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Milla no Motel

Publicado em 27/05/2023 por Fatpimp

Mais um conto real pra vocês

Meu namoro não tava nada bem. Passei o dia com Priscila e nada rolou, parecia que éramos amigos.

Cansei daquela palhaçada e voltei pra casa. Quando cheguei, minha virilha doía muito. Aquela dor que todo homem jovem sente quando quer transar e não transa. Precisava aliviar a tensão.

Então, me ocorreu uma ideia fantástica. Ligar pra Milla e convidar minha amiga pra passarmos a noite num motel.

– Oi, negaa… que tá fazendo?

– Tô arrumando meu cabelo, por quê?

– Quer passar a noite no motel comigo?

– CLARO QUE SIM! Deixa só eu terminar aqui e a gente vai.

Marcamos no nosso ponto de encontro habitual. Na hora marcada ela estava lá. Fomos direto pro motel. Já tínhamos ido outras vezes lá.

Ao chegar, trocamos muitas carícias. Milla estava linda. Tinha colocado tranças afro. Ela ficava linda de tranças.

Tiramos nossas roupas, estamos ávidos por prazer. Nossos encontros eram sempre assim.

Depois de deixar Milla completamente nua, levei ela pra frente do espelho, abracei ela por trás e elogiei seu corpo.

– Como tu é linda… tem o seios mais lindos que eu já vi na minha vida.

– E tu tem o pau mais gostoso do mundo.

Disse isso porquê meu pau estava completamente duro e encaixado em suas nádegas. Milla se ajoelhou sobre o tapete do quarto, e na frente do espelho, olhando fixamente para nosso reflexo, começou a me chupar.

Era uma imagem linda. Uma gordinha de tranças afro fazendo o possível para engolir o pau grande de um negro gordinho de quase 2m de altura.

– As gurias perguntam sempre como tu é na cama…

– E tu diz o quê pra elas?

– Que tu é ótimo… seu ridículo!!

Me fiz de rogado, já sabia que ela se gabava pras amigas por estar transando comigo. Um amigo em comum me contou.

Levei Milla pra cama e caí de boca em sua bucetinha gostosa. Sempre depilada e muito molhadinha.

– Adoro quando tu me chupa… tua língua só perde pro teu pau… ai… ai… que gostoso… chupa… me chupa… mete a língua lá dentro… quero sentir meu sabor na tua boca.

Depois de fazer ela gozar, Milla sempre vinha me beijar.

– Tua boca tá com um gostinho bom de xoxota.

Deitei na cama e Milla veio por cima, de costas pra mim, fazendo um reverse cowgirl maravilhoso. Deixei ela comandar a foda. Gostava de ver ela gozando sentada no meu pau.

– Adoro transar contigo… teu pau é muito duro… vou gozar… vou gozar… aaaaaiiiiiiii… que delícia… mete em mim… mete tudo… meu gostoso.

Fiz ela ficar de frente pra mim. Continuou me cavalgando. Peguei ela pelo pescoço e comecei a apertar tirando seu fôlego. Quando estava quase sem ar, soltei… ela gozou na hora.

– Uuuuuhhhhh… que delícia, negoo… que delícia… me fode assim sempre… faz de novo.

Mudamos de posição, agora comigo por cima, comandando a foda. Metia a piroca com força, dava tapas na cara dela e perguntava:

– Quem é o teu macho?

– É tu…

– Quem é o teu macho?

– É tu…

– Diz meu nome, vadia!!

– Max!

– DIZ MEU NOME!!

– MAX!!!

Apertei o pescoço dela com toda força e metia forte. Quando soltei, ela gozou com intensidade. Parecia estar recebendo uma descarga elétrica de alta voltagem.

– Ai, negooooo… que gozada foi essa? Meu Deus!!

Milla já tinha gozado várias vezes. E eu estava no pique, como se tivesse começado nossa transa a pouco tempo. Foi quando Milla me surpreendeu:

– Negoo, goza pra mim?

– Gozo. Fica de joelhos… vou gozar nos teus seios. Como tu gosta…

– Não. Hoje eu quero diferente. Quero ser a tua puta… quero engolir.

– É serio?

– Sim. Pensei nisso na nssa última transa. Hoje tomei coragem e quero engolir.

Milla ficou de joelhos na cama, fiquei de pé. Ela me chupando e eu sentindo o leite vindo. Segurei a cabeça dela e o meu pau antes do jato sair:

– Toma teu leitinho, negaa!!

Milla abriu bem a boca e deixou o leite vir. Ejaculei bastante e ela engoliu tudo. Fez cara feia, mas engoliu tudo.

– Nossa… força de gozada, negoo.

– Gostou?

– Não é ruim, só preciso me acostumar…

Fodemos a noite toda. Com vigor e violência. Eu estava muito louco aquela noite. Meu pau não amolecia. Só paramos de foder porquê Milla cansou.

– Para por favor… eu não aguento mais de dor nas pernas. Nem sei se vou conseguir andar.

Demos uma pausa, mas antes de sairmos, peguei e comi ela de novo.

Saímos do motel e deixei Milla no  laboratório onde ela trabalhava.

Chegou no trabalho cheia de sorrisos.

Depois fui pra casa dormir.

Espero que tenham gostado de mais um conto real. Até mais!!

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