apagar e só deixar as que eu choro e luto com ele. Vamos fazer isso já!
– Doeu muito quando ele te sodomizou!
– A bessa! Mas, eu fiz um esforço sobre-humano pra demonstrar prazer! Voce deve notar – aqui ó- minha careta de sofrimento! Muito bem! Vamos acabar com essa edição e…
– Isso é obra do satanás! Dar esse sofrimento e humilhar assim a própria mãe! Eu imagino, irmãzinha, o clima de tortura e sofrimento que voce passou e o quanto deve ter detestado! Eu não quero ver mais isso! Termine voce a montagem!!
– Sim! Satanás deve ter incorporado nele… será que devemos perdoá-lo depois de um exorcismo! Ele vai fazer dezoito anos no meio da semana. Aí então mostramos o que temos contra ele e faremos nossas exigências. Uma delas é que ele seja exorcizado!
– Assim que pudermos vamos a Jordânia pra voce se purificar no rio Jordão! Também, irmãzinha… queria que voce fizesse uma lipoaspiração nessas nádegas! Todo mundo fica olhando! E que voce perdesse uns dois quilinhos…
– Meu amor, Me banhar no rio Jordão pra me purificar, eu topo! Mas… mexer no meu corpo de novo? Não é arriscado!? O que farei é usar roupas bem largas. Ok!? Essa conversa e esse vídeo me deixaram tonta de desejo por voce, irmãozinho! Antes da reunião vou querer que voce me possua, ok!?

Liana e o irmão Mauro chegaram da viagem no dia seguinte. Mauro foi direto do aeroporto para o escritório. Liana disse que precisava descansar e foi direto pra casa. Lá, ela deu de cara com o filho Kiko.
– Oi, dona Liana! Não esperava que a senhora viesse pra casa a essa hora!
Oi, filho! A viagem foi “estafante”, voce sabe o que quero dizer, né!? Teu tio estava radiante com as novas de meu relacionamento contigo! Bom, eu agora preciso tirar esses altos altos e tomar um banho!

Liana enquanto se banha, fica imaginando a hora que ela e o irmão vão apresentar o filme pro Kiko acusando-o de estrupo e outras coisas mais. Eles devem fazer isso depois do aniversário dele ainda nessa semana.
Após se enxugar, Liana passa um creme hidrante por todo o rosto e um outro creme lubrificante pelo anus e a xoxota. Vinicius, o amiguinho de seu filho não lhe sai da cabeça. Ela pensa em ligar pra ele.
Já saindo do banheiro e entrando na suite, ela se assusta ao ver Kiko nu estatelado na sua cama. Seu imenso cacete balança de um lado pro outro ao comando da mão dele.
– O… o quê voce tá fazendo aqui!?
– Vim te dar as merecidas boas-vindas! Eu e “ele”!
– Nada disso! Vá já saindo daqui!

Kiko imagina que sua mãe quer fazer o mesmo teatro como da última vez. Lentamente ele se levanta da cama e pára bem em frente a mãe. Metade de sua rolona se encaixa entre as coxas dela. Liana dá um passo pra trás e o cacete pula no ar já cuspindo um pouco de esperma.
– Kiko, não estou brincando! Não quero fazer isso! Não quero nada com voce! Vá embora!

Liana se surpreende com o leve tapa que o filho lhe dá no rosto. Antes que ela se recupere, ela já a abraçou e a beija ardentemente. A língua dele lhe penetra na boca, mas ela desfaz o beijo, desviando o rosto e tenta se desvencilhar do abraço do filho.
Kiko consegue derrubá-la em cima da cama sem deixar que ela escape de seus braços. Mesmo assim, Liana esperneia e tenta socá-lo de todas as maneiras. Então ela leva o segundo tapa no rosto. Isso faz com que ela pare de se debater.

Kiko então a faz virar-se de bruço e com um uma mão lhe pressionando a cabeço de encontro ao colchão, ele pega um dos braços da mãe e o torce pra trás das costas. Liana sente a dor e solta um grito.
Liana percebe que o filho sentou-se em cima de sua polpuda bunda como se estivesse montando numa égua.
Em seguida, só imobilizando a mãe com o braço dela torcido às costas, Kiko deslisa o próprio corpo até seu rosto ficar bem no meio do rego da bunda da mãe.
Ela passa a sentir a boca do filho lhe mordiscando as polpas da bunda, alternando com chupões e linguadas no anus e na xaninha. Kiko acredita que ela está cada vez mais excitada.
Mas, é completamente ao contrário. O intenso desejo sexual que ela tem pelo irmão é idêntico a repulsão física que ela tem pelo filho. E agora, ela se enoja ainda mais sabendo que em instantes o filho irá possuí-la. Provavelmente sodomizá-la.

Kiko está fascinado pela a imagem do rosado e perfeitamente pregueado cusinho de sua mãe. Ele não se faz de rogado em beijar, chupar saracotear o esse anelzinho desejado. Ele não se controla com a antecipação de introduzir e dilatar aquele orifício tão delicado.
Liana sente o liquido sendo depositado na entrada do anus e imagina que é a saliva do filho. Na verdade, Kiko, deu uma manipulada no caralho e uma pequena ejaculação saiu indo direto no olhinho do cu da sua mãe. Daí em diante, Liana soube que sua enrabação seria inevitável. Ela simplesmente relaxou.

Kiko percebeu que sua mãe não estava mais retesando o corpo. Toda maciez, mas firmeza das nádegas dela estava sob seu controle.
– Quero… quero que a senho… que voce guie meu pau pra entrada de seu cusinho… agora! Já!

Liana obedece. Ela só espera que ele goze logo. Lentamente o filho vai empurrando o resto de sua varona, depois que a própria Liana fez a cabeçorra ser engolida pelo cusinho..

– A…ago…agora rebola, dona Liana! Rebola bem gostoso! Bem gostoso como voce faz com o Rudy e o Vini!

A resposta de Liana é fazer exatamente o que o filho pede, rebolar desvairadamente até que ele goze.
– AAaassimm, sua vadia! Mostra como…como voce adora ser… ser cavalgada como égua e…e com meu… meu pau atolado no teu cusinho! Re…rebola mais… mais gostoso! Me faz… faz gozar, dona Liana!!

Agora todo o corpo de Kiko está pressionando o corpo da mãe sobre o colchão, exceto pela sua virilha que está uns centímetros acima das nádegas de Liana, dando espaço para que ela possa rebolar.
– Diz, diz que… que tá… tá gostando! Diz que… que vai…vai gozar junto comigo!
– Si! Sim! Tô gostando… to gostando… estou quase gozando…

Kiko desaba em cima do corpo da mãe. Ela sente a morna respiração dele na curva do pescoço com o ombro então seu tubo anal se estufa com o volume e a força da ejaculação do filho dentro de seu cusinho.

Liana consegue se livrar do corpo do filho de cima dela. Agora ela tem que planejar algo antes que a tesão volte nele. Ela sabe como esses garotos se recuperam rápido.
– Kiko, voce lambuzou a mamãe toda! Vou ter que tomar outro banho! Vamos parar por aqui… por
enquanto… pois eu tenho que voltar pro escritório. Deixa a mamãe sozinha agora, tá bom?

Liana se trancou no aposento e telefonou por irmão e amante que não era mais pra esperar pelo aniversário de Kiko. Queria que assim que ele terminasse a reunião viesse pra casa pra confrontar Kiko com o filme acusatório. Ela omitiu que foi estuprada.
Maninha, vai ser impossível eu sair daqui nas próximas horas! Mas, com certeza, estarei em casa antes das oito.
– Huuumm… ainda não são meio-dia… o Kiko tá aqui e ele só vai pra faculdade às treze horas. Bom, eu não queria ficar com ele até lá. Ele tá me assediando!
– Aah! Aí é diferente! Vou cancelar o almoço com os membros do conselho e vou dar o ultimato nele!Que tal voce ir visitar alguém? Será melhor só eu tratar cara a cara com ele!
– Ok, ele é todo seu!

Meia-hora depois, Vinicius entra no Jeep e é logo abraçado e beijado ardentemente por Liana. Com uma das mãos ela procura pelo cacetão dele. Ela suspira quando a mão dele lhe afaga a xaninha.
– Aaah! Aiaiaiai, que saudade danada, dona Liana!
– Não me diga! Voce e o Rudy me deixaram toda assadinha antes de ontem! Vem cá, guri tesudo! Eu não estou com saudade! Estou com vontade de mamar na tua piroquinha agora! Já já!

Kiko se surpreendeu quando viu seu tio Afonso chegar e lhe dizendo que ia levá-lo à faculdade.
– Não precisa, ô Mauro! E por que essa gentileza agora? Não quero falar contigo!
– Nem eu com voce além do necessário! Portanto é bom voce me escutar e ficar bem pianinho que o que eu tenho aqui pra te mostrar é prova suficiente pra te mandar pra cadeia!

Em poucos minutos Kiko soube do que se tratava e percebeu que estava encrencado. Ele ficou sabendo que assim que ele fizesse dezoito anos, dalí a dois dias, ele seria imediatamente preso por estupro e extorsão.

Ele não conseguia tirar os olhos da tela do celular, percebendo que as imagens foram editadas, aparecendo somente as que sua mãe implorava e chorava pedindo misericórdia.
– Filha de uma puta! Essa vadia passou a vida toda me fudendo! E eu pensei que tinha me vingado!
– Cala a boca, seu moleque desgraçado! Agora escuta com atenção como vão ser as coisas agora! Vou me divorciar da Marly e voce tem a escolha de ir morar com ela ou não! De qualquer maneira voce vai pedir pro teu pai que voce quer morar sozinho! Quero que voce suma da nossa frente! E… engravide a Marly quantas vezes quiser!!

Enquanto tio Mauro e o sobrinho se acertam para que o último saísse imediatamente da mansão da família Espunque, Vini, sentado no banco do passageiro, está com a esposinha de Mauro acomodada entre suas pernas, sugando com bastante ardor todo esperma que ele acabara de expelir, recebendo um amoroso olhar de admiração por parte dela.

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