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A depravação de Laura com seus dois filhotes

Publicado em 19/12/2022 por Helga Shagger

Sou Laura. Ainda estou nos trinta e nos trinks. Pelo menos é o que dizem meus amantes individuais. Tenho dois filhos. Luis, o mais velho é bem extrovertido e as vezes inconveniente.
Gosta de me abraçar, me sarrar minha polpuda bunda e apertar meus seios, me dizendo que eu tenho que arranjar um homem pra me satisfazer, porque já que estou há três anos divorciada.

Isso tudo em frente de Daniel que é totalmente ao contrário do irmão, embora bastante safadinho também.
Ele não é tão acintoso quanto o irmão mais velho, mas quando estamos a sós, fica me bolinando, ignorando meus esporros e os tapas que dou nele.
Sou engenheira química e trabalho na área de óleo e gás. Não tenho o que reclamar financeiramente, ainda mais que um jovem executivo é meu patrono.

Meus filhos nunca souberam que a razão de meu divórcio foi o pai deles ter descoberto que eu e Joel freqüentávamos clubes de swing.
Eu costumava ser “leiloada” nessas ocasiões e Joel fazia grandes acordos com os juízes e empresários. Em pouco tempo eu já tinha uma conta num banco offshore.

Como escrevi antes, não tinha que me preocupar com meu futuro financeiro. Além disso, meu ex-maridinho ainda insistiu em me dar trinta por cento do salário dele como pensão.

Bom, assim eu ia levando a vida com meus adorados filhos que estavam me induzindo a me tornar uma mãe incestuosa.
– Rapazes, preciso que um de voces me acompanhe na festa de jubileu da companhia.

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Nenhum dos dois se ofereceu, então tive que escalar Luis que não ficou nada satisfeito.
– Ao menos a senhora vai dançar coladinha comigo, né? – Luis sussurrou em meu ouvido enquanto entrávamos no grande salão onde estava a orquestra.

Houve as devidas apresentações onde fui sempre elogiada.
– Nada de ciuminhos aqui!
– Pelo contrário, mãe! Fiquei foi com mais tezão! Vamos dançar… por favor!
– Espera mais um pouquinho… tenho de falar com aquele senhor ali.

Quando voltei quase meia-hora depois pra nossa mesa, Luis estava uma arara. E queria embora.
– Calma, neném! Vou te recompensar dançando quantas vezes voce quiser e não vou me incomodar se voce se roçar em mim!

Os olhos de meu meninão brilharam, acho que de tezão. Pegou no meu braço e me levou pro salão.
Eu jamais contaria pro meu filhinho que o juiz tinha arranjado uma “reuniãozinha” numa sala privada e minha calcinha foi leiloada entre uns velhos ricaços e o vencedor teve o direito de chupar minha xaninha.

Assim, quando voltei ao encontro do meu filhote estava com minha libido explodindo de tesão. Me acalmei um pouco bebendo duas taças de champanha e fui dançar com Luis.

Com os rostos colados ele tentava me beijar. Delicadamente eu afastava meus lábios. Ele não se dava por vencido e me beijava a orelha, me deixando acesíssima. O páu dele roçava como um ferro em brasa à altura de minha xoxota. Luis era uns poucos centímetro mais alto do que eu e eu calçava sapatos de salto 18. Devido a isso nossas virilhas estavam na mesma altura.
– Mãe… pelo menos me dá um beijo! Um só!
– Não seja teimoso! Já disse que não! Se conforma com esse “roça coxas”! Não quero escutar mais nada sobre essa coisa que voce tem por mim!

Mas, eu não me agüentava mais de tão excitada. Tinha que dar um jeito de me livrar do meu filho sem que ele percebesse. Então tive a idéia de pedir ajuda ao Joel.
– Será que uma dessas periguetes não poderia seduzir o meu filho Luis e tirá-lo daqui!?
– Tô vendo que ele é bem impetuoso! Aah, aqueles magnatas estão pedindo a tua presença na festinha que um deles vai dar na mansão dele ainda hoje. Mas… vou dizer a eles que voce está com um problemático acompanhante! Eles vão entender…
– Não! Eu vou! É só se livrar do Luis! Eu estou desesperadamente necessitando trepar! Por tudo que é orifício!
Disse ao meu filho que ia a o toilette, escutando ele reclamar por eu ter me ausentado de novo. Na porta do banheiro virei a cabeça e vi Joel já conversando com ele.
Daí em diante só fui saber do que aconteceu com meu filhinho depois da orgia

Dois coroas começaram me chupando a xaninha e o meu fiofó. Joel ao meu lado me beijava a boca. Os coroas ainda tinham bastante virilidade. O que me beijava a xoxota tinha um páu que faria inveja a qualquer astro pornô. Fiquei tomada de tanta tezão que afastei Joel e deixei o outro chupador de fiofó a ver navios.

Peguei o pirocudo pela mão e fiz sentar-se num sofá. Ele jogou a cabeça pra trás urrando quando, ajoelhada entre as pernas dele, engoli toda a rolona até sentir o cheiro dos pentelhos dele. Fiz isso mais quatro vezes e na quinta, quando a rolona estava inteirinha dentro de minha boca, ele ejaculou.

Eu agüentei firme engolindo dentro e não deixando nenhuma gotícula escapar de minha boquinha gulosa. O velhote ficou todo avermelhado e respirando como se fosse morrer. Continuei mamando querendo a dureza dele de novo pra me penetrar como sempre Joel fazia comigo. Mas… nada! Meu pirocudo foi abatido com minha performance oral!
– Querida, fica assim! Voce vai deixar a gente te comer o fiofózinho!?
– Que pergunta, seu safado!! Mas só se for voce!

Pedi mais champanhe. O coroa que me lambia se chegou com uma garrafa e uma taça. Peguei a garrafa da mão dele e dei um longo gole direto do gargalo. Isso, excitou mais ainda os três. Meu velhote pirocudo parecia que voltava a vida!

Joel sabia da minha compulsão por ter uma rola deslizando pra dentro e pra fora do meu fiofó. Eu não gostava da palavra cu ou cuzinho, então pedia que se referisse ao meu anus por fiofó ou qualquer outro apelido.

Isso começou quando meu avô penetrou meu anus pela primeira vez e colocou o apelido nele de solzinho, de sol. Depois, todos meus amantes designavam um nome pra ele. Mas isso é outra história que já foi contada por esse espaço cibernético.

Joel me acomodou com o busto pressionado no assento sofá. Eu sabia que em segundos seria sodomizada. De repente me veio a lembrança de Luis e Daniel. Como Luis estaria se saindo com a garota que Joel arranjou pra ele?
Como eles reagiriam se soubessem que eu me entregava aos mais hediondos caprichos sexuais e, no entanto os estapeava mesmo por um breve sarro ou uma caricia em meus seios!

Mas, o que aquele insolentes esperava?. Mãe é mãe, é pura, é delicada, é rainha. Já uma mulher pra ser saciada não pode esperar nada dessas virtudes.

Senti Joel separar minhas polpas e ainda dar um longo beijo de língua em meu anelzinho. Em seguida a invariável sensação de entupimento pra em seguida que entrou quase a metade, o alivio do prazer que já começava a me enlouquecer!
A boca de Joel me beijava a nuca e arfava de tesão. Notei que ele estava um pouco descompassado. Provavelmente ele tinha bebido o dia todo.

Eu ofegava com cada centímetro de músculo que escorrega pra dentro e pra fora do tubinho anal. Toda vez que Joel suspira atrás de mim, involuntariamente meu esfíncter apertava a grossura aveludada de seu cacetão.
Eu sorria, gargalhava e perdia o ritmo conforme rebolava com meu anus atolado com a rola daquele meu amante maravilhoso.
– Mais! Mais dentro! Assim! Asssiiiim, meu gostoso enrabador! Faz… faz tua Laurinha gozar! Faz ela se saciar como mil Messalinas! Deixa meu fiofó ardido pra eu me lembrar de voce!

Alguém se sentou a minha frente e deixou que tomasse a iniciativa de tomar o conhecido torão de Joel na boca. Foi um completo desvario. Chupando o caralhão dele e quase gozando com os encantos da sodomia!

O velhote chupador era um pouco desajeitado, mas tava fazendo o serviço direitinho. O velhote que gozara em minha boca estava sentado ao lado de Joel e com o olhar fixado em meu desempenho no caralho de Joel.
Por trás deles, se masturbando furiosamente, estava o velhote chupador.

Como?

Se éramos só quatro, quem era o quinto me enrabando?
“-Que se foda! Esse… esse sacana tá me fazendo go… go… gozar!!” pensei, enquanto virava lentamente a cabeça pra olhar por cima de meu ombro.

Custei a reconhecer as feições de meu filho Luis, pois nessa hora eu apertei os olhos e trinquei os dentes e no segundo seguinte soltar um rouco grito de intenso orgasmo.

Quando voltei a mim estava deitada no sofá com uma manta me cobrindo. Os quatro estavam sentados na mesa comendo. Joel foi o único que me viu acordar. Levantando-se rápido e fazendo sinal com o dedo na boca para que eu não falasse, chegou perto de mim e me disse baixinho no ouvido.
– Meu amor, os velhotes não sabem que o Luis é teu filho! Mantemos esse segredo ou voce pretende revelá-lo? É com voce. O que aconteceu aqui, ficará aqui!
– Seu filho da puta! O que voce fez!? Esses guris ficam me atanazando o tempo todo. E voce num piscar de olho desfaz tudo o que eu tentava evitar. Eu estava preste a expulsá-los de casa, principalmente esse aí que já tá com dezoito anos! E agora? Que vou fazer!?
– Quando fui falar com ele e ofereci a “donzela”, me disse que não estava interessado e sabia muito bem o que ia acontecer com voce. E exigiu estar presente ou iria provocar um tumulto que poderia arruinar tua reputação. Não me deixou escolha; eu tinha que dar um jeito dele foder voce ou voce perderia todo o prestigio com os diretores da firma. Eu escolhi dos males, o menor, minha querida…
– Como vou encará-lo agora? Vamos, quero ir embora!
– O melhor é manter isso no máximo segredo possível até ele se cansar! Voce sabe como eles são nessa idade!

Viajamos na limusine de um deles até em casa em completo silencio. Foi dado a entender que eu desejava o Luis e que ele iria passar a semana comigo enquanto meu marido estivesse viajando.

Daniel estava nos esperando, disfarçadamente vendo televisão. Luis foi pra cozinha e eu me sentei ao lado dele e o abracei lhe dando um beijinho nos lábios.
– Como foi a festa?
– Ah, muito chata!
– Eu gostei! Nunca me diverti tanto na vida! A mamãe gostou também! Dançou a noite toda!
– Gostei nada! Bom… vou dormir. Se virem sozinhos amanhã pro café da manhã. Quero dormir bastante até tarde!

Quem disse que eu conseguia dormir? Estava zangada, mas o meu estresse era devido a interrupção do que seria uma viagem de prazeres orgiáticos que Joel costuma me proporcionar. Não tinha jeito, eu teria que masturbar até cair cansada de sono.
Não vi quando o vulto de Luis apareceu ao lado da cama porque eu estava em transe e perto de gozar tocando uma siririca.
– Laura… mãe!

O susto foi enorme. Tanto que fiquei imóvel vendo ele subir na cama e se posicionando entre minhas coxas. Meus dedos ainda em minha xana foram beijados. Como um choque eu puxei minha mão. Não sei se isso foi um erro ou acerto, pois a boca do meu filho colou em minha xoxota fazendo uma ventosa e com a língua serpenteando em cima de meu clitóris.

O sacana me fez gozar. Eu tiver que pegar um travesseiro e cobrir meu rosto pra abafar os gritos de gozo que eu soltava.
– Agora, quero que voce me retribua o favor!
– Nem pensar! Vamos esquecer tudo porque isso é pecado, vai contra as leis, eu poderei responder processo e… sei lá… podem até dizer que eu abuso de menores! Agora, pó favor, me deixe em paz. Vá embora! Não quero que teu irmão nos veja nessa situação…
– Dona Laura, é exatamente isso tudo que voce disse que eu direi às autoridades caso voce continue com essa recusa boba de se entregar a mim!

Meus olhos se arregalaram. Meu coração disparou. Eu estava nas mãos daquele moleque!
Sem saber como agir naquele momento, ele ainda me obrigou a dar meu fiofó pra ele, depois me levou até o banheiro e ficou observando eu limpar o esperma dele que escorria do meu solzinho.

Nos dias seguintes depois do trabalho eu tinha que apanhá-lo no colégio e íamos a um motel, onde ele se saciava com meu corpo.
– Já é a quarta vez essa semana que a senhora chega essa hora! Está namorando, mãe?
– Quisera eu, Daniel! Cadê teu irmão?

Combinamos que Luis só chegaria meia-hora depois de mim e eu pretendia estar preocupada;
Devido as suspeitas de Daniel, eu passei a me encontrar com meu filho Luis na hora do almoço. Aí, até que não era tão mal assim. Eu fazia dieta ao mesmo em que me alimentava com o esperma dele.

Convido meus leitores a visitar meu blog http://eternahelgashagger.blogspot.com.br/ onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada

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