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Pego de quatro pela namorada.

Publicado em 09/09/2022 por Lucas Santos

Alguns anos atrás eu trabalhava numa distribuidora no porto, o trabalho pesado e academia moldaram e definiram meu corpo que era queimado de sol por ficar longas horas debaixo de sol carregando ou descarregando fardos.

Próximo das 16:00 uma travesti cavalona com quase 1,90 de altura com cabelos loiros longos e um corpo escultural chegava ao que era seu ponto na noite, muitas vezes a peguei me olhando descaradamente e os colegas de trabalho também notaram se aproveitando para tirar um sarro.

Quando eu ficava até mais tarde e passava sozinho ela me oferecia uma cerveja, pedia um cigarro e isqueiro ou as horas, qualquer coisa para quem sabe…. Era palpável o tesão que ela tinha e não fazia questão de esconder.

Passei meses indo para casa e descontando na namorada ou punhetas, me imaginava grudado naquele rabão tatuado sem ligar que teria uma piroca balançando, naquela manhã minha namorada falou que passaria o final de semana a trabalho só voltando na segunda-feira.

A semana passou normal excetuando que a cavalona não apareceu até sexta-feira, eu estava em cima do caminhão quando ela chegou com um perfume tão forte que dava para sentir da carreta, ela sabia que só eu fumava gudang e pediu um no meio dos caminhoneiros que a cantaram.

Ela veio pegar comigo o gudang e quando um assobiou ela virou baixando o shortinho e falou que guardava uma surpresinha, me agradeceu e piscou pra mim ainda ajeitando o shortinho e a piroca.

Fiquei até quase 23:00 e vi que o dia dela estava fraco pois não havia passado nenhum carro, eu sairia em 15 minutos e levaria minha namorada a rodoviária.

Em casa após o banho e já estar na cama eu abri o celular para buscar filmes pornôs “travesti” e me acabei vendo um com a mais rabuda, o meu tesão ainda estava lá ardendo e resolvi ceder ao desejo.

Coloquei uma bermuda folgadinha e mantive a caceta dura enquanto dirigia para meu trabalho a 01:00 da manhã só para buscar a cavalona, ao virar a esquina vi que ela não estava lá, segui a rua e rodei um pouco em volta mas nada pelos quarteirões então resolvi ir para casa e tomar um banho gelado.

Estava a quase duas quadras de casa quando vi aquele rabão tatuado que eu tanto desejava e encostei do lado.

* Boa noite amor, sobe aí

# olha só quem apareceu do nada.

*Sobe aí, eu te levo pra casa

#ui, minha ou sua?

*Tanto faz, sobe logo e se quiser vamo pro motel.

#tua casa é longe?

*Duas quadras daqui.

Abriu a porta e subiu com o carro andando como quem já fez muitas vezes, eu estava em casa em menos de um minuto já com o carro na garagem.

Ela me agarrou para dar um beijo levando a mão na minha piroca por cima da bermuda, minhas mãos cheias com os peitão siliconado e doido de tesão.

Quando abrimos as portas para sair ela deu uma mordida e piscou, dei a volta já arrancando a bermuda e vi que ela ficou sentada com as pernas pra fora.

Mal cheguei ela já mamava meu cacete, segurando as bolas e massageando suavemente com uma maestria absurda, engolia me olhando e sem deixar a baba escorrer sugando ao subir tirava da boca estralando os lábios.

Eu já estava bem louco e comendo a boca dela quando senti seus dedinhos brincando na bordinha, estavam molhados e esfregavam contra meu cu virgem.

Ela tirou o pau da boca e se levantou com as mãos no meu quadril.

# tu não quer ver o meu gato

Tu vai gostar.

* Tu acha que eu vou é?

#olha logo e me diz.

Eu baixei o shortinho e aquele pirocão enorme pulou pra fora, eu fiquei olhando incrédulo que um cacete daquele sumia nos shortinhos que ela usava.

#pega bobo

Grandão, grosso e pesado.

* Puta que pariu, qual é o tamanho dessa rola

# 22 cm por 8 cm gato

Muito leite quente também se quiser.

Ela foi me ajoelhando e meus planos de comer ela se tornaram em ser a puta daquela cavalona pirocuda, o cacetão mal entrou na minha boca e eu já estava me engasgando ajoelhado na porta do carro.

Ela forçou um pouco mais fundo e tirou para me beijar, pegou minha mão e colocou nas suas bolas antes de forçar minha cara na piroca de novo, quando eu estava quase vomitando ela tirou da boca e se levantou.

Falou para irmos para a cama pegando sua bolsinha, abriu pegando uma camisinha e encapou enquanto eu ia na frente.

Abri a porta e ela me jogou na cama, socou a língua no meu cu enquanto abria minha bunda com as mãos, cuspia e descia lambendo até às bolas para sugar e dar dentadas, senti novamente seus dedos e meu cu virgem piscou.

Ela ficou de pé na beira da cama e me ajeitou para ficar de quatro, não sei o que me deu e pedi para colocar uma calcinha, ela mandou que fosse rápido e não fosse fraldão feio, abri a gaveta da minha namorada e peguei um mini corpete em rendinha amarelo bem cavado. vesti e me ajeitei de quatro pra ela que passou lubrificante anestésico no meu buraco enfiando os dedos, eu mordi o travesseiro e senti o prazer inédito de ser penetrado.

Ela movia os dedos devagar fodendo meu cu e o deixando pronto para seu pauzão grande e grosso que repousava na minha bunda com a camisinha que não descia até a base.

Tirou os dedos e pincelou o cabeção na porta me empinando, forçava minhas costas com uma mão guiando com a outra

Ela entrou até quase a metade, metia devagar me fazendo manter o fio dental do mini body fora do caminho do seu cacetão e a bunda bem aberta.

Logo estava metendo com as mãos no meu ombro enquanto seu quadril estralava contra a minha bunda, eu estava urrando e pedindo mais daquele pirocão mesmo sentindo meu cu arder muito.

Ela subiu na cama e meteu de cima pra baixo fazendo seu pirocão entrar todo, cada estocada que dava seu cabeção me cutucava na próstata antes de ir tão fundo que doía.

Eu estava todo suado e com a cara colada no travesseiro, minha bunda virada pro teto e aquela cavala atolando todos os seus 22 cm no meu cu deixando só as bolas de fora quando a porta do quarto abriu com um baita barulho e minha namorada entrou de braços cruzados.

A traveco ignorou ela e continuou comendo meu cuzinho, eu tentava responder mas as palavras saíram cortadas com cada estocada que levava.

+ Para de comer o cu do meu namorado caralho

Tira esse caralho daí.

# vou parar por que se é tão gostoso e apertado.

+ Para logo porra.

Vou chamar a polícia

#pode chamar que eu não vim por dinheiro.

+ Caralho que porra é essa…

Quer saber fode o cu desse filho da puta que eu vou gravar.

Viado de merda…

Eu tentava falar mas a surra era tão gostosa que calei a boca e só virei a cara para não aparecer no vídeo, minha namorada incentivava ela que redobrava seus esforços em me deixar bem largo com seu cacetão e eu gemia igual uma puta que está amando tudo.

Antes dela gozar na minha boca colocaram uma camisa que deixou só a boca de fora, era tanta gala grossa que eu quase me afoguei.

Ela foi ao banheiro e minha namorada ainda me dava um puta esporro, falando que iria terminar tudo e saiu batendo porta quebrando as coisas.

A cavalona saiu do banheiro peladona, me convidou para um segundo round.

Ela passou a noite em casa e me mostrou prazeres que eu já desejava sem admitir para mim mesmo.

Virei cliente e fazia hora extra só para ficar até tarde e sair com ela da esquina do trabalho.

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1 - Comentário(s)

  • Marcos Antonio da Silva Costa 03/04/2023 14:00

    Uau! Provou e gostou do pirocão da cavala. ????

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