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A tia da Clara

Publicado em 25/10/2023 por Fatpimp

Conto erotico A tia da Clara em audio.

Conto erotico A tia da Clara

Conto erotico A tia da Clara

Mais um conto real pra vocês

Minha amizade colorida com a Clara evoluiu pra um namoro firme. A gente se gostava, então resolvemos ir adiante na relação.

Num fim de semana, Clara me convidou pra ir num churrasco na casa dela. Clara morava no metro quadrado mais caro da nossa cidade. Fiquei até constrangido de ir, mas acabei indo.

Quando cheguei, Clara veio correndo me abraçar. Me beijou na frente de todo mundo, tornando público nosso relacionamento.

– Que bom que tu veio, grandão. Vai conhecer minha família hoje.

A família dela era gigante. Um monte de tias, tios, primos e primas.

Fui apresentado à mãe de Clara. Uma coroa muito linda e gostosa (ALERTA DE SPOILER… comi a mãe dela também, mas depois eu conto pra vocês).

– Mãe, esse é o Max, meu namorado.

– Prazer, meu genrinho. Cuide bem da minha menininha.

– Farei o possível.

Depois de ser apresentado a todos, Clara me levou pro quarto dela. Eu já sabia das intenções da minha gordinha.

– Grandão, a gente não vai poder trepar agora, bem que eu queria… mas se tu puder me dar um leitinho, ficarei bem feliz em te chupar todinho.

Deitei na cama e ela já veio pra cima de mim. Meteu meu pau na boca, chupando com a maestria de sempre. Gozei em pouco tempo. E Clara como uma boa boqueteira, engoliu tudo com prazer.

– Que delícia. Adoro tomar o teu leitinho!

Ouvimos uma algazarra vinda da rua. Clara levantou depressa.

– Vem, grandão… minha dinda chegou!

Saímos do quarto e fui conhecer a madrinha da Clara.

– Oi, dinda… que saudade!

– Oi, meu docinho… que linda!!

– Max essa é a Dinda Elaine, irmã da minha mãe.

Elaine era uma coroa muito gostosa, tinha um ar de puta, daquelas bem vagaba. Loira, cabelos longos, bunda grande, peituda. Estilo cavala.

– Prazer, dona Elaine.

– Não sou dona de nada, meu querido.

Clara me levou pra conversar com o lado jovem da festa. Ficamos batendo papo sobre vários assuntos. Em certo momento olhei pro lado e vi a madrinha da Clara me secando. Fiquei até meio sem jeito.

Clara foi conversar com umas primas. Me deixando só por uns instantes, foi quando a coroa veio armar o bote.

– Tu deve deixar a Clara vendo estrelas, né?

Resolvi responder a altura, pra ver qual era a dela.

– Com certeza. Até pouco antes da senhora chegar, estávamos no quarto. A Clara tava me pagando um boquete bem gostoso. Enchi a boquinha dela de leite.

A coroa ficou toda vermelha. Mas vi que liguei o motorzinho da safadeza dela.

Clara voltou, mudamos de assunto para disfarçar.

– Clara, adorei ele. Sabe mesmo conversar.

Elaine foi conversar com outros parentes e nos deixou sozinhos. Clara aproveitou e me advertiu:

– Cuidado com ela. É minha madrinha, mas não vale nada. Ela e a mãe disputavam o meu pai quando eram jovens. O pai escolheu minha mãe, por ser mais jovem e bonita. Ela nunca se conformou. É uma puta safada!

A festa seguiu, Clara foi arrumar as bagagens, ia viajar com as primas. Estava eufórica. Resolvi ir embora pra casa, descansar. Me despedi dela e já ia saindo. Quando ouvi uma voz me chamando.

– Quer uma carona, gostosão?

– Tá arrumando ideia, dona Elaine?

– Claro que não. Só te ofereci uma carona inocente… sem maldade nenhuma.

Entrei no carro sem ser visto. Elaine saiu em disparada. Mas logo parou numa esquina pouco iluminada.

– Troca de lugar comigo, dirige pra mim.

– Pra onde tu vai?

– Centro, bem pertinho daqui.

Levei ela pro centro da cidade, morava perto do hospital. Dali, eu pegaria um táxi e chegaria logo em casa. Mas isso não aconteceu.

– Quer tomar um cafezinho? Entra… fica um pouquinho com a dinda.

Aceitei o convite, já sabendo o que ia acontecer. Quando entramos na casa, a coroa pulou em mim.

– Gostoso… vem me pegar, vem… enche a minha buceta de leite também.

Me beijava todo enquanto tirava a roupa. Ficando completamente nua na minha frente. Sua buceta era bem cabeluda. Adoro isso.

Tirei o pau pra fora e Elaine veio me chupar. A mulher estava com fome de piroca. Me chupava com tanta vontade, que fui obrigado a sentar no sofá, antes que ela me derrubasse no chão.

– Adoro chupar pau de negrão. E o teu é perfeito!

Ela chupava super bem. Dava atenção especial a tudo, especialmente pras bolas. Mamava meu saco colocando as duas bolas na boca. Enquanto batia uma punhetinha caprichada. Me fazendo delirar.

– Mulher… isso tá bom pra caralho. Tô me segurando pra não gozar.

– Mas goza… pode gozar. Dá o teu leitinho pra mim.

Relaxei e deixei a natureza seguir seu curso. Ela continuou me chupando até eu gozar um rio de porra quente na boca dela. Elaine engolia tudo como se fosse iogurte.

– Amo porra quente direto da fonte.

Saímos da sala e fomos tomar um banho. Começamos tudo de novo no chuveiro. Meu pau não amoleceu depois de gozar, então já cheguei no chuveiro metendo o pau na buceta dela. Elaine se debruçou na parede do box e aguentou minha pica preta inteira xereca a dentro.

– Enterra tudo em mim… faz como tu faz com a Clarinha… me faz gozar!!

Meti nela uns 15 minutos à fil. Socando forte e fazendo a putona gozar de tremer as pernas.

– Fazia tempo que eu não gozava assim. Que maravilha, negrão gostoso.

Elaine meio zonza de tanto gozar, me levou pro quarto dela. Deitou na cama e abriu as pernas.

– Mete tudo de novo. Eu quero mais. Enche a minha xereca de porra. Quero sentir teu leite dentro de mim.

Pincelei a cabeça da caralha no grelo inchado da Elaine, ela se contorcia de tesão. Depois de deixar ela bem louca, soquei o pau com tudo. Elaine gozou na metida, me agarrando e tremendo desesperadamente.

– Me mata… me mata… soca tudo na minha buceta, negrão!!

Metia com tudo, Elaine só gemia e gozava. Se aproveitando do meu vigor.

Eu já estava metendo a nem sei quanto tempo, meu pau já estava querendo botar o leite pra fora.

– Vou gozar… vou gozar na tua buceta, sua puta!

– Goza… goza dentro… goza dentro, negrão!!

Gozei gostoso. Elaine gozou também. Ficamos ali só curtindo o momento.

– Tu é fantástico, guri. Minha afilhada deu sorte dessa vez.

– Agradeceria se tu mantivesse essa trepada em absoluto sigilo.

– Prometo não contar pra ninguém.

Tomei outro banho, Elaine chamou um taxi e finalmente voltei pra casa.

Foi uma noite e tanto.

Espero que tenham gostado de mais uma história real. Até mais!!

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