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Meu colega melhorou nosso casamento

Publicado em 24/05/2021 por Semi_puta????

Meu colega melhorou nosso casamento

Eu estava aqui pensando em que título dar, mas não  importa.

Sou casada há  dois anos e meio e tenho muita dificuldade de obter orgasmo com o meu marido. Ele é  bom, gentil, preocupado e persistente, mas quase nunca rola. Algumas vezes faço  sexo por pura obrigação  pois nem desejo eu tenho na mesma medida que ele.

Eu tentei muita coisa pra melhorar a libido, incluindo remédios , sessões  com psicologa e nada adiantou.

Ha sete meses comecei num trabalho novo. Um colega logo se engraçou  comigo e repeli mostrando a aliança.  Mas ele persistiu discretamente sem dar bandeira e ficamos amigos. Acabei me abrindo pra ele numa conversa e isso catalisou novas investidas.

O pior é que acabei sentindo coisas por ele que não  sinto pelo meu marido. São  tipos diferentes, ele é  mais rustico, mas inteligente e discreto.

Acabamos em filiais diferentes da empresa, mas mantivemos o contato. Um dia mandei uma foto um pouco mais reveladora pra ele, meio sem querer, pois realmente cliquei na imagem errada. Mas eu poderia ter apagado na hora e não  fiz. Continuamos a conversar coisas mais picantes desde então  e descobri que isso aguçava meu desejo.

Falamos sobre tudo e logo sabíamos dos gostos e preferências  um do outro, dos fetiches e tudo que não  se conta pra ninguém  em conversas normais. Depois de uma desses papos, fui pra cama com o meu marido e gozei fácil , ele até  ficou surpreso. Mas não  era ele, era o “outro” na minha cabeça.

Então  foi a vez dele me mandar um nude, um video curto. Ele no banho, ensaboado, o membro meio mole, meio duro, achei sensual, fiquei vendo por um bom tempo, molhei a calcinha.

O emprego ficou estranho com a pandemia, muita gente trabalhando em casa, mas acabou que fomos escalados para um inventário  num galpão. Não  sabia que era ele até  que chegamos. Foi estranho, pois fazia meses que não  nos víamos  pessoalmente e ficamos extremamente intimos. Trabalhamos um dia inteiro quietos e calados, focados no serviço. O lugar é empoeirado, cheio de prateleiras altas, coisas velhas…As planilhas estavam cheias de campos a preencher, números etc. Foi assim por dois dias inteiros, outras pessoas vieram e não  tivemos chance de conversar.

Apenas no terceiro dia ? que ficamos sos pra fazer o relatório  e conferencias finais.

Não  sei porque, mas de uma hora pra outra minha pepeka começou a dar sinal de vida, fiquei relaxada. O fato de estarmos sozinhos certamente influiu, como também  o final de um trabalho exaustivo. Então  começamos  a conversar sobre as coisas de que falávamos  so por telefone.

Ele perguntou como eu estava com o meu marido. Respondi que tinha melhorado. Ele tambem  namorava e perguntei da namoradinha dele, e respondeu que fazia umas duas semanas que não  se viam por conta de uma viagem dela.

Me distraí  com nossa conversa e fui fazer compilações  numa prateleira. Enquanto ia, pensava em como seria transar com o meu colega. Fiquei realmente molhada pensando naquilo. A cabeça  estava longe quando me senti sendo arrastada e encoxada por ele. Fui beijada na nuca e ouvi palavrões  indizuveis.

Eu sei que falei não  muitas vezes, mas o meu corpo dizia outra coisa. Me deixei ser beijada e apalpada, como também  o apalpei e toquei. Em dado momento perguntei da porta e ele respondeu que estava bem trancada.

E naquele empurra, no escuro do galpão, fui parar sentada numa mesa coberta com plástico  bolha. Apropriado. Eu usava vestido e sandálias . Apropriado também  Ele abriu os botões  de cima e libertou os meus peitos do sutiã . Me fez carinho, chupou meus mamilos, enlouqueci.

Ele falou que queria me comer, mas o lembrei que não  poderiamos nos dar ao luxo de transar sem camisinha. Ele tirou um pacotinho do bolso, abriu com a boca. No mesmo instante, tirei a calcinha e joguei para o lado. Ele abaixou as bermudas e eu peguei o penis dele, um pau lindo e da cor do chocolate.

Colocamos a camisinha a quatro mãos . Então  abri as pernas e cheguei pra borda e o ajudei a encontrar o caminho.

O cheiro daquele lugar era uma mistura de tudo. Aquele odor entrava pelo meu nariz e me deixava meio . Enlacei o corpo dele com as pernas e o trouxe pra dentro do mim. Que delicia transar com tesão  molhada com meu próprio  líquido  e não  com lubrificantes industriais. Meu tesão  estava lá  em cima, mas ele sabia que a minha posições  preferida era outra.

Ele tirou, me desceu, me olhou nos olhos e me fez virar de costas. Ergueu meu vestido e empurrou minhas costas pra eu me inclinar. Apoiada sobre a mesa, me fez abrir as pernas e me penetrou de um golpe só . A minha bunda foi massageada com uma penetração  ritimada e meu anus foi tocado pelo dedo polegar. Eu ri, o lembrei que não  deveria ter contato tudo. Ele disse “eu vou querer, vou sim…”. Respondi que não  não  não…então  ele acelerou.

Me segurou pelos quadris e bombou como quem quer arrancar algo de dentro da gente. Fui em outro mundo naquele vai e vem e gozei como nunca. Ele não  parou, não  arrefeceu e tive um orgasmo longo, quase me privando dos sentidos.

O pau dele ficou dentro de mim, me esperando desacelerar a respiração  Quando finalmente acordei ele se inclinou sobre o meu corpo com uma das mãos  no meu bumbum tocando o meu anus, espalhando a lubrificação  da minha vagina. Ele pediu e eu assenti que fizesse o que quisesse.

Apoiei meu tórax  sobre a mesa, mãos  livres, abri minhas nadegas para ele como se o conhecesse ha décadas. E fui penetrada, como contei varias vezes que gosto de ser. Um pau bem dotado não  entraria sem um pouco de experiência, coisa que tenho. Mas sempre é  dificil. Especialmente porque a lubrificação  não  estava como necessária , mas não  me opus. Dei gostoso até  que ele disse que iria gozar e pergunto se “eu queria”.

Eu queria sim. Tirei a camisinha e terminei pra ele na minha boca. Não  era coisa que eu faria pra qualquer um, nem pra meu marido eu fazia. Era fetiche, nunca tinha deixado ninguém  gozar na minha boca. Senti gosto de esperma algumas vezes, mas porque chupava um restinho. Pra ele abri tudo, deixei gozar tudo. E foi estranho, mas o contexto pedia e eu fiz.

Estamos conversando todos os dias, não  nos vimos pessoalmente depois, mas minha vida com o meu marido mudou e muito. Estou mais solta, mais feliz.

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