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A inquilina VI

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Nas 3 semanas seguintes não nos vimos em duas ela foi para a cidade dela para ir a um casamento e eventos de família, e eu viajei nesse intervalo, ai no sábado combinamos de sair para correr, ela queria conversar, porem choveu muito. E para minha surpresa no domingo, ainda chovia, as 14 toca o interfone e era ela.

Ela me pediu para descer, ela estava de calça jeans e uma jaqueta com toca, toda respigando da chuva, eu desci como estava em casa, de bermuda de futebol sem cueca , camiseta e chinelo.

Estava tento uma festa infantil no prédio, então fomos para área da churrasqueira que é coberta, mas para chegar passamos pela chuva porque fica mais afastada, ela foi caminhando do meu lado sem falar nada, enquanto eu segurava o guarda chuvas ela ficava quieta meio de cabeça baixa andando devagar.

Sentamos nas bancadas do balcão da churrasqueira, e eu quebrei o silencio, – Acho que deve ser muito sério para no domingo vir me ver – ela: – Sim, mas também porque eu estava sozinha, foi com os amigos no jogo, na verdade fico bastante sozinha, e ah sei lá – eu coloquei a mão nela ela tirou, falei – e voce esta achando que isso acontece por causa de sairmos – ela me olhou, continuei – faz sentido o pensamento, mas, você esta se responsabilizando por estar sendo trocada, não faça isso com você – ela foi falar, não deixei – não estou falando sobre sair comigo, ou sobre estar fazendo qualquer coisa, estou falando de você, não seja vitima nem vilã, apenas chame os envolvidos e entenda se existe um problema e se tiver resolva de uma forma que volte aquele sorriso lindo. – ela ficou com lagrimas no olho e me abraçou. Fiz carinho na sua cabeça, ela me soltou limpou a rosto: – Eu tenho feito varias coisas, e ele sempre esta ausente, e quando falo com alguém sempre me dizem de alguma forma que eu sou responsável – eu olhei para ela: – Ele não é má ou boa pessoa para mim, não conheço ele, voce quem conhece, mas ele esta deslumbrado com tanta coisa que tem para fazer aqui, de pessoas novas, e da vida nova, principalmente com ir a jogos de futebol e jogar, talvez ele não tinha essa liberdade, então, não me culpe, não culpe o futebol e principalmente não se culpe, conversa com ele e coloca isso que se sente sozinha. – ela deu um risinho entre lagrimas – você não deveria me incentivar a terminar? – eu balancei a cabeça – eu quero você bem e feliz, e alem de eu gostar de ser outro, rs, eu preciso saber se sozinha consegue pagar o aluguel.

Ela me deu um tapas, rindo, me xingando de besta e rindo, só me encolhi e deixei os primeiros tapas, abracei ela para encurtar o espaço dos tapas, ela parou os tapas deu mais alguns parou de rir e me abraçou forte – Obrigada – e me deu um beijo no rosto, respondi: – Antes de qualquer coisa sou seu amigo, ou não? – ela foi vindo com a boca no meu ouvido – Sim, meu amigo, meu confidente, meu locatário e – colocou a boca no meu ouvido e sussurrou, meio gemido, batendo os lábios na minha orelha – o homem que faz sentir as sensações mais gostosas. – estávamos sentados cada um num banco, abraçados e com as duas pernas dela entre as minhas, enquanto ela falava desci a mão na perna dela e apertei sua coxa, passando um dedo entre as duas pernas, ela me soltou e fez o mesmo, colou as mãos nas minhas coxas e começou a alisar e com um dedo passou pela lateral do meu shorts e sentiu meu pau solto ali dentro, ela deitou a cabeça no meu ombro – Você é foda, vamos subir -eu segurei a mão dela onde estava: Quem disse que não queria subir foi você – ela riu e continuou na mesma posição só que agora pegando no meu pau pela lateral do shorts.

A chuva caia forte lá fora, estamos ilhados, e enquanto ela massageava meu pau com a mão pela lateral da shorts eu estava alisando suas costas por dentro da blusa e da camisa, ela virou a mão da forma que conseguiu e começou a me punhetar, a mão dela estava torta e eu passava a mão pela parte de tras do sua calça, sentindo com a ponta dos dedos o elástico da sua calcinha e o triangulo que ela fazia antes de sumir no inicio da sua bunda, então ela desceu do banco na minha direção e minha mão entrou direto dentro da sua calça, ela deu aquela respirada e um miadinho, a mão dela ganhou mais espaço, ela passou a mão por cima e não mais pela perna e cada trovão era um apertão no pau, meus dedos alisavam entre a buceta pela parte de tras e eu aproveitava aquele aperto para as vezes raspar o dedo no seu cuzinho, ela não protestou nenhuma vez pelo contrario as vezes erguia o corpo na ponta dos pés.

Ficamos assim uns 5 minutos, entre as respiradas mais fortes e os gemidinhos veio um pedido no ouvido: – Eu quero chupar você. – olhei em volta, e puxei ela para dentro do balcão onde ficam a churrasqueira e a geladeira e tem a parte baixa da bancada, ela agachou, já colocando meu pau para fora e começou a mamar na cabeça e passou a chupar com força, colocando ele até a garganta e voltando, eu tirei o pau da boca dela, se não iria gozar rapido, e bati com ele babado em sua cara, ela sorriu e ficou me olhando enquanto eu batia o pau na sua cara- Lembra o que te falei – ela fez um sorriso de safada: – Que Puta tem que voltar para casa cheirando a pau – balancei a cabeça confirmando e ela abocanhou meu pau de novo -Abre sua calça e abaixa até as coxas e apoia aqui com a bunda para cima. – Ela levantau abaixando a calça e a calcinha até as coxas e virou com a bunda para mim, olhando para frente, esperando eu enfiar meu pau na buceta dela que ficava toda inchada naquela posição.

Eu segurei a cabeça dela para frente e empurrei para encostar na bancada, ela fez e eu simplesmente ja enfiei a língua na buceta dela, ela deu um girtinho seguindo daquela respiração de tesão. – Nossa, eu precisava disso – espirou forte e terminou: – muito. – eu chupava a buceta dela que naquele posição ficava toda marcada da racha eu abriu com os dedos que entravam primeiro e saiam para dar lugar a minha boca, ficava alisando e bunda dela e abrindo e fechando e em uma dessas aberturas passei a língua no seu cu, ela gemeu e rebolou. E eu voltei para sua buceta e para parte entre os cu e a buceta e nova lambida, só que agora um pouco mais longa, ela rebolava , respirava mais ofegante e gemia meio miado e entre isso disse: – Que tesão – ai minha língua se sentiu a vontade de fazer movimentos em volta – sempre tive curiosidade – nesse momento os movimentos circulares eram alternados entre meu dedo e minha língua – mas nunca tive a chance – a ponta do meu dedo entrou e ela respirou – ou nunca tive um homem de verdade – essa frase terminou com meu dedo quase inteiro no seu cuzinho e ela com o corpo parado respirando forte.

Tirei o dedo e lambi mais um pouco sua buceta e seu cuzinho, levantei e comi sua buceta que parecia uma sopa de dão molhada, ela me xingava baixinho e agradecia, e meu pau deslisava com aquele som melado fiquei metendo com força e ela rebolando em agradecimento, jogando a bunda contra mim, dei um tapa na sua bunda e ela diminuiu a rebolada, fiz carinho sobre o tapa e desci o dedão até seu cuzinho fui fazendo círculos com ele em volta, e o cuzinho dela ficava tentado pega ele, e quando o dedo encaixou fui colocando ele para dentro sem parar de comer sua buceta, ela abriu os braços na bancada colocando as mãos abertas e encostando o peito e a cabeça na bancada, e eu segurava e puxava ela conta mim pelo dedão enfiado no seu cuzinho, enquanto meu pau não fava trégua sua buceta, ela começou a tremer e gozou. Falando um monte de coisas aleatórias, depois que gozou, colocou uma das mão para tras e puxou para eu tirar o dedo, quando tirei o cuzinho deu umas duas piscadas, peguei a mesma mão e fui para seu grelinho, deitando meu corpo sobre o dela e comecei a massagear ao mesmo tempo que acelerei as metidas na sua buceta, ela começou a gemer freneticamente, nem falava mais coisas aleatórias e então gozei e quando ela sentiu minha gozada ela deu aquela tremida gostosa e apertou meu braço me segurando para não sair e dei mais umas 3 bombadas seguidas de novas gozadas junto ela tremendo, sentamos no chão da churrasqueira.

Ficamos respirando forte ali, se recompondo eu com meu short nas coxas e pau babado pousado sobre ele, e ela com as calças e a calcinha na coxa, com uma pequena poça de melado em baixo da sua buceta que estava toda vermelha.

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