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Depravações de um casamento IV

Publicado em 09/10/2022 por Helga Shagger

Junior entra na suite e se dirige ao banheiro pra urinar. Lá ele encontra sua noiva Ylena se banhando.
– Pensei que estavas ajudando a Leilane pra se preparar pro casamento! Outro banho!? Não bastou o de hoje de manhã? O que houve?
– Marcamos pras quinze horas… Eu fui cavalgar e estou um pouco cansada. Vou dar uma cochilada.

O casamento está marcado para as dezessete horas. Será numa antiga fazenda que foi transformada em local de eventos daquela rica região de fazendeiros.
Nesse caso especial, Leilane é filha de um poderoso cacique político local. Entre os convidados estão Ylena e seu pai Yuri, seu noivo Junior e juízes políticos de todas as categorias e os ricos fazendeiros com suas famílias.

Leilane está em sua suite à espera de Ylena, que já está arrasada uns vinte minutos. Vestindo um robe e por baixo cinta liga, meias e sutiã somente, ela vai a procura da amiga e no caminho encontra o noivo.
– Cadê a tua noiva?
– Ela deve estar tirando um cochilo porque disse que estava muito cansada! Falou alguma coisa que cavalgou toda a manhã!

Leilane sabia algo que aos olhos da sociedade era moralmente condenável. Ylena, com a ajuda de seu pai Jardel, estava fazendo sexo com o garanhão reprodutor chamado Vortex.
Havia também o fato que Leilane e seu pai Jardel eram incestuosos tanto quanto Ylena e seu pai Yuri.

Outro fato também era que as duas jovens tinham tara por homens mais velhos e compulsão em serem sodomizadas. Portanto, nada mais normal de que acabassem fazendo suingue por iniciativa delas, poucas horas depois que se conhecerem.

Leilane saiu a procura do pai pra confirmar o que ela estava pensando.
– Pois é, meu anjo! A Ylena se viciou no animal! Quero que voce me faça um grande favor… com jeitinho, pede que ela pare de trepar com Vortex! Do jeito que vai, ele não conseguirá reproduzir nunca mais, pois ela extrai todo o esperma dele! E, fique sabendo que cada ejaculada, eu ganho dez mil dólares!
– Ok, ok! Mas, por que voce não a saciou antes!?
– Mas claro que a fodi antes!! Ela pediu pra ser enrabada na esperança que o cusinho ficasse laceado pra rolona do Vortex!
– Não diga!! E como foi a enrabação!??
– Ela não conseguiu! O máximo que fez foi botar toda a cabeçorra dentro da boca! Depois se abraçar com a jebona entre os seios e as coxas e levar uma enxurrada de esperma no rosto!!
– Putzz! Vou desistir dela! Acho que a Celene pode me ajudar!

Leilane se dirige para a suite da Celene, uma amiga muito próxima da família. Sem bater, ela abre a porta e se surpreende vendo a amiga de cócoras entre as pernas de seu ajudante “faz tudo”, com a rola dele inteira dentro da boca, ficando de fora só as bolas.

Celene levou alguns segundos até se conscientizar de que havia mais alguém dentro do recinto. Ela virou a cabeça e quase metade da rola saiu de sua boca. Quando viu que era a filha de Jardel, seus olhos se arregalaram e a boca escancarou, deixando o páu do ajudante dar um pulo no ar em todo seu esplendor.

Antes que as desculpas começassem a serem ditas, Leilane se excitou vendo a cena e também com a conversa que teve com seu pai sobre Ylena e o cavalo.
Celene prontamente se levantou e pegou o robe pra se vestir. O ajudante, cobrindo o penis com as mãos se dirigiu ao banheiro levando a calça e a camisa.
– Querida, ninguém pode saber que estou tendo um caso com o Fred! Principalmente meu marido!
– Oh! Nem precisa mencionar isso! Todos nós temos nossos pecadilhos! Teu marido desconfia de alguma coisa!?
– Huuumm… desconfiar não é bem o termo! Ele permite!
– O quê!? Não entendi! Permite?
– Deixa eu te explicar! Certa vez eu estava bastante estressada devido aos trabalhos como vereadora lá da cidade. Então chamei o Fred pra vir ao meu gabinete. Ele sabia o que eu queria porque já estávamos trepando há algum tempo.
“ – Celene, o filho da Helga está aqui comigo! Se lembra quando voce disse que pensava algum dia ser duplamente penetrada…?”

– Eu nunca contei a ninguém que era quase uma condição sine quae non que teu pai e um sócio dele chamado Rafer me dupla-penetrassem! Nem mesmo Fred sabia.

– Pois bem, Daniel, o filho da Helga veio junto. Vou resumir, Os dois me chuparam até eu ter o primeiro orgasmo. Daniel tomou conta de minha bundona. Ele tinha uma experiência surpreendente pra um jovem de vinte anos. Depois fui saber que foi a própria mãe dele que o iniciou nos encantos da sodomia!
– Então estava eu já com a rolona de Daniel deslizando dentro de meu cusinho e chupava esse caralhão do Fred quando Celso apareceu no umbral da porta! Acho que nós três estávamos tão excitados que ninguém se lembrou de trancar a porta!

– Celso fechando a porta atrás de si, começou a fazer o maior escândalo! Xingava os dois, dizia que ia matá-los etc etc!
Fred e Daniel estavam paralisados, nada falavam. Em dado momento Celso chegou bem perto do Fred que se encolheu porque sabia que ia ser esmurrado!

– Mas, sabe o que aconteceu? Em vez do murro ele deu uma tapa na cabeça do pobre do Fred! Imagina! Um tapa na cabeça, só! E Mandou que os dois saíssem imediatamente. Em seguida me olhou de alto a baixo com expressão de nojo e passou por mim direto pro banheiro!

– Ele já estava lá uns cinco minutos e achei que era tempo demais para um homem dar uma mijada. Não sei porque me dirigi ao banheiro. Abri a porta e um assustadíssimo Celso me encarou com cara de quem foi pego fazendo algo indevido! E estava! O corno estava se masturbando!

– Então percebemos, eu e ele, que algo aconteceu com ele ao me ver nua com dois homens. Isso o excitava demais! Ele tentava guardar o páu com as mãos tremulas. Então, eu resolvi levar a situação adiante!
“ – Não quero que voce esconda esse páu bonitinho!”

– E sentando na tampa do vaso, abri as pernas e ordenei!
“- Venha aqui, amorzinho, venha! De hoje em diante voce só poderá se masturbar chupando minha xaninha! Entendido!?
– Sim, sim! Mas… promete que ninguém vai saber que voce… que voce trepa com ele, tá bem?!

Celene vai dar os últimos detalhes quando Fred passa por elas.
– Querido, temos que chegar na cerimônia aqui da Leilane antes das cinco… prenda o cabelo e faça a barba, amor!
– Como voce quiser, minha deusa!

A mão de Leilane toca a coxa de Celene que a olha interrogativamente. Baixinho ela lhe sussurra.
– Manda… manda ele… ficar…
– Vo…voce quer? Com… com um estranho horas antes de casar?
– O… o páu dele é tão bonito!

No minuto seguinte, Leilane tomou conta do páu de Fred como Daniel havia tomado do cusinho de Celene. Estavam os três na cama formando um triangulo com os corpos contorcidos.

Leilane soluçava e chupava com ardor a jebona de Fred. Ele arfava com o rosto enfiado entre as coxas de sua patroa. Ela por sua vez aspirava o perfumado odor da xaninha de Leilane enquanto lhe lambia o clitóris.
– Manda… manda ele me foder, Celene! Eu… eu necessito de uma rola se mexendo dentro de mim!
– Não é perigoso, querida! Voce pode engravidar! Por que voce não tenta de outro… modo!?
– De outro modo!?? Ahahahaha! Qual´é?!
– Faz como eu! Pelo cusinho! Deixa ele te penetrar pelo fiofó!
– Vai… vai doer!? Ahahahah!
– Hãããmm não muito! Voce vai gostar!
– Voce costuma fazer? Me mostra, vai… me mostra!

Logo, Celene está de quatro e lentamente seu anus vai se dilatando conforme a grossa rolona vai entrando no aveludado tubo de suas entranhas.
Leilane fica observando com a respiração suspensa e os olhos bem abertos.

Ela chega cada vez mais perto do orgasmo com esse tipo de penetração que ela costuma ver fazer em Ylena quando seu pai Jardel ou o próprio pai dela lhe penetram o anus.
Ela chega a se mijar e desmaiar quando sua amiga é duplamente invadida no anus.
– Ai deus!! Aiaiaiii! Estou quase… quase gozando! Faz…faz um pouco mais devagar, querido!

Num ímpeto, Leilane engatinha até seu rosto ficar a frente de Celene e a beija com intensa tesão. Ela urra com tremenda força que o ar estufa as bochechas de Leilane.

As duas continuam se beijando com a mão de Celene acariciando a xaninha de Leilane.
O páu de Fred é libertado do cu de sua patroa e cansado, fica observando as duas se beijando.
– Agora é sua vez, princesa! Antes vou fazer com minha língua uma bela lubrificada! Não acredito que vou foder um cusinho virgem!! Parece que todas as mulheres que passaram por mim já eram veteranas em dar o cusinho!

Leilane acaricia os loiros cabelos de Fred enquanto ele lhe dá lapada com a língua desde a xaninha até o cusinho. O excitamento a faz chupar com voracidade a língua de Celene.

Passa pela cabeça dela que apesar de Fred e Celene serem mais velhos, eles são ingênuos em pensarem que ela não conhece os prazeres de ser sodomizada.
Ela está excitada com a expectativa de ser sodomizada por um estranho charmoso e com a supervisão da amiga que ainda não teve chance de confessar a Fred, que ele ainda não encontrou uma fêmea de cu virgem.

Leilane está na posição de frango assado e faz charminho quando Fred passa a pincelar o anus rosadinho. Celene lhe acaricia a xaninha e volta a lhe beijar a boca. Parece a Fred que Leilane relaxou e com um pouco de força a glande ultrapassa o anelsinho rosado. Ele reluta em ir mais adiante porque não consegue ver as feições dela. Não sabe se ela pode suportar o desconforto de se sentir entupida.
– Mete! Enfia mais…mais um um…pouco! Vai enfia mais! Tudo!
Tudinho, Fred! Mostra que voce reconhece uma veterana que tem compulsão em ser enrabada!! Ahahaah! Enganei voces dois!

Celene e Fred se encaram sem entender. Em seguida sorriem timidamente aceitando a gozação da bela ninfeta.
Eles não se surpreendem mais quando Leilane monta em Fred e ela mesma segura a rolona dele e a guia diretamente pra dentro de seu cusinho.
Celene olha fascinada, acariciando sua própria xaninha, o rebolado que Leilane faz magistralmente, com o cu subindo e descendo com a rola dentro dele.
– Leilane, minha querida! Eu posso dizer que antes eu dava o cu! Depois de ver voce, aprendi a dar o cu! Mas, sempre tendo prazer, mesmo antes e depois!

Quando Fred goza, ela imagina quem será o próximo que vai lhe sodomizar ainda naquele dia de seu casamento.

Convido meus leitores a visitar meu blog http://eternahelga.blogspot.com.br/ onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada

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