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tal pai e tal filha parte1

Publicado em 27/01/2022 por herege

Quando Mércia, descobriu a bissexualidade do marido, ficou muito revoltada, resolveu dar um tempo na relação, pois queria preservar Marli, única filha do casal que ainda era muito jovem,

houve então uma separação consensual, se tornaram bons amigos, pelo bem estar da filha que crescia para a felicidade de ambos.

Então ele foi morar numa chácara, a cerca de cento cinquenta quilômetros de distância  da  sua a casa.

mantinham contato sempre que possível ,  Marli era muito apegada a ele, suas visitas eram constantes, nunca deixou de demonstrar todo o afeto e carinho que sentia por ela .

Dez anos depois, após Marli ter se casado, é que foi revelado este lado obscuro pervertido do seu pai, mas adulta e consciente, mulher cheia de convicções, totalmente  esclarecida,  não dava  mínima importância para tais fatos,  o idolatrava ainda muito mais, ignorando qualquer tipo de falatório .

Marli sempre que podia ia visita-lo,  nunca tocara neste assunto com ele, e mil vezes se perguntava, como seu pai com aquele jeito másculo, peludo viril um autêntico macho , poderia ter relacionamentos homossexuais, isto a intrigava, sentia um misto de curiosidade, todas as vezes que o via,   algo estranho a deixava muitas vezes encabulada, sem que ela conseguisse entender.

No ano seguinte ela engravidou e após ter o bebê suas visitas ficaram cada vez mais raras , tornando-se difíceis  pois agora casada e mãe seu tempo era muito escasso.

Aos vinte e três anos ela se tornara uma encantadora mulher com um corpo que parecia ter sido moldado e seus cabelos cor de mel aqueles olhos azuis cheios de mistérios suas pernas compridas torneadas a bunda apetitosa os quadris largos, seus seios exuberantes, com certeza ela deixou  de ser menina para ser uma mulher linda, a gestação parecia ter feito muito bem para seu corpo.

Ao aproximar o final de ano, bateu uma saudade imensa nela, pois não o via a tempos , então ela resolveu, fazer uma surpresa para seu velho, já que seu esposo, ficaria fora por mais de dez dias, então ela deixou seu bebê, que já estava caminhando, aos cuidados da avó, e foi passar o final de semana com seu pai como a muito ela não o fazia.

Logo ao chegar, percebeu que seu pai, tinha visitas, pois três carros estavam no caminho, que levava a casa na chácara , caminhou por cem metros meio que se ocultando pois queria surpreende-lo.

O som estridente de um rock roll metálico, que seu pai tanto curtia soava dentro da casa em alto e bom som , ao chegar na porta ela parou e ficou estática com a cena que deparou.

Era algo espantoso, mas nenhum detalhe escapou do seu olhar, e suas retinas gravaram aquelas cenas , aquilo era como se fosse um filme.

Um cara deitado de barriga pra cima, tinha a bunda sobre o braço do sofá, suas pernas estavam levantadas, seu pai estava dentro dele, atrás de seu pai que quase estava de quatro um negro enorme com jeito de boxeador peso pesado enrabava ele que erguia o corpo e punhetava o cara que estava debaixo dele, esfregando o pau em sua barriga, enquanto revezava, as chupadas nos dois paus que estava a sua frente que tinhas seus sacos mamados pelo cara que estava em baixo dele, do lado, um outro negro sentado em uma poltrona bebericava num copo se masturbando admirando a cena, com o pau em riste, os gemidos eram intensos , naquela desenfreada orgia um autentico bacanal.

Foi seu próprio pai que percebeu sua presença,  tentou se desvencilhar daquela posição mas o negro o subjugou, castigou ainda mais seu rabo impedindo dele se mexer ele gemeu choroso sentindo as estocadas profundas dentro dele, envolvido pelo prazer ele rebolava, apesar das lagrimas caírem dos seus olhos numa muda suplica os fechou tentando afastar sua visão do rosto de sua filha que muda não conseguia nem mesmo se mexer.

.

Foram poucos segundos, que pareceram eternos para Marli que criando forças, se afastou e saiu dali como se estivesse embriagada, caminhou tropeça ao seu carro, deu partida e saiu levantando poeira.

Mas alguns metros logo a frente, parou pois sentiu que estava desfalecendo seu corpo estava suando frio e tremulo, sentiu as batidas do seu coração que estava acelerado .

Encostou na estradinha soltou o cinto, parecendo estar envergonhada, soluçava chorosa, mas sem nem mesmo perceber, introduziu sua mão entre as pernas, tocou seu grelo e se masturbou frenética colocando dois dedos dentro da buceta, sentiu um gozo profundo, tomar conta do seu ser, todos seus pelos estavam arrepiados balbuciava palavras desconexas, sorrindo e chorando ao mesmo tempo enquanto orgasmos seguidos percorriam seu corpo.

Sentiu-se encabulada, quando percebeu seus mamilos entumecidos, ásperos pontudos, se esfregando involuntários, no tecido da sua blusa, deixando ela toda arrepiada, sentiu um calor abrasador por todo o corpo,  chorou compulsivamente num misto de êxtase e desejos imaginando coisas jamais imaginadas.

Nem nunca mesmo pensadas por ela que de súbito.

Como uma autômata , instintivamente lambeu seus dedos encharcados com sua seiva, sentiu o gosto adocicado do mel que escorria da sua buceta perfumada, deu um uivo animalesco gritou alguns impropérios em alto e bom som , manobrou seu veículo, puramente por instinto, dirigindo as cegas, e retornou possessa, adentrou novamente para o lar do seu pai sentindo sua vulva em brasa, o desejo se aflorava por todo seu corpo.

Alucinada tomada por uma onda de luxuria, queria somente fazer parte daquela orgia, seu corpo clamava por prazeres insanos, foi   sobre o olhar de seis homens estáticos calados, ela se despiu, disposta, a participar daquele festim romano, pronta para dar e receber os prazeres carnais, que seu corpo implorava, abraçada ao seu pai, languidamente ela acariciava o pau dele em quando uma roda se formava ao redor deles.

Marli gemeu dengosa sentindo alguém introduzindo dois dedos no seu rabo, abriu as pernas facilitando a penetração.

Urrou igual uma cadela no cio, vociferando .

QUERO ROLA, QUERO PICA.

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