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VADIA, EU?

Publicado em 08/11/2022 por charlinhos

Me sentia uma putinha sentada naquele galho de árvore com a sainha branca levantada e calcinha de lado me segurando como podia enquanto o namorado de minha irmã metia a pica em meu cu que surpreendentemente não doeu tanto como imaginava me dando certeza que se soubesse como era bom teria dado antes.

Meu corpo era sacudido por espasmos com aquela picina entrando até o talo quando o balanço do galho me jogava pata trás, quando aquele invasor filho da puta conseguiu virar minha cabeça a força para trás e me surpreendeu com um beijo na boca mordendo meus lábios, enchia a calcinha de porra quase enlouquecendo quando ele me encheu de porra me deixando respirar melhor parando de apertar minha garganta e me beijar com sua pica escorregando para fora de meu cuzinho levando junto meu cabaço.

Com os olhos cheios de lágrimas devido ao prazer extremo que ainda sentia olhava para ele que limpava o cacete sendo seu único elogio a mim por não ter sujado ele de fezes e sem olhar para mim me mandou levantar e sair do mato pela rua não me deixando argumentar sempre me chamando de vadia e não tendo outro jeito sai quase com o coração e explodindo de medo e vergonha pela impressão que todos olhavam para mim confirmando que realmente era uma puta vadia.

Minha maior vergonha era ele atrás de mim me mandando rebolar mais e empinar a bunda o que deixava ela com boa parte a mostra, além da preocupação de minha mãe e irmã me verem praticamente nua na rua porque a blusinha mostrava meus seios que durante toda minha infância e agora adolescente escondi de todos por vergonha, além de entregar as roupas de minha irmã, que com certeza me mataria por ter pego escondido sendo minha maior preocupação sua calcinha toda melada de porra que escorria em minhas coxas.

Estava na esquina de casa quando criei coragem e olhei para trás depois de tirar os cabelos da face e vendo o filho da puta bem atrás, falando ao celular, corri pela rua de baixo entrando no mato daquele imenso terreno baldio e pela fresta do muro por onde sai, entrei escondido indo para o banheiro da piscina que por sorte tem sempre algumas bermudas e calção de banho.

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Horas depois já tendo guardado as roupas de minha irmã e lavado sua calcinha, encontre eles namorando no portão o que me deu um estranho ciúmes misturado com excitação porque o filho de uma puta, que esteve dentro de mim a poucos instantes, nem olhava para mim obrigando minha irmã a brigar com ele tendo dificuldade para segurar suas mãos que alisava o corpo dela que se desse mole entrava na pica ali mesmo.

A partir desse dia, mesmo evitando encontrar com ele me sentia mais vivo e satisfeito, sendo muito elogiado por minha mãe por não mais ter tanto trabalho para esconder os seios que ficavam constantemente mais rígidos com os mamilos durinhos e salientes, além do belo cacete que não permitia eu ser uma menina completa, constantemente duro o que me deixava extremamente envergonhado porque meus pais, principalmente mamãe me incentivava afirmando que já estava na hora de conhecer alguém, e que não devia me importar com quem fosse porque só assim poderia me conhecer melhor.

Demorou para me envolver com meninas porque mesmo as mais amigas que afirmavam ser mentes abertas e descoladas nada comentavam mesmo olhando admiradas para meus lindos seios, com meninos tinha meu cunhado que chegava dispensar minha irmã para ficar comigo escondido, tendo dias que chegava a me comer várias vezes ao dia.

Quando comecei a passar mais tempo com uma menina, loirinha como eu, vi ódio nos olhos do cunhado e numa tarde que dispensei ele mesmo com o cuzinho sentindo necessidade de sua pica, valeu a pena porque minha amiga me pediu para ver meus seios e trancados em meu quarto, quando dei por mim ela não sabia se alisava ou mamava eles me dando sensações nunca antes sentidas dando para ver excitação, medo e apreensão em seus olhos que não conseguia desviar de minha pica.

Quando ela me beijou, passei a mão em sua boceta, por cima da calcinha sentindo o calor molhado e largando nossas bocas segurou firme meu cacete quase me fazendo gozar com a surpresa de seu toque, quando dei por mim, fiquei admirado vendo a patricinha novinha mamando com muita habilidade meu cacete parecendo querer me virar ao avesso quando me fez gozar em sua boca tomando toda porra e me beijando rindo com o tremor de meio corpo porque ainda gozava estranhamente por dentro, sussurrou em meu ouvido que só não dava a boceta prá mim porque era muito grande para ela.

Abraçando seu corpo quente com minhas mãos indo de sua nuca até sua bunda aproveitando para fazer ela estremecer ao puxar sua calcinha para cima, quando consegui largar sua boca, deitei ela carinhosamente na cama falando que ficasse em paz porque ia meter nela, porém ela ia implorar isso, quando afastei sua calcinha de lado ficando de cara com sua boceta que merejava prazer, parecendo um botão de rosa querendo se abrir,  mesmo ela afirmando que já ficou com homens mais velho, quando meti a boca, mesmo sendo minha primeira vez, acho que por não saber como fazer, me concentrei em sua face me direcionando com as caras e bocas que fazia, com ela se debatendo dando pernadas no ar enquanto concentrava as línguadas e chupões em seu grelão que parecia a cabeça de um dedo polegar, quando relaxou parecendo morrer revirando os olhos, quando voltou a si, me deu certeza que seus gemidos e gritinhos eram de prazer enquanto entrava nela, só parando quando a grande cutucou o fundo de sua boceta o que me obrigou muito esforço porque tinha que beijar loucamente sua boca abafando um pouco seu escândalo, enquanto socava em sua boceta que ficava cada vez mais macia e suculenta dando medo quando gozou mais ao sentir minha porra inundando sua boceta, por sorte minha mãe nos socorrei, mesmo com ela muito envergonhada com grande quantidade de sangue que sai de sua boceta com minha mãe me dando tremendo esporro me mandando ser mais gentil e cauteloso na próxima vez. Por sorte era a menstruação da menina que virou mulher em minha pica naquela tarde, o que nos deixou mais apaixonados.

Dias depois num almoço em família minha mãe quis saber de minha decisão, quando disse que não queria mais ninguém porque encontrei minha metade, minha irmã me deixou envergonhado, a princípio me expondo na frente de nossos pais ao me chamar de tremendo vadia denunciando meu caso com seu ex afirmando que só largou ele, porque depois que traiu ela comigo só queria saber de comer seu cu.

Depois de mamãe, não aliviar meu lado, porém acalmou minha irmã afirmando que foi melhor assim porque se ele fosse homem sério e gostasse dela, não teria ido atrás de mim, como com certeza foi atrás de outras, o que minha irmã confirmou.

Naquela tarde rimos muito em família, dese então não estou sabendo lidar com o assédio de meu pai em mim, pior que minha mãe sabe porque vez ou outra ele chama meu nome enquanto mete em mamãe, além de dar assistência para minha irmã tendo que ficar com ela por horas, isso porque combinamos que comeria ela até arrumar outro namorado porque me culpou pelo fim de seu namoro, porém já de casamento marcado, vez ou outra vem para meu quarto para namoramos, em algumas vezes até o dia amanhecer, sem saber que ainda tenho caso com seu ex, além de minha namorada que me faz ser sua mulherzinha me presenteando com lindas roupas femininas além de lingerie e jóias, me apresentando para seus pais, que me adoram, por sua namorada.

Penso em parar de ser vadia, porém isso só acontecerá quando minha namorada me assumir de vez, coisa que só dá não consegue, mesmo me amando demais, enquanto isso vou sendo a vadia servindo os amores de minha vida.

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