MARIPUTA!

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Numa passada no escritório de Mari fiquei incomodado ao ver ela usando vestidinho curto, sentada na mesa de um rapaz careca, a quem chamarei de samuca, com o pé encima da cadeira entre as pernas dele, caindo ao se recompor as pressas ao me ver deixando todos verem que estava sem calcinha.

Agarrada a mim não me deixando sair enquanto o moço sumiu dali, me segurava com um misto de raiva misturando ciúme, incredulidade e excitação, lembrando que saiu de casa de calça jeans, camiseta e tênis.

Só conseguia pensar em vingança porque nosso contrato de união matrimonial prevê quem trair sai sem nada desse relacionamento, além de pagar multa milionário,  coisa de minha mãe para proteger nossa fortuna, segundo ela.

Precisando de provas fingi ter esquecido o acontecido, com Mari nem dando conta quando evitava ela e numa manhã, confesso que mesmo morrendo por dentro me mantive firme ao ver ela saindo as pressas do quarto ao me ver acordando, usando sobretudo e seguindo ela que deixando o carro no estacionamento do metrô, se juntou a mais três meninas e na terceira estação samuca entrou no trem tendo um pouco de dificuldade para chegar até elas, cumprimentando as com selinho, porém em Mari segurou seu rosto carinhosamente entre as mãos com a vadia fechando os olhos com ele abafando seu lindo sorriso com um beijo demorado na boca.

Confesso que nem ligava para as pessoas que me olhavam filmando e isso chamou atenção para eles com samuca se pocisionando atrás de Mari puxando ela pela cintura fazendo a encostar nele tendo dificuldades para se manter em pé encostado na parede, enquanto as amigas ficavam em volta deles.

Vez ou outra Mari olhava para as amigas com cara de salada e numa dessas, ao ver samuca se mexendo muito atrás dela, arregalou os olhos dando para ver pavor e surpresa em neles com samuca fazendo ela colar de vez nele e soltando os braços de samuca, parecendo querer escapar dele, segurou a amiga pelo pescoço deitando a cabeça no ombro dela com outras pessoas também filmando porque era nítido o que estavam fazendo.

Deu para ver ela se retorcendo quando samuca mordeu o ombro dela sendo o primeiro a sair do trem com elas descendo na próxima estação com a amiga entregando o sobre tudo para ela tendo que ajuda-la vestir com as amigas encaminhando ela em direção ao banheiro e passando as pressas por elas, entrei as pressas me escondendendo num dos boxes, por sorte duas senhoras nem perceberam que entrei.

Colocando o celular para gravar tive que me aliviar na punheta ao ouvi ela falando incrédula para as amigas que o filho da puta gozou dentro dela com as amigas rindo quando ela falou que gozou gostoso no pau dele, que foi a melhor rapidinha que já deu e que está cada dia mais apaixonada por ele que tem um pau muito gostoso.

Quando uma das amigas saiu em minha defesa com ela mandando ela calar a boca e não falar de mim, porque eu era muito especial para ela, faltou agredir a amiga quando falou que ia dá pra mim porque ela tomou o amante dela e não era justo ela ficar com nois dois.

No dia seguinte comecei o processo do divórcio e indo ao escritório dela, assim que saiu para almocar com samuca, ao ver a amiga que me defendeu, entrei com ela vindo me recepcionar, assim que falou que Mari tinha acabado de sair para o almoço e se correce alcançaria ela, assim que confirmou, sem graça que foi com samuca, comecei chorar com ela vindo me consolar me acompanhando para a copa, ficando sem ação quando a surpreendi com um beijo na boca e me encarando por uma eternidade, me puxou pela mão me levando para o banheiro e intercalando os beijos enquanto tirava a roupa, me pedindo para ser rápido porque o pessoal já ia voltar.

Quando consegui debruçar ela na pia e afastar sua calcinha de lado, tive que puxar a cabeça dela para trás para nos beijar para abafar seus gemidos enquanto entrava em sua boceta melada com ela falando que sonhou com isso, quando chegava alguém eu judiava dela fazendo a morder a mão para não gritar metendo como louco e quase sem forças até para falar, me pediu para gozar porquê já não aguentava mais, quando enchi ela de porra, tive que intensificar a volúpia do beijo para abafar seu escândalo.

Quando Mari entrou na sala, largou rápido a mão de samuca que nem entrou sumindo dali e vindo para mim, mandei que ficasse longe com ela nada entendendo quando agradeci minha nova amiga pelos vídeos, dando um tapa de costas de mão, sem querer na cara de Mari quando tentou me segurar, com ela me olhando com olhos arregalados, ficando sem ação quando falei que conversasse com meu advogado, e este foi nosso último contato.

 

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