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A juiza e o presidiário

Publicado em 12/07/2023 por Helga Shagger

Romeu chega em casa depois de uma jornada de doze horas trabalhando numa siderúrgica no turno da noite. Par sua surpresa não encontra sua adorável esposinha. No travesseiro encontrou um bilhete dizendo que tinha um trabalho extra e teve que sair mais cedo. Se desculpava se não o avisou antes porque o telefone não atendia.
Ele sabia que lá dentro da siderúrgica o sinal era praticamente inexistente. Tomou banho e foi dormir.

Dois dias depois Romeu se preparava pra assumir seu período noturno, sua esposa chega do trabalho e o beija.
– Pô, amorzinho! Quando você vai sair desse horário e pegar um serviço normal? Chego do trabalho e daqui a meia hora você tem que sair! Sei que tá dando pra pagar as contas com folga, mas…
– Ainda não sei até quando, amor! Fiquei um dia e meio em casa e você… tá sempre cansada do trabalho…
– Pois é!

Romeu se despede dela, pega sua decadente motoca e corre pro trabalho. Chegando lá, tem um piquete de agressivos sindicalistas que não deixa ninguém entra na siderúrgica. Houve um acidente com alguns feridos e está o maior alvoroço. Indeciso e sem que alguém da administração que venha orientar os pasmados operários impedidos de entrar, Romeu permanece por lá umas três horas e então decide voltar pra casa, pedindo pra um dos manifestantes lhe telefone se houver alguma mudança.

Sua esposinha está nua e ajoelhada entre as coxas de um homem gorducho que se contorce espasmodicamente conforme vai ejaculando, lhe enchendo a boca de esperma.
Romeu espancou o gorducho que vinha a ser o patrão da esposa e deu um safanão tão forte nela que ficou semanas com olho roxo, quando ela tentava parar Romeu de esmurrar o patrão.
Romeu está diante da juíza Amanda e ladeado por policiais. Ele escuta quando ela lhe dá a sentença de dois anos.
– Mas, dona juíza! Eu não bati na minha mulher! Foi só nele!
– O patrão de sua esposa diz que não sabe de nada e nunca esteve na sua casa. O caso aqui é só sobre violência doméstica.
– Mas… mas doutora, foi um momento de raiva! Imagine chegar em casa e ver sua esposa chupando um cara!
– Senhor Romeu, me trate por senhora, juíza ou por sua excelência. Quanto ao que aconteceu, o que vale são os fatos aqui provados.
– Mas, doutora…senhora juíza, dois é anos é demais! Vai acabar com minha vida!
– Devia ter pensado nisso antes de ser tão violento! Caso encerrado!

Durante o jantar, Amanda comenta com o marido sobre o caso do Romeu, mostrando o quanto é difícil seguir as leis e ser justo.
– Pois é, um jovem de vinte e um anos trabalhador que vai se tornar um rebelde e possivelmente um bandido. Logo logo vão recrutá-lo como guarda-costas de algum chefe de facção!

Uma semana depois Romeu já está adaptado a rotina do presídio. O advogado dele conseguiu que ele ficasse na ala dos presos não violentos e por enquanto ele era o responsável por manter os banheiros limpos.
– Ô zémané! Tens visita lá na “suíte”! A putinha da tua mulher vem mostrar o cusinho melado de porra! Ahahahah!

Romeu não entendeu nada. Eles dois ainda estavam tratando do divórcio. Talvez ela quisesse se reconciliar. Pensando assim, Romeu achou que seria bom trepar com ela e quando saísse, se divorciaria de qualquer jeito. Foi tomar um banho.

O quartinho estava escuro e quem segurava uma pequena lanterna não era sua esposa. Era uma mulher mais alta e mais opulenta de curvas. Vestia uma blusinha simples que mal lhe escondia os seios, mas encobertos por um casaco de moletom. Uma saia larga que ia até os tornozelos, ocultava as grossas coxas e as amplas e bojudas nádegas.
– Não faça nada e só me escute! Se lembra de mim?

Ela lança o jato de luz de baixo pra cima em direção ao próprio rosto.
– Juiza!! Senhora juíza!!
– Xiiiiu! Vem aqui, querido! Me come do jeito que você quiser! Quero fazer de tudo contigo! E depois vamos conversar!

Romeu não se mexia. Amanda tirou o corpete mostrando os grandes seios com enormes aréolas rosadas e em seguida fez a saia deslizar até seus pés mostrando toda sua beleza de mulher madura. Ela não vestia sutiã nem calcinha.
Ela caminhou até a estreita cama e sentou-se. Colocou a lanterna no chão, dando um pouco de claridade no ambiente.
– Vamos, meu querido! Só temos meia hora porque meu marido vem me buscar pra irmos ao supermercado! Me mostra teu guerreiro!

Romeu ainda estava paralisado. Amanda se inclinou e esticando o braço alcançou a cintura da bermuda dele e o fez cambalear até ficar de frente pra ela. O jovem só foi sair do transe quando os lábios de Amanda sugavam a base de seu cacetão e o queixo dela lhe batia com força nos bagos.
Amanda se engasgou por um momento e parou com a garganta profunda, mas não parou de masturba-lo com ambas as mãos olhando embevecida para o estupendo cacetão amorenado que estava correspondendo muito bem aos seus devaneios.

Já imaginava o atlético Romeu na lista de seus amantes. Com uma das mãos procurou o grelinho e fantasiou em como ele se comportaria quando estivesse trepando com ela e algum de seus amantes. E engoliu toda a cabeçorra da rola dele, chupando com mais esmero até sentir os primeiros jatos da ejaculação. E então, prosseguiu engolindo toda a extensão até a glande se acomodar no fundo da garganta e despejar todo o sumo vital de um jovem humilhado.

Nessa primeira vez, Amanda o ensinou como deveria idolatrar sua xana com a boca e depois como fazê-la gozar, saracoteando a língua ao redor de seu cusinho. Não fizeram mais nada porque o marido já ligara duas vezes.
– Coisa chata, Amanda! Me fazendo esperar aqui no estacionamento! Como foram as coisas!? O diretor vai aprovar nossa licitação?
– Ele é um escroto! Me fez esperar… por isso que demorei! Ele não sabe que sou juíza e tua mulher, né?
– Disse que era minha engenheira de produção. Já temos o contato chinês pra nos fornecer o material de higiene. Só falta ele aprovar.
– Ele quer meio a meio da comissão! Disse que não e vim embora! Ele pediu pra voltar mais tarde! Faço isso na semana que vem! Mas, só venha me buscar quando eu chamar, pois esse babaca gosta de dar canseira!

Na semana seguinte, uma elegante Amanda é recebida no gabinete do diretor do presídio. Ele é um ex-delegado aposentado e sempre foi corrupto e depravado. Literalmente ele salivou pelos cantos da boca quando viu Amanda sentar-se a sua frente e cruzou as pernas sem se importar que a saia lhe subiu ao meio da coxa.
– Caro senhor diretor meu mari…
– Me trate por Dirceu, dona Amanda!
– Ah! Muito bem! Como ía dizendo, Dirceu… meu marido não quer dar mais de três por cento! Acho que é um bom negócio ter quase cinco mil por mês assim no estalo! Concorda!
– Bom… eu disse cinco por cento! Três por cento, huuum? Dá cinco mil? Não está mal, mas ainda quero que seja cinco por cento!
– Dirceu, vamos fazer o seguinte! Em vez de cinco mil, te dou oito! E… posso ser boazinha com você…

O velho depravado respirou fundo imaginando se ela estava tentando lhe seduzir.
– Posso vir aqui toda semana e deixar você me ver nua!! Uma pequena safadezinha pra tua satisfação! Que tal!?

Gaguejando e balançando a cabeça afirmativamente, ele pergunta.
– Te ver nua e mais oito mil!?
– Posso dar um adiamento agora… o dinheiro depois!

Em segundos, Amanda estava com um pé cima do assento da cadeira do diretor e ele agachado com a cabeça enfiada entre as coxas dela. A situação excitava Amanda, não a atuação do diretor. Vendo a submissão a que ele se submetia, Amanda achou por bem tripudiar. Sabia que a crueldade que ele permitia que os guardas fizessem com os presos, era o inverso do seu prazer sexual.
– Chega, seu velho babão! Vamos ali pra poltrona! Quero que você me faça um cunete! Voce sabe o que é “cunete”, né!?
– Sim sim! Sei sim, Amanda!
– Me trate por senhora, seu velho escroto!
– Sim, minha senhora! Perfeitamente, como quiser, senhora! Seria uma honra besuntar vosso anus com minha boca e saliva!
Amanda está de quatro com o busto apoiado no encosto da poltrona, recebendo vigorosas chupadas e linguadas do diretor do presídio. Ele esfrega freneticamente o próprio cacete semi-amolecido por cima da calça. Querendo tripudiar mais ainda, ela lhe ordena.
– Eu… eu quero dar a bunda! Voce consegue me sodomizar, seu imbecil!?
– Posso… posso me esfregar… Não… não posso, senhora! Me perdoe, senhora! Me perdoe, senhora!
– Voce é um inútil! Confirma que você é um inútil!
– Sim senhora, sou um inútil! Um imprestável!
– Sabe o que você pode fazer!?
– O quê, senhora! Ordene! Faço tudo o que a senhora ordenar!
– Que tal chamar um dos guardas pra me enrabar na tua frente e você dizendo que sou parente tua!?
– O quê!? Aí não! Um guarda irá me desrespeitar pra sempre! Não, isso não, Amanda!
– Caça a boca, imbecil! Você está me impedindo de ser sodomizada na tua frente!? Está se recusando!? Vou começar a gritar!
– O que posso fazer, Amanda!? Voce não vê o perigo pra nós dois!?
– E um dos presos? Isso! Quero ser enrabado por um dos teus presidiários!

Dirceu pára pra pensar e acha que pode ceder ao extraordinário pedido dela. O prisioneiro pode ser ameaçado e se ele se recusar a ficar calado, é só “cancelar o cpf” dele.
– Chama o Romeu que deu entrada quase um mês atrás.
– Mas, mas como?
– Chama já! Agora! E depois vem me lamber o cú!

Dirceu abre a porta, faz Romeu entrar e dispensa o guarda. Amanda correu pros braços do jovem presidiário e o beija apaixonadamente. Ele não sabe se a abraça ou não. Mas, seu cacete endurece imediatamente. Amanda dá um longo suspiro ao sentir o volume de encontro a sua barriga. Sem perda de tempo, ali ao lado da porta, ela se acocora e abaixa a bermuda do jovem.
O caralhão dá um salto já cuspindo baba de excitação.

Amanda chupa com vontade até ficar com a garganta e a mandíbula dormentes. Ela não quer ainda que Romeu ejacule.
– Voce! Se acomoda embaixo da escrivanhia! E você, meu meninhinho! Senta na cadeira do diretor!
– Não! Eu sei muito bem o que vai me acontecer comigo depois! Vamos ali pra poltrona, dona Amanda!
– Voce tá pensando fazer alguma maldade com meu filhinho aqui, seu escroto!?
– Não, não, minha senhora! Faça o favor, Romeu! Pode sentar na minha cadeira! Faça o que sua “mãezinha” mandar, por favor!

Dirceu em estado hipnótico, observa fascinado o rosado anus de Amanda ir engolindo a torona de seu jovem presidiário. Em instantes, Romeu ecoa o urro dentro da boca de Amanda. Ela sente os espasmos de gozo dentro do cusinho e aperta o anel rosado em volta da torona do seu novo macho. E então ela desaba gozando quase que histericamente.
Dirceu, num ato de extremo masoquismo e submissão, abraça as ancas de Amanda e enfia o rosto entre as nádegas e lambe tudo que escorre do cusinho dela.

O marido de Amanda abre a porta pra ela entrar. Nota que ela prendeu os cabelos e está sem batom nos lábios.
– Como foi? Não tinha ar condicionado lá! Voce está meio que… esbaforida!
– Ele me irritou! Veio com cantada besta e tentou me agarrar! Dei-lhe um tremendo tapa e fiz ele concordar só com dez por cento!
– Ah, que bom! Então valeu a pena a cantada e a bofetada! Eu estava disposto a ir até trinta por cento!

Quatro meses depois Romeu foi liberado condicionalmente e passou a trabalhar como secretário do marido de Amanda. A ex-mulher teve uma filha e o patrão reconheceu a paternidade. Romeu e Amanda foram os padrinhos.

Convido meus leitores a visitar meu blog https://eternahelgashagger.blogspot.com.br/ou http://eternahelga.blogs.sapo.pt/ onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada

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