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Corno, elegante e mantendo o emprego

Publicado em 12/04/2023 por Helga Shagger

Ariosto, um sessentão em boa forma, fica escutando o que seu neto está lhe pedindo ao telefone. Respondendo vocalmente ao mesmo balançando a cabeça afirmativamente. Ele vibra com a imagem da esposinha de seu neto vir passar alguns dias na casa dele.
Luisinho, seu neto para ser promovido terá que passar por volta de um mês fora fazendo MBA num país estrangeiro e ele não pode levar a esposa Natalia.

Ela também pediu por tudo, para que ele não a mandasse para a casa dos pais. E que ela poderia muito bem ficar sozinha no pequeno e aconchegante apartamento que eles moravam. Mas, Luis foi categórico.
– Não e não, Naty! Mulher sozinha em casa logo os gaviões ficam sabendo! E você sabe que ninguém é confiável nesse mundo!
– Mas… o que eu vou fazer numa casa com um velho como teu avô!? Dormir com ele!?
– É precisamente disso a que me refiro! Com ele por perto ninguém vai se aproximar de você! E mais respeito por ele, Naty! Vô Ariosto é um velho que não deve mais ligar pra essas coisas de sexo, embora ainda esteja bem saudável!
– Querido, eu te amo! Confia em mim! Isso tudo é fruto de teu ciúme possessivo! Mas, tudo bem! Eu vou pra casa de teu avô Aribolo!
– Ariosto!

Natalia, sentada na cama observa a suíte à sua volta. Era confortável, mas com uma decoração fora de moda. Se despiu e foi tomar um banho. Gostou quando viu a banheira de hidro massagem. Colocou sais de banho e óleo aromático e se deixou levar ao onanismo.

Ariosto a tudo observava por meio de câmeras que ele mandou instalar assim que soube que a esposinha do seu neto estava vindo. Há muito ele não via mulher tão espetacularmente bonita com um corpo escultural que nenhum, homem ou mulher, não ficasse pasmado de admiração.
Quando Natalia se virou de lado para acariciar a xaninha por trás, parecia que uma banda das nádegas lhe engolia toda a mão. Ariosto se deleitou vendo privadamente essa bunda rechonchuda enquanto Natalia se contorcia dentro da água.

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À noite, Ariosto levou Natalia pra jantar em uma pizzaria. Ele foi muito atencioso e soube dosar seu charme com ela. Natalia mostrou todo seu encanto pelas maneiras dele. Chegou até a dizer que só homens como ele sabiam tratar uma mulher.
– O senhor… quero dizer, você não tem uma namorada? Luis disse que você não se interessa…mais… você sabe o quero dizer, né?
– Hãã? Meu neto disse isso? É meio constrangedor, você não acha!?
– Sim, é mesmo! Me perdoe! Chato isso dele achar que você é broxa!
– O…o quêê!? Caramba, menina! Voce não deveria estar falando essas bobagens que teu marido inventa!
– Aaah… então é mentira dele!!?
– Claro, pô! Que babaquinha que esse meu neto tá se saindo!
– Não é mesmo!?? Mas, que bom!!
– Que bom, o quê!?
– Ora! Que você não é broxa!

Ariosto quase se engasgou com a simpática e atrevida declaração da esposinha de seu neto. Furioso encarou Natalia.
– Ôôô Natalia! Voce está me direcionando pra um caminho que não tem volta!
– Eu sei! Quero que você me deseje muito! Muito! Mas, não force a barra! Já estou farta dos ciúmes do teu neto! Não posso usar tal roupa assim! Meus amigos têm que ter aprovação dele! Se chego perto dos amigos dele, ele me tira de perto! Não posso sair sozinha! E ele impôs que eu viesse pra cá porque julgou que você era um velho decadente e broxa!
– Sempre soube que ele era uma bestinha! Não sei como ele conquistou você!
– Voce vai me dar liberdade!? Voce vai restituir minha autoestima!?
– Tudo o que voce quiser, minha criança!!
– Eu quero retribuir! Peça o que voce gostaria que eu fizesse…dentro possível!
– O possível… é até aonde?
– Dormirmos juntos… mas, sem…

Ariosto não acreditava que estava escutando tal proposta daquela deusa sensual. Ele quase se engasgou novamente.
– E pode me dar banho também…
– Não… não estou acreditando na felicidade de abraçar e dormir com você… nuazinha! E… e se…se eu… se eu…você sabe né!?
– Sei, sei! Eu viro de costas e você pode me lambuzar todinha! Não me incomodo… você vai me dar banho pela manhã, não é!?

Naquela noite, Natalia não ficou imóvel de costas pro avô de seu marido. Ela, mesmo de costas pra ele, o puxou até que a piroca dele se encaixasse no meio das robustas nádegas.
– Me beija, Ariosto! Me beija!

Natalia virou a cabeça tanto quanto Ariosto até que suas bocas se encontraram. No mesmo instante, ela pegou a mão dele e a colocou no meio de suas coxas.
Natalia uivou como uma loba enquanto gozava e se contorcia como uma serpente com o páu do avô de seu marido encaixado no rego de sua bunda.
Pela manhã, Ariosto deu banho em Natalia com ela sentada no colo dele, de lado, e com a glande se sobressaindo por entre as coxas dela. Ele gozou com ela lhe chupando a língua.

Ela fez questão de enxugá-lo. Quando chegou na altura da virilha, Natalia se agachou e não tocou no pênis, indo direto as coxas, canelas e pés. A rola dele chegou a ficar semi-endurecida e de vez em quando tocava de leve no alto da cabeça dela.
– Agora, enxuga o pipiu! Quero ver como você faz!
– O Luis nunca enxugou na tua frente?!
– Sim… mas com ele não tem graça!!
– Voce é maravilhosa, Naty! Deita ali que eu quero fazer uma coisa com você!!
– Oba! Já sei até o que é!!

E novamente Ariosto escutou o uivo da loba quando Natalia gozou intensamente com a língua dele serpenteando dentro da xoxotinha.

Foram almoçar fora. Natalia olhava o avô de seu marido como se estivesse apaixonada. Inclusive buscou e ficou de mãos dadas em cima da mesa. Voltaram para casa e Natalia perguntou o que ele fazia durante o dia.
– Normalmente faço ginástica, vejo bastante televisão, marco encontro com amigos pro happy-hour…
– Voce não vê pornografia?
– Bem… sim sim! Às vezes!
– Fica nu, Ariosto! Voce vai fazer todas as tuas atividades, nu!
– Como? Está…está bem! E você?
– Ficarei vestida! Pode começar vendo pornografia na internet! Espera aí, mas vai tirando a roupa!

Natalia saiu da suíte e quando voltou trouxe uma toalha. A forrou no assento da cadeira e deu uma olhada de admiração no corpo nu de Ariosto! Ele se sentiu um pouco constrangido por essa exibição, mas ser comandado por aquela ninfeta de corpo de mulher madura, o deixava extasiado. Ela afastou a cadeira e fez menção para que ele sentasse. O páu dele começou a endurecer!
– Que coisa linda é o seu pênis, seu pipiu, sua piroquinha! Que nome você dá pra ele!?
– Ainda não tem! Tava esperando alguém como você para batizá-lo!
– Aaah, que honra! Então darei o nome na ocasião do batismo! Eu serei a mãe dele, né!? Voce vai deixar eu beijá-lo!?

O páu de Ariosto endureceu de vez. Ele a puxou e ela caiu no colo dele, lhe dando um beijo na boca. De repente ela se levantou e tirou a saia. Abriu a blusinha e deu os seios para que a boca ávida do avô de seu maridinho lhe sugasse os mamilos.
– Aaagora, vamos assistir os filminhos! Quero ver tudo o que não posso assistir em casa!

Dizendo isso, Natalia se sentou em cima do colo dele, tendo o cuidado de deixar a rola se encaixar no rego da bunda o máximo que permitia, pois ainda estava de calcinha.
Natalia se apossou do mouse e escolheu um filme de uma famosa e bela atriz porno madura com dois rapazinhos.
– Quem é ela?

Ariosto não respondeu porque estava enebriado com o aroma dos cabelos da esposinha de seu neto e os suaves movimentos rebolativos em seu caralho. Natalia observava o vídeo e logo em seguida levou suas costas a encostar-se no peito de Ariosto. As mãos dele lhe apertava os seios e os mamilos.
Natalia levou uma das mãos para trás até encontrar o rosto de Ariosto. Passou então a lhe acariciar os cabelos e a esfregar seu rosto no dele olhando hipnoticamente as cenas na tela do computador. E logo, Natalia estava rebolando freneticamente em cima da rola de Ariosto. Apesar de estar se machucando devido a forte esfregação, ele não queria que Natalia parasse por nada deste mundo.

Novamente ela pegou uma mão dele e apertou entre as coxas. Desenfreado, Ariosto procurou pela boca de Natalia e o seu urro de gozo foi tão forte que estufou as bochechas dela.
Natalia quase quebrou os ossos da mão dele apertando com as coxas quando teve outro insano orgasmo.

Ariosto balbuciou qualquer coisa quando ela se levantou do colo dele. Natalia conseguiu que ele se levantasse e fosse se deitar na cama. Ele estava exausto e precisava urgentemente de descansar, de tirar uma soneca. Antes porém, ela lhe pediu;
-Vovô, voce me deixa sair sozinha? Voce vai confiar em mim? Eu quero que outros homens me vejam! Me desejem! E voltar pra casa cheia de tesão! E então, poderemos batizar seu… nosso “filho”!!
– Claro, claro! Aproveite bem os olhares! Mas, volte antes das oito! Levarei você num lugar espetacular! Pode ir, querida!
– Posso ir?! Vou tomar um banho, então!

O carro parou na dobra da esquina da casa de Ariosto. O motorista, um quarentão belo e grisalho, se inclina e abre a porta para Natalia.
Ela, literalmente se jogou nos braços dele, recebendo um ardente beijo. Ali mesmo, Natalia procurou com a boca o caralho do homem que já havia retirado de dentro das calças, assim que a viu se aproximando. Ele deixou que ela o mamasse por alguns minutos.
– Naty, meu amor! Pára um pouquinho! Está claro e alguém pode nos ver!
– Nem pensar, Joel! Não mamo nesse caralho desde aquela recepção há uma semana atrás! Deixa! Deixa eu mamar até gozar! O coroa me deixou acesa! Voce goza se quiser! Mas, vou… vou querer dedo no cusinho também!!

Já tinha passado das oito e quarenta e Ariosto ficou mais preocupado ainda. Ele tinha prometido que não ía ficar no pé dela, mas não dava mais. Ele telefonou pra Natalia.
Nos primeiros minutos não percebeu os toques. Mas o celular insistia em continuar tocando. Natalia interrompeu a mamada que estava fazendo no grosso cacete de Joel, já que tinha conseguido endurecê-lo de novo e atendeu o telefone.
– AlôôÔ! Não fica bravo comigo, vô! Eu já estou indo! Fiz amizades com uns garotos e estou adorando essa liberdade! Tô indo!!

Antes que Ariosto falasse alguma coisa, ela desligou o telefone. E só conseguiu resistir até as dez horas pra ligar novamente.

– Venha aqui, safadinha! Agora é o momento de apreciar esses glúteos que fazem tua fama! Que bunda! Que cusinho que você tem, Naty! Deixa eu te enrabar primeiro com minha língua!

Joel vê extasiado Natalia se virando com suas nádegas dando uma ligeira tremida como se fossem geleia. Ela deitou de bruços, abriu as coxas e deixou que Joel lhe separasse os glúteos pra dar acesso ao solzinho pregueado e rosado.

Natalia nunca experimentou nenhum outro homem que pudesse lhe enfiar a língua tão profundamente no cu. Joel conseguia enfiar quase cinco centímetros desse musculo dentro do cusinho e ainda fazê-la se contorcer como uma cobra. Diferente do deslizamento de entre e sai da rola dele, que também pulsava como as batidas do coração.

Natalia teve um pré-orgasmo e Joel sabia que agora ela estava pronta pra receber rola no cusinho. Ele ainda mordiscava a bunda dela quando o telefone voltou a tocar irritantemente.
– Escuta primeiro Naty! Volta pra casa! Já! O que meu neto vai pensar! Venha logo!
– Ariosto, querido! Voce tá…tá bravinho comigo por você mesmo ou pelo meu marido? Voce me prometeu que ia me dar total liberdade e…
– E dei e confiei! Mas, agora tá na hora de você voltar! Não exagere!!
– Mas, vôzinho! Tá tão bom aqui com meus amigos! Não se preocupe que um deles vai me levar em casa!
– Nada disso! Venha agora! Eu estou mandando!
– Ok, ok! Já estou indo!

Joel com a vergona em punho vai pincelando ao redor da boquinha anal, arretando a esposinha de Luis. Natalia de pura traquinagem faz com que o esfíncter se contraia e relaxe, como estivesse piscando pra cabeçorra da pica do patrão de seu maridinho. Sim, Joel era o patrão que mandou Luis pros quintos do inferno pra comer o cusinho da mulher dele.
– Jo…Joel, me enraba de ladinho… me beijando a boca!! Fiz isso com Ariosto e adorei, adorei!
– Oookeeei! Voce é fabulosa, Naty! São raras as mulheres que usam o próprio corpo pra receber e dar prazer!!
– Vem…vem, Joel! Me beija e me enraba!! Aaaah… iiiisso! Aaarrr! Me…mete, mete! Deixa eu… eu rebolar! Depois você me domina! Aai aii aaiaissiiiim! Coroa gostoso! Tô sentindo essa rola todinha dentro de mim!! Sinto latejando também!!

Não demorou e Joel inflou a camisinha com esperma. Lentamente a torona foi escapando do aperto que Natalia dava com o cusinho. Ela estava um fio desencapado de tesão. Joel ao seu lado já tinha recuperado a respiração. Ele a beijou e disse.
– Vem vem! Senta aqui na minha cara, meu anjinho! Esfrega bastante! Não tenha dó! Só saia de cima quando gozar!!

Não se controlando e num clima de sadismo e masoquismo, Natalia agarrou um chumaço de cabelos do patrão de seu marido e sentando em cima do rosto dele, passou a cavalgar como se estivesse montando num cavalo bravio. Seus gritos e soluços devem ter sido ouvidos por toda a cidade. O rosto de Joel ficou avermelhado e brilhando devido a gosma dela.
– Aaarreiiñññ! Essspera, deixa eu…eu me virar! Quero mamar também!

Agora os dois estavam num feroz sessenta e nove. Natalia parecia querer se afogar com a rola toda engolida até a garganta. Joel fazia uma ventosa como se estivesse arrancando grelinho dela. Pra completar, Natalia urrou de gozo quando Joel suavemente enfiou todas falanges de três dedos da mão no cusinho da adorável esposinha de seu funcionário.

De propósito Natalia tinha deixado o telefone ligado. Ariosto a principio ficou tremendamente enraivecido. Mas, escutando
as vozes dela e do amigo, teve uma sensação de paz, já que pelo resto da noite até os dois se calarem e dormirem, ele sabia
que Natalia estava protegida, mesmo depois de ter escutado todo o processo de sodomização a qual ela foi submetida.

Por volta de nove horas do dia seguinte o telefone tocou. Isso era tudo que Ariosto menos queria. Sabia que era seu neto.
– E aí, vô! Tudo em cima! Tô ligando pra Naty, mas tá dando ocupado já um tempão!
– Ela ainda não veio tomar café! Acordo ela? Que horas são aí?
– Duas e pouco! Não acorde ela! Peça que me ligue depois!

Ariosto deve ter se lembrado que o celular ficou ligado na linha dele, por isso dava ocupado. Pensou que talvez tivesse sorte se ligasse pra ela. Dito e certo. Ariosto escutava uma espécie de murmúrio de pessoas se falando. Ele então passou a gritar na esperança que ela escutasse.
– Fala Ariosto! A Naty está no banho… Depois, vamos sair. Ela só volta na segunda, ok!?
– Mas…mas o Luis, o marido, quer falar com ela! E você seu canalha! Voce está depravando a esposa de meu neto!
– Conheço muito bem o abestado do Luis! Ele é problema teu agora! Sou um depravado sem dúvida alguma! Voce não!?

Ariosto teve que engolir sapo. Natalia contou a Joel, tudo o que eles fizeram nas vinte e quatro horas que ficaram juntos.
O jatinho os levou até o Resort Shagger-La. Sábado e domingo foram de pura e requintada orgia. Natalia participou de alguns concursos de mérito puramente sexual. Sempre era finalista.

Mas, ganhou o mais difícil, o da “Égua Valquíria”. Natalia conseguiu que um cavalo azalão gozasse ao ter a idéia de passar o extenso pênis malhado de negro, rosa e branco por entre as coxas, abraça-lo com os braços e seios e ficar mordiscando a cabeçorra. Num repente de grande humor, ela direcionou a mangueirada ejaculatória para a platéia. Natalia recebeu dez mil dólares de prêmio.

Quando Ariosto recebeu o vídeo da performance dela, quase teve um troço. O que lhe salvou foi o endurecimento do pênis que fez o sangue circular por todo o corpo mais rápido. Ou seja, Natalia o salvou de um ataque cardíaco.

Já era hora do almoço na segunda-feira quando Ariosto recebeu uma chamada Dela, pedindo que fosse buscá-la em um restaurante. Ariosto tentou, a princípio, se mostrar indignado. Mas logo caiu no charmoso encanto dela.
– Eu quero que você volte a me chupar e me faça gozar enquanto eu te conto todas as “depravações a que fui submetida”!
– Voce é louca, Naty! Voce é uma mulher fascinante! Não consigo ficar de pau mole na tua presença, perdoe minha grossura!
– Que tal achou do Blublu!?
– Quem!?
– Aquele cavalinho se apaixonou por mim! Não podia me ver que relinchava e se empinava! Devo voltar a visita-lo no sábado!
– Voce tem que dar um alô pro meu neto!
– Só quando estivermos na cama e você atrás de mim!

Neto já tinha voltado do curso quando o celular tocou. A vozinha meio chorosa de Natalia o comoveu. Trocaram palavras de amor e todas aquelas banalidades de saudades. Natalia reclamou de nunca se sentir tão só e estar desesperada pra fazer sexo com ele.
– Aaaah, não aguento, Luisinho! Estou nessa secura há semanas. Voce não… não se incomoda se… se eu… se eu…
– O que você está insinuando, Naty!? Claro que não aprovo nenhuma infidelidade! Não devia nem ter cogitado isso!! Que vergonha!
– Que…querido! Eu quero te pedir que você me deixe… me deixe que eu… eu me toque, entendeu!? Você não se importa, né!?
– Aaaaj… beeem! Um pouco, né? Voce deveria ter orgasmo só comigo! Mas tudo bem!
– Mas vou estar pensando em você!! Vou falar e agir como se você estivesse aqui, ok? Deixo o telefone ligado?

Luis não soube o que responder. Ficou com o aparelho na orelha e com olhar fixo no vazio.

“- Me beija, amor! Me beija! Esfrega essa coisa enorme em mim! Vai! Vai esfrega! Aiaiaii, que gostoso teu pipiu latejando na minha bundinha!! Voce gosta? Voce… você quer que eu… que rebole? Posso rebolar mais e mais! O quanto você quiser! Tá bom assim!!”
Luis e Ariosto gozaram ao mesmo tempo.

Natalia permitiu que Ariosto a possuísse duas vezes. Ela gritava pelo nome do marido que queria engravidar. Luis escutava e exultava com isso. No sábado ele ficou sabendo que Natalia estava afônica e não podia falar. E assim aconteceu até sua volta.

Natalia deu a luz a uma linda menina. Luis estava felicíssimo e aliviado pelo nascimento ter ocorrido bem, já que fora prematuro.

Convido meus leitores a visitar meu blog http://eternahelgashagger.blogspot.com.br/ onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada

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