Sou uma Puta
Sou uma Puta
Desde pequena tinha tendências ninfomaníacas. Gostava de dedilhar minha bucetinha e tinha prazer nisso.
Na escola secundaria procurava os garotos e deixava eles me bolinarem enquanto beijava de lingua e mexia com o pau deles. Achava engraçado quando eles davam uma esporrada e ficavam moles. Eu queria continuar.
Nunca tive um namorado firme. Só garotos que eu escolhia, batia uma punheta para eles e eles me batiam uma siririca.
Aos 1* , 18*anos resolvi que podia foder. Só que procurei manter as aparências de forma que não ficasse com fama de biscate. Dava só o suficiente para me satisfazer, mas só quando eu queria.
Como eu sou bonita e gostosa, consegui fácil um emprego de recepcionista de um restaurante muito refinado, num hotel 5 estrelas.
Logo fui assediada por homens de todo tipo. Como o lugar era frequentado por gente endinheirada passei a selecionar para quem eu ia dar. Homens de meia idade, executivos, fazendeiros sozinhos, empresários e políticos.
Aliás estes últimos são os que pior fodem, normalmente de pau pequeno, gozam rápido e se preocupam apenas com as aparências. Se você quer levar a grana (ou presentes) deles é só elogiar o tamanho do cacete ou a sua performance.
Passei a ser apreciada pela minha confidencialidade e discrição. Consegui uma clientela muito boa , e meu patrimônio hoje está uma beleza. Quatro apartamentos, um para minhas atividades profissionais , vários carros de luxo, uma fazenda e conta corrente polpuda.
Mas o que mais me realiza é poder foder atendendo os desejos dos clientes que seleciono com muito cuidado.
Combinado um encontro, normalmente vou para um restaurante bem caro onde me encontro com o cliente. Importante estar vestida bem sexy mas não chamativa pois os clientes querem discrição.
Depois de um jantar cheio de conversa erótica, o cliente já está em ponto de bala. Saímos e vamos para meu apê. Champanhe já está gelada e uns petisquinhos numa bandeja que minha empregada já deixou prontos.
A maioria dos clientes não avança de imediato. Sentamos juntinhos no salão e papeamos um pouco. Me encosto nele e começo a passar a mão nas coxas do sujeito. Ele me beija, chupo a língua dele, ele me chupa o pescoço e passa a mão nas minhas têtas ainda por cima da blusa ou vestido. Nunca uso soutien.
Abro a braguilha dele lentamente e puxo o cacete para fora. Começo a punheta-lo. As vezes já faço um boquete, mas prefiro deixar para mais tarde.
Me levanto e o levo para o dormitório já preparado para a fodeção.
Ofereço um licor e uma “azulzinha” se ele quiser.
Sugiro que ele me tire a roupa e ele, normalmente me chupa as têtas e a buceta enquanto faz isso. Aliás gosto muito que me chupem as têtas, mordiquem meus mamilos. É muito gostoso se enquanto isso tiver o cacete do cara dentro da minha buceta socando firme.
Chega minha vez de tirar a roupa dele e aí passo a chupar sua piroca ,seus testículos e às vezes seu cú também.
Depois vem um 69 bem demorado. Posso enfiar o dedo no cú dele se quiser e deixo ele enfiar no meu.
Posso foder de tudo quanto é jeito, não peço para usar camisinha pois os homens, na maioria não gostam, acham que segura o prazer. Gosto de dar umas chupadas no pau entre uma penetração e outra. Se ele gozar damos uma pausa, podemos até tomar um banho de jacuzzi até endurecer de novo. Eu finjo gozar algumas vezes, outras eu gozo mesmo.
Posso dar o cú se ele quiser, aliás eu gosto. Já vou preparada para o encontro com uma boa lavagem anterior.
Gosto de ser comida por trás, de quatro, enquanto o sujeito segura minhas ancas ou me dá uns tapas na bunda.
Prazer mesmo com um pau grosso dentro da buceta bem atolada. Na yoga aprendi a contrair a pélvis apertando a pica do sujeito e fazendo movimentos compassados como se estivesse mamando o pau dele. Eles acham que não dá para resistir. Gozam como loucos.
Minha fama cresceu tanto que posso selecionar meus clientes a meu gosto e quem me come passa a se gabar de me ter traçado.
O que eu ganho? Além do prazer de foder que é o que mais gosto, muito dinheiro. Meus clientes me dão presentes valiosos. Eles se vangloriam com outros clientes para saber quem dá mais. Nunca fixei um valor, eles me dão o que entendem como certo. E é sempre muito.