Foda fantástica no Motel
No Motel
Saindo da garagem dei de cara com minha vizinha loira gostosa. Cumprimentei e perguntei se queria carona.
Ela agradeceu e perguntou se eu ia para o centro. Disse que sim. Na realidade para dar carona para esta loira eu iria até a Groelândia.
Subiu no carro. Olhei para aquelas coxas grossas pois ela estava usando uma saia bem curtinha. Aliás ela gosta de se mostrar. Usa blusas decotadas e bermudas ou saias bem curtas.
Partimos, tinha bastante trânsito e começamos a bater um papo descontraído. Logo começou a esquentar, comentando sobre programas de TV eróticos
Assim como quem não quer nada, roçei a coxa dela com minha mão fingindo pegar algo no console central.
Ela segurou minha mão deixando-a ficar na coxa.
Comecei a deslizar minha mão em direção à buceta. Encontrei a tanga e comecei a relar os dedos por cima da calcinha. Ela abriu um pouco as pernas e começou a gemer.
Eu percebi que a tanga tinha uma abertura no meio que permitia enfiar o dedo dentro da xoxota dela. Maravilha!
O trânsito estava pesado e ela começou a gemer mais. Aí, ela disse:
– Por favor, para, senão vou gozar aqui mesmo.
Ela começou a passar a mão por cima da minha bermuda e alisar o cacete.
Eu disse:
– Acho que vou procurar um Motel agora mesmo.
Ela falou que era necessário e me dirigi a um Motel muito bom por perto.
Enquanto isso ela já tinha aberto minha braguilha e puxado para fora meu pau. Passou a me masturbar e disse que queria fazer um boquete mas que lá não dava.
Depois de passar pela portaria, estacionei na garagem fechada e subimos a escada para a suite.
Fiquei olhando para aquelas pernas bronzeadas e vendo o fundo da tanguinha enfiada bem no rego do cúú.
Entramos na suíte, muito legal, cama enorme, piscina e sauna e vários divãs. Uma TV enorme passando filme pornô.
Comecei a beijar a vizinha, meti a lingua na boca e ela me lambeu os lábios.
Tirei a sua blusa e ela tirou o soutien. Que têtas magníficas! Grandes, redondas e duras. Ela disse que tinha feito implantes para ficar mais gostosa.
Passei a chupar aqueles mamilos e ela abaixou minha bermuda e passou a alisar meu pau.
Pronto estávamos sem roupa. Eu em pé e ela ajoelhada me fazendo um boquete bem sacana. Passava a lingua na cabeça do pau, sugava bastante e passava a me punhetar. Eu quase gozando na sua boca.
Pedi para ela deitar num dos sofás e abri as coxas dela e comecei a lamber a barriga, em volta da buceta. Tinha um bucetão enorme, grossos labios bem saltados e uma abertura toda molhada.
Chupei o clitóris e enfiei dois dedos na racha dela. Passei a chupar muito e enfiar mais fundo naquele bucetão ao mesmo tempo que roçava um dedo no buraco do cú. Enquanto isso amassava suas têtas.
Aí ela gozou na minha boca, arqueando o corpo e tremendo toda.
Relaxou e eu de pau duro falei:
– Vamos relaxar na piscina e aí você pode me bater uma punheta dentro da água.
Fomos para a piscina. Ela começou a se esfregar de bunda para mim. Disse que eu ia comer seu rabo mais tarde, mas agora queria uma punheta.
Ela começou a me masturbar lentamente e ficou na minha frente, de costas de forma que me batia a punheta com a mão direita e esfregava a bunda no meu corpo. Eu segurava suas têtas com as duas mãos passando os dedos nos mamilos.
Não demorou comecei a gozar. A porra saia em jatos dentro da água e logo se misturava.
Ela disse que queria ter engolido aquela porra toda, mas eu disse que depois teria oportunidade.
Saimos um pouco exaustos e fomos para a cama. O filme mostrava uma gostosa tomando no cú de quatro.
Olhei para ela e disse:
– Tópas?
Ela sorriu e disse que gostaria de ser fodida primeiro na frente pois achava que meu pau era perfeito para seu bucetão.
Elogiei a sua buceta e disse que não tinha visto outra como aquela.
Ela subiu na minha barriga e foi enfiando o cacete na sua buceta, lentamente até engolir tudo. Ela disse que sentia o pau no fundo da vagina. Iniciou um entra e sai sem parar, gemendo e suspirando de prazer.
Eu segurando a porra pois queria gozar dentro daquele cú que imaginava delicioso.
Ela se levantou e foi em direção a um banquinho no meio do salão. Subiu nele, empinou a bunda e disse:
– Vêm de pau duro e come meu cú agora.
Agarrei as duas ancas dela e enfiei o caralho todo naquele cuzão. Acho que ela já tinha dado o cú bastante, pois depois que passou pelas pregas o cacete ficou gostoso dentro daquele buraco.
Passei a bombar como um louco. Ela gritava de prazer e se masturbava muito.
– Enfia tudo, bomba bastante, me fode, quero sentir teu cacete no estômago, não para, não para. Sou tua puta, teu biscate.
Aí ela gozou como uma louca, passou a esguichar pela buceta sem parar , tremia toda, gritava:
– Eu to gozando, puta que o pariu, como é gostoso. Não para! Me fode mais seu caralho é magnifico. Fode! Fode! Me arrebenta toda. Quero ficar arrombada.
Eu não aguentei mais e esporrei dentro daquele cú maravilhoso.
Descansamos deitados na cama e ela disse:
– Eu queria engolir tua porra. Você prometeu.
Eu disse para ela que dependia só dela.
Ela entendeu e começou a me bater uma punheta misturada com chupadas e lambidas, esfregava o cacete nas têtas e depois de um tempo meu pau estava palpitando de tesão novamente.
Ela me punhetou mais um tempo e quando eu já ia gozar, ela passou a chupar com força até que esporrei dentro de sua boca.
Ela lambeu tudo.
Descansou um pouquinho, se levantou e foi para a ducha. Voltou toda fresquinha e começou a se vestir. Olhou para mim e disse:
– Pronto, já estou satisfeita. Podemos ir.
Só que eu estava de novo com o pau duro. Ela olhou e falou:
– Nossa! Você quer mais?
Eu disse que queria experimentar fodê-la usando aquela tanguinha com o racho no meio.
Puis ela deitada na cama, abri aquelas pernas e enfiei o caralho naquele bucetão que sobrava para fora da calcinha.
Meti, meti, meti muito. Ela gemia, gritava, se contorcia e gozava muito. Passei um tempão fudendo mas como já tinha gozado várias vezes antes, demorava para gozar.
Ela abriu a blusa e pois os peitos para fora para me excitar mais, mas ela também não queria parar.
Quando nenhum de nós aguentava mais, gozei dentro daquele buraco.
Me derrubei ao lado dela e disse:
– Agora eu estou satisfeito. Podemos ir.
Caímos na risada.