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A devassidão entre eu e o tio de meu marido

Publicado em 31/05/2023 por Helga Shagger

Bem, três meses atrás meu marido teve que viajar às pressas, ele é criador e responsável pela manutenção de um sistema de informática de uma empresa Estatal. Fui leva-lo ao aeroporto e um pouco antes dele embarcar recebeu um telefonema de uma tia que mora na Barra da Tijuca pedindo um favor.
– Ju, meu sobrinho favorito! Vou pra um spa e ficar uma semana lá. O Heron tá de férias e não sabe o que fazer! Só sabe fritar ovo! Imagina ficar uma semana só comendo ovo! Voce não poderia ficar com ele por essa semana?
– Tia Lina! Há quanto tempo! Eu estou nesse justo momento no aeroporto. Vou atender uma emergência em Cuibá! Deixa eu falar aqui com a Carmela!

Meu marido desligou o celular e olhou pra mim e foi dizendo o que tinha acontecido.
– Bom – eu disse- Não tem problema nenhum! Ele não está gagá, né!??

Ele ligou pra ela já embarcando dizendo que aprontasse o tio pois eu iria direto do aeroporto pega-lo. Assim que ele embarcou eu fui direto pra casa de sua tia.
Pra falar a verdade nós quase não nos via. Só mesmo no meu casamento e de depois os encontrei por acaso em uma rua de Ipanema. Mas lembrava dela e do marido só do nosso casório, era um corôa simpático, cinquentão, cabelos grisalhos e até muito bem pois mantinha seu corpo atlético na praia jogando frescobol, assim dizia meu marido.

Assim que cheguei em seu condomínio fui recebida pela tia Lina que estava bastante entusiasmada em ir pro spa mas também preocupada achando que iria me dar trabalho, ficando com o velho dela.
Eu respondi que família era pra isso mesmo e coisa e tal…Mas pra falar a verdade não estava gostando daquilo pois meu marido viajando eu poderia aprontar alguma e com o velho em casa… seria impossível.
O tio Heron estava todo eufórico pra vir comigo para Niterói, dizendo que adorava Camboinhas, que tinha uma praia maravilhosa. Foi me abraçando e beijando meu rosto.

Me despedi da tia e fiquei de trazer o tio assim que ela voltasse de viagem. Entramos no elevador e notei que o tio me olhava de cima a baixo e quando viu que eu estava olhando falou que eu estava muito bem, que o casamento havia me encorpado mais. Eu disse pra ele que além do casamento eu estava malhando muito.
– Mas, por você estar tão maravilhosa assim não é devido a malhação! Foi a natureza que te privilegiou, Carmela!

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Fiquei quieta e fingi não dar importância ao que ele tinha dito. Ele me acompanhou até a minha porta do carro e a abriu. Ri e agradeci.
Quando me sentei, não teve jeito. Como estava com um vestido curto ao abrir as pernas para sentar fiquei escancarada pra ele. O coroa disfarçou, mas com os olhos no meio das minhas coxas até eu me ajeitar no banco.
Como não sou de ferro e tenho um fogo danado aquilo mexeu comigo e melei na hora. Mas no mesmo instante tentei tirar da cabeça que poderia rolar alguma coisa com Heron e mais uma vez fingi que não aconteceu nada.

Chegamos em casa e lhe mostrei o quarto de hospedes e ajeitei suas coisas no guarda-roupa. Desci e fui procurá-lo. Nossa empregada disse que ele foi dar uma caminhada até a praia e que eu não me preocupasse. Fiquei meia receosa pois ele estava aos meus cuidados.
Como ainda era cedo coloquei meu biquíni, não preciso dizer que é minúsculo, e uma canga e fui até a praia ver se o encontrava. Olhei por toda a praia do alto e logo vi o tio conversando com duas meninas, pelo jeito só poderia ser besteiras pois elas riam muito.

Não fui em sua direção, coloquei minha canga na areia e deitei de bruços para queimar um pouco as costas e minha bundinha, e de vez quando o olhava, não queria perde-lo de vista.

Só que estava tão cansada que adormeci e só acordei com o tio alisando minhas costas e indo até o começo de m bunda com um protetor solar. Levei um susto e ele também. Ele foi logo se desculpando dizendo que não queria me acordar, mas como o sol estava muito forte ele achou melhor passar o protetor em mim.
Agradeci e falei que não tinha problema e ao me virar e sentar ele estava em pé na minha frente e não pude deixar de notar o volume em sua sunga. Nossa pensei, o coroa tem um picão! Coitada da tia Lina! – e ri.

Ele me perguntou logo por que estava rindo. Respondi que não era nada, ele não insistiu e sentou-se ao meu lado. Pude perceber que apesar da idade ele conservava ainda um corpo bem legal e um bronzeado de dar inveja a muita gente.
Começamos a conversar e perguntei por que ele estava rindo com as meninas. Ele ficou surpreso por eu ter visto e, com a cara de pau mas lavada do mundo, me disse que não era assunto pra mulher casada.
– Ah é!!

Pensei, vamos ver até onde esse safado quer ir, comecei a passar o protetor nas pernas alisando bem devagarinho e olhava pra ele com o canto dos olhos. Ele não tirava os olhos de minhas pernas. Abri um pouco mais e passei o creme bem perto da virilha, nessa hora ele se levantou e disse que ia dar um mergulho.

Vi que seu pau era enorme pois estava bem duro e parecia que saíria pra fora da sunga. Fiquei toda melada e comecei a imaginar aquele pau na minha boquinha.
“-Mas que é isso!! O cara é um velho e tio do meu maridinho!” – Tentei tirar essa idéia de minha cabeça.

O tio Heron já estava um tempão na água então decidi dar uma caída no mar também. Mergulhei e passando perto dele, não acreditei quando dei de cara com o seu pau pra fora da sunga. Ele estava se masturbando.
Emergi como se nada tivesse visto embora ele tenha se assustado.
– E aí, tio Heron! Está gostando da praia de Camboinhas?
– Muito, querida! Poderia ser melhor!

Fingi mas uma vez que não havia entendido o recado, mas decididamente Heron queria me comer. Perguntei se não queria ir embora.
– Ainda não, querida! Mas, se você quiser, pode ir. E, por favor, me trate só por Heron e de você, ok? Agora me diga, como você consegue vestir esse micro biquini sem que o Júlio fique enciumado!?

Eu já estava ficando melada outra vez e então com aquela quentura na barriga que me dá quando o tesão começa a vir. Olhei pra ele e disse com uma voz bem safada.
– Eu me sinto muito bem vestindo um micro biquini e ficando quase nua quando estou nesse ambiente natural praiano! O Júlio não se importa desde que não tenha muita gente por perto!

Ele balançou a cabeça e disse.
– Esses jovens não sabem dar valor as coisas boas da vida! Só sabem quando as perde!

Gelei dentro d água, minha xana estava ensopada e comecei a pensar que se Heron fosse pra cima de mim eu não saberia até onde ia resistir.

Voltei ao mundo real e falei pra ele que estava indo. Ele então fala pra mim.
– E o beijinho no velhinho!?
-Claro tio Heron!

Fui em sua direção pra beijá-lo no rosto, ele me puxou mas pra perto e senti seu pau na minha perna. Aquilo foi demais. Sentindo aquele pausão na minha coxa e se, de alguma forma, qualquer uma daquelas pessoas estivesse nos observando, me deixava tremendamente excitada.
Fingi que não senti e dei um beijinho em seu rosto e ele no meu e fui saindo, mas com muita vontade de ficar ali com aquele velho tarado.

A noite transcorreu normalmente depois de termos pedido uma pizza e fomos dormir. Depois do café combinamos de ir à praia. Passando pelo quarto de hospedes em direção a nossa suíte, vi que a porta do quarto de hospedes estava semiaberta e tio Heron estava vestindo a sunga ainda na altura dos joelhos.
Caramba! O que era aquilo!
Em menos de três minutos, trancada no banheiro, eu urrava de gozo pensando na pica do tio do Júlio.

Dessa vez escolhi um lugar mais deserto da praia aproveitando ser dia de semana e poderíamos ficar mais a vontade. Na hora não me dei conta por que pensara assim, não queria que rolasse nada comigo e o tio Heron. Seria meu subconsciente falando mais alto? O dia anterior já foi excitante demais, e as roçadas do dia em minha perna e a visão de seu pauzão quando se masturbava.

Tirei a canga e o Heron não parava de me olhar. Ele me comia a com os olhos. Notei que o volume da sua sunga já dera sinal de vida e isso também começou a me excitar. Eu me melei na hora e quando começou a quentura em minha barriga, era preciso me controlar muito, porque me torno uma desvairada. Coisa que o Júlio nunca tinha reparado quando trepávamos.

O tio Heron ficou ali me olhando deitada de bruços , com minha bundinha toda pra ele observar e babar a vontade. Eu imaginando no que ele estaria pensando. Aquilo foi me deixando cada vez mais melada até que quando ele ameaçou ir pra água eu me virei e perguntei se ele poderia passar o protetor em minhas costas.
O danado abriu um sorriso só. Prontamente pegou em minha bolsa o protetor e pediu se poderia passar logo. Eu disse que sim e quando ele jogou um pouquinho em minas costas deu aquele geladinho que tranquei um pouco minha bundinha. Ele pensou alto e disse” – Que delícia”.
– O que? Perguntei fingindo não ter entendido.
– Nada minha filha pensei alto, disse ele!

O safado tinha a mão maravilhosa. Ele começou pelos meus ombros foi descendo pelas costas e quando chegou em minha bunda ele parou. Eu só pra provocar perguntei se ele não iria continuar. O velho tremia nas mãos, começou a esfregar devagarinho sobre minha bunda. Eu pra facilitar abri um pouco as pernas e ele de joelhos se aproximou um pouco mais pra passar na outra perna e nessa hora senti seu pau duro ao lado de minha bunda.

Dei uma respirada que ele forçou um pouco mais a massagem. Eu toda melada sendo esfregada e tocada com um pausão na bunda perguntei pra ele quase sussurrando se tinha alguém por perto… Ele sentiu na hora por que eu perguntara aquilo. Não queria que alguém nos visse daquele jeito.
– Não se preocupe!

Perguntei outra vez.
– Tio tem alguém por perto?
Eu já estava fora de mim! Ele sentiu o que eu queria e precisava.
-Não minha filha só estamos nós dois por aqui!
– Continua, por favor, passa o protetor em toda minha bunda! Já!

Ele começou a esfregar mais e mais forte a minha bunda Seus dedos deslizavam mais e mais até que tocou minha xaninha. Eu arrepiei toda e dei uma empinadinha.
– Carmela minha filha, você é uma mulher deliciosa se não fosse esposa de meu sobrinho…
– O tio faria o que?
– Posso falar mesmo? – Perguntou ele ainda meio receoso.
– Claro tio!

Fiquei sem ação quando ele se deitou em cima de meu corpo. Pegou um chumaço de meus cabelos da nuca e me fez virar a cabeça até que sua boca colasse na minha. Seu pauzão escapou da sunga e se encaixou no rego da minha gorducha bunda.
Nos trancos que ele me dava, sua rolona subia e descia do aperto de meus glúteos. Eu gozei primeiro porque os trancos fazia eu esfregar minha xoxota na areia coberta com minha canga.
Heron quando gozou, mordeu não muito forte o meu pescoço na curva do ombro, como leão trepando com a leoa. Sua lava quente fez uma poça no alto de minhas nádegas.

Chegamos em casa já passavam das 14:00hrs na minha cabeça não saía as mãos e a esfregada de pau do tio na minha bunda, além de nossa conversa quente. Ele estava no papo e eu dominada por ele.

Perguntei onde ele queria ficar se na piscina ou dentro de casa mesmo. Ele preferiu na sala. Começamos a beber o vinho e eu sempre dava um jeitinho de cruzar as pernas de vez enquanto. O short era tão pequeno e eu sem calcinha que marcava nitidamente minha xana que com a brincadeira já estava toda meladinha.

Ele me olhando nos olhos e desviando o olhar pra minhas pernas em sua frente pergunta se o Roberto é bom de cama.
– Acho tio que ele tem outra disse com cara de choro.

Heron se levantou e com cara de pena veio em minha direção fazendo menção em me abraçar pra me consolar. Eu dexei e quando me abraçou senti uma tora de pau que parecia que iria me furar e me fazendo de bobinha perguntei.
– Nossa tio! O que é isso aí tão duro encostando em mim!?

Ele entrando no joguinho diz que é algo que se eu quiser será todo meu. Me afastei um pouco e com carinha de inocente perguntei se poderia ver. Ele desamarra o roupão e assim que abre pula um pau enorme com muitas veias grosso e cabeçudo.

Gelei! Fiquei olhando com a vontade de pega-lo e acaricia-lo. Ele me pergunta se tinha gostado. Respondi que sim, ele então me pede para segura-lo.
Eu hesitei um pouco só fazendo cena, . Apertei em minhas mãos aquele pau maravilhoso, era lindo e parecia ser delicioso, mal podia esperar pra tê-lo todo em mim mas continuei com o joguinho dele.
Ele pergunta se eu já havia feito isso com outro homem sem ser o Roberto, e eu claro que menti dizendo que nunca havia traído meu maridinho, que era a primeira vez que isso acontecia.

O coroa ficou maluco, seu pau parecia que estouraria na minha mão. Eu já estava um pouco zonza por causa do vinho e cada vez mais solta peguei na mão dele e a coloquei no meio de minhas pernas.

Heron sentiu que eu já estava totalmente melada e se aproximou mais tentando me beijar. Eu não esperava aquilo, mas como não quis quebrar o clima deixei.
O tio com uma lingua enorme quase tocava em minha garganta. Seu pau encostava em minha xana por cima do shortinho enquanto ele apertava minha bunda e a elogiava dizendo que eu tinha uma bunda maravilhosa.

Eu já gemendo pedi que ele fizesse tudo comigo, que o Roberto não fazia nada de sacanagem só papai e mamãe.
Ele diz que vai me fazer de putinha, vai me dar sempre que eu quiser o seu pau. Não aguentei mais, fui me abaixando e abocanhei aquele pau lindo. Era muito cabeçudo e mal cabia na minha boca.
O tio do meu marido gemia, dizendo que eu era muito safada. Eu engolia aquele pau e olhando pra ele e via que ele estava adorando.

Heron balançava o corpo como se estivesse metendo numa xotinha, eu delirava. Ele tira o pau da minha boca e me manda tirar a roupa pra ele bem devagar.
Eu muito da safada empurro ele que cai sentado no sofá com o pausão apontando pro alto. Eu começo a rebolar e passando a mão pelo corpo. Viro de costas e continuo com meu stripper particular e vou tirando meu top viro pra ele vou em sua direção que com o pau na mão faz movimento de masturbação. chego bem perto e viro novamente de costas e começo a tirar meu shortinho levando minha bunda pra um lado e pra outro até deixar o short ir até meus pés.
Ele manda que eu caminhe em sua frente dum lado pro outro e é o que faço , nua só de sapatinho alto. O coroa já não aguentando ameaça levantar-se e eu me aproximo e o empurro, abro suas pernas e virando de costas vou rebolando até em baixo fazendo minha xaninha encostar na ponta de seu pausão, mas não deixo que ele me penetre. Ainda eu queria provoca-lo mais.

Ele começa a me xingar de putinha linda, de piranha safada. Eu me viro novamente e ajoelho no meio de suas pernas e começo a suga-lo com muita vontade e olhando pra ele peço
– Goze na minha boca! Eu adoraria experimentar, Heron! Teu sobrinho nunca fez isso comigo!

Ele pergunta se é isso que eu quero mesmo , eu digo que sim que quero o leitinho dele todinho na minha boquinha.
Mal falo e ao abocanhar seu cacetão novamente, sinto um jato forte de porra na minha boca. Era tanto esperma que começou a escorrer pelos cantos da minha boquinha. Ele respirando forte pede que eu abra a boca e mostre se eu havia engolido tudo.

Eu estava excitadíssima ainda mais por ter feito aquele macho gozar vigorosamente com minha boca. Ainda com muita vontade de ter aquele pausão dentro de mim, viro de costas e começo a rebolar no pau dele que vai endurecendo novamente.
– Aaarrmm! Eu sempre sonhei com essa sua bundinha desde de que te vi no casamento!
– Vai, Heron, vai! Me dá mais teu pau! Me dá, vem, me come com esse pau grosso! Me faz de vagabunda, já que seu sobrinho não quer nadinha comigo.
– Pode deixar, filhinha! Teu maridinho será agora seu corninho!

Eu já estava toda melada e só sinto o tio se abaixar um pouquinho e numa estocada só seu pau entrou todinho dentro de minha xaninha.
-Toma minha putinha querida! É disso que voce quer, né?
– Sim, meu… meu titio é isso que eu quero e muito! Você me deixou maluca desde que senti seu pausão na minha perna dentro do mar!

Ele me pegava pela cintura e trazia forte pra dentro dele. Eu sentia seu pau todo dentro de mim. Minhas pernas começavam a bambear. Ele só me elogiando dizendo que eu tinha um corpaço, e que o corno do Julio não sabia aproveitar toda minha sexualidade de femea sedenta. E que eu não era mulher pra um homem só.

Sem que eu esperasse e naquele segundo fiquei frustrada, ele tira o pau de minha xana e pede que eu sente no sofá e abra bem as pernas.

Mal abri, ele começou a enfiar sua língua em minha xana. Que coisa boa, o coroa tinha uma língua enorme. Ele a enfiava dentro de minha xana lisinha e toda melada. Eu comecei a rebolar em sua língua segurando em sua cabeça. Ele apertava minhas pernas e me chupava com vontade. Sua língua começou a deslizar até meu cuzinho me deixando mais tarada ainda.
O tio Heron era um tarado eu rebolava e rebolava e quando estava quase gozando ele me vira de bruços. Fiquei ajoelhada no chão debruçada no acento do sofá. O tio começa a enfiar sua língua no meu rabinho e acariciando minha xana. Estava bom demais.

Ele para e levantando dá uma esfregada com a cabeça de seu pau na minha xana toda ensopada. Eu já não estava mais aguentado e mando ele colocar logo. O safado me dá duas palmadas na bunda e diz que ele quer é meu cuzinho.
Eu totalmente sedenta só olho pra trás e falo pra ele não me machucar. O safado dá um sorriso e começa a empurrar aquele pausão pra dentro de minha bunda. Eu aperto com as mãos o assento do sofá , a dor era suportável, seu pau tinha uma cabeça muito grande e na hora cheguei a duvidar que aguentaria levar na bunda todo aquele pauzão.

Dei uma recuada e ele me segurou pela cintura com força e começou a me chamar de cachorra, putona e que já que o corninho de meu marido não comia esse rabo ele iria deixa-lo todo arrombado. Ouvindo isso eu tremi e relaxei, e foi o suficiente pra ele empurrar seu pau pra dentro de minha bunda.
Meu cuzinho estava em brasa mas o tesão era mais forte

Olhei pra ele e comecei a falar umas besteiras.
– Me… me fode, seu bruto! Me enraba, seu canalha desvirtuador de mulher honesta! Vai! Vai! Me deixa toda alargada pro teu sobrinho ver o quanto me deixo depravar por você! Vo… você vai…vai ter a… a obrigação de vir…vir aqui me…me enrabar toda vez que…que teu sobrinho for viajar, seu filho da puta caralhudo!

Heron ficou desvairado começou a socar com força. A cada estocada forte eu sentia uma pontinha de dor que não sei explicar, mas me dava mais tesão. Ele me xingava de bezerra mamadoura, galinha adúltera. Eu rebolava e com uma das mãos esfregava minha xaninha.

Não durou muito e gritei que ia gozar. O safado bombeou mais rápido e puxando meus cabelos me chamou de esposa safada. Nessa hora gozei muito, meu corpo tremeu todo e quase ao mesmo tempo senti sua porra quente inundando minha bunda. Minas pernas tremiam, ele se jogara encima de mim, ainda com seu pau todo atolado dentro de meu cuzinho.
Ficamos por um bom tempo assim até seu pau amolecer completamente. Assim que levantei e comecei a caminhar, senti sua porra escorrendo de meu cusinho. Ele também viu e me pediu que eu ficasse de cócoras. Virei a bunda pra ele e me agachei separando as nádegas. O esperma descia de minha bunda como se fosse uma queda d´água.
– Cacete, Carmela! Foi a melhor enrabação que fiz em toda minha vida!

Eu, fazendo charminho, dizendo que estava com vergonha de ter feito aquilo tudo pela primeira vez e logo com o tio de meu maridinho. Essa aventura não terminou aí, no dia seguinte…

Mas, nem sempre a vida é como a gente pensa que é. Se eu tentava não trair o Júlio nesses três anos que estávamos casados, mas sempre cedendo a tentação com homens como Heron, pensava que meu marido era um corno involuntário. Anos depois fiquei sabendo que naquela semana de devassidão comigo e o tio dele, Júlio e Lina estavam fazendo a mesma coisa num resorte em Cuiabá!

Convido meus leitores a visitar meu blog http://eternahelgashagger.blogspot.com.br/ onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada

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