Sinha virgem e os escravos dotados
Sinhá Virgem e Seus Escravos No engenho de cana em Angola colonial, Sinhazinha Maria era uma virgem de 19 anos, de pele clara como leite, seios fartos e bunda empinada que balançava sob os vestidos longos. Seu pai, o sinhô cruel, a mantinha trancada, prometida a um noivo distante. Mas ela sonhava com os escravos fortes, de músculos reluzentes de suor, paus grossos escondidos nas calças rasgadas. Seu favorito era Kumbu, o negão alto e negro como a noite, capataz dos campos.Uma noite chuvosa, enquanto o sinhô viajava, Sinhá escapou pro barracão dos escravos. Kumbu a viu chegando, olhos famintos. “Sinhá, isso é pecado”, murmurou ele, mas já a puxava pro escuro. Dois outros escravos, Jao e Mário, se juntaram, curiosos. Ela tremia de desejo: “Quero sentir homem de verdade, não promessas vazias.” Kumbu rasgou seu vestido, expondo os peitos rosados e a bucetinha virgem, depilada e molhada.Ele a deitou no jirau de palha, chupando seus mamilos até endurecerem, enquanto Jao lambia sua boceta inexplorada, a língua grossa abrindo os lábios. “Que delícia de sinhá branca”, gemeu Mário, masturbando o pauzão. Kumbu posicionou seu cacete enorme na entrada dela: “Vai doer, mas vai gostar.” Empurrou devagar, rompendo o hímen com uma estocada, sangue misturado ao mel dela. Sinhá gritou de dor virando prazer, cravando unhas nas costas dele. “Me fode, negão! Me enche!”Eles se revezaram a noite toda: Kumbu arrombando a buceta virgem, Jao fodendo sua boca gulosa, Mário metendo no cu apertado pela primeira vez. Gozaram dentro dela, porra quente de escravos escorrendo das suas entradas, marcando-a como puta deles. Ela gozou tantas vezes que desmaiou nos braços musculosos.Cinco Dias Depois: A Suruba à Tarde TodaExatamente cinco dias depois, no mesmo barracão, Sinhá voltou faminta por mais, a buceta ainda dolorida mas coçando de tesão. Kumbu esperava com dois novos amigos negões – Zé, o brutamontes do moinho, e Pedro, o jovem de pau curvo e infinito. “Hoje você aguenta a tarde toda, sinhá nossa”, disse Kumbu, nu e duro.Eles a despiram à luz do sol filtrada pelas frestas, amarrando seus pulsos com cipós leves. Zé chupou sua buceta até ela esguichar, enquanto Pedro mamava os peitos. Kumbu enfiou primeiro, fodendo devagar pra aquecer. Depois veio a roda: um na buceta, outro no cu, o terceiro na boca, trocando sem parar. “Olha como ela ama pau de negão!”, riam eles, batendo na bunda dela até ficar roxa.À tarde toda durou – horas de estocadas brutais, gozos múltiplos dentro e fora dela, porra pingando no chão de terra. Sinhá implorava: “Mais, me encham de sementes!” No fim, exausta e coberta de suor e sêmen, ela sorriu: “Meu noivo nunca vai me satisfazer como vocês.” Os escravos a beijaram, prometendo mais segredos no engenho
Uau onde fica esse engenho pra eu ficar no lugar dela depois q ela se casar