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Quinze anos sodomizando a mãezinha I

Publicado em 19/05/2022 por Helga Shagger

Helga está no seu esplendor de mulher madura. Parece que seu visual de uma curvilínea mulher entrada nos quarenta, aparente não mais de vinte e cinco anos.
Por instantes, ela se admira no espelho enquanto passa creme pelas grossas coxas, pelas nádegas e pelo rego entre as nádegas.
Veste a calcinha e por cima um vestido de tecido leve e nada mais.

Ela chega a clinica de estética e pede pra ser anunciada ao dr. Daniel. Ele próprio vem recebê-la na recepção.
– Sra. Helga! Que adorável surpresa! Vamos para o consultório.

Assim que a porta é fechada eles se abraçam e se beijam como dois apaixonados. Helga acaricia os cabelos da nuca dele enquanto suas nádegas são apertadas vigorosamente pelas mãos dele.
Num ato cúmplice entre os dois, Daniel põe cada mão por baixo de cada nádega e a levanta do chão.

Helga por sua vez, aproveita o impulso e cruza as belas pernas em volta da cintura dele.
Sem interromperem o beijo, Helga e posicionada na cadeira ginecológica. Suas coxas ficam escancaradas com as panturrilhas apoiadas nos encostos.
– Espera, querido! Não arranca minha calcinha! Jarvis vem me apanhar aqui para irmos ao aeroporto apanhar o Leo!
– Vo…voce acha que dá tempo!? E se teu marido já estiver chegando?
– Não vai ser a primeira vez que ele teve que esperar até voce me deixar completamente saciada, não é!? Mas dessa vez é diferente!
– Poxa! Mas, eu tava louco de saudades de voce! E por que trouxe o Jarvis?
– Porque seremos os responsáveis pelo Leo enquanto tua irmã estiver viajando! Ela e o Celso vão ficar um mês viajando pela Europa!
– Quer dizer então que meu sobrinho veio atrapalhar minha “lua de mel”!?
– Deixa de drama, Daniel! Me dá a piroquinha pra eu mamar antes que o Jarvis chegue! Dessa vez ele não vai ter que esperar!!

Quando o marido de Helga foi anunciado, ela já tinha engolido toda a ejaculação de Daniel que agora se recuperava sugando a xana e o cuzinho dela.
– Pára… pára meu amor! Não podemos nos atrasar! Assim que pegarmos teu sobrinho, peço ao Jarvis que me deixe aqui…aí, vou te dar minha bundinha!

Jarvis e Helga trocam olhares. Mas, enquanto Helga volta a olhar em frente, Jarvis a fica encarando. Em seguida diz;
– Por que está rosada em volta da tua boca?
– Hã…O quê? Ah, sim… Daniel me fez um teste com um novo tipo de enchimento labial… ele aplicou bem pouquinho, vai ficar assim avermelhado por uns minutos. Depois desaparece…
– Voces dois, hein!? Testar um produto na própria mãe!

Leo pega sua mala na esteira e se dirige à saída. No saguão estão seus avós, Helga e Jarvis. Ele não deixa de notar que a avó tem toda a aparência de ser a filha de Jarvis. Na verdade, tanto Cecília, sua mãe, quanto suas avós Helga podem passar como irmãs.
“- o que diabos elas fazem para permanecerem tão jovens!? E a vovó é tão bonita! Oh, não! Meu deus, tire esse pensamento da minha cabeça!!”

Há uma timidez em Léo que seus pais não entendem porque ele é assim. É lógico que Cecília e Célio culpam as longas horas que ele passa na frente do computador e não se esforçam em interagir com o filho.
Ainda mais que Leo está naquela idade de rebeldia sem causa.
– Ah, meu amorzinho! Venha aqui dar um beijo na sua vózinha!

Jarvis abre o porta-mala e Léo deposita a mala lá. Ao entrar no carro, ele nota que os seios de Helga se avolumam mais devido ela se torcer pra pegar o cinto de segurança. E também seu vestido subia uma pouco mais além da metade das coxas.
– Jarvis, querido! Me deixa na clinica que o Daniel deve finalizar esse teste que te falei antes. Quando for por volta de uma hora, voce e o Leozinho vão me apanhar lá pra irmos almoçar.
– Mas por que isso agora, Helga? Pensei que voce queria ficar o tempo todo com Léo!
– E quero! Mas eu não posso deixar meu filho na mão já que fui eu quem pediu pra que ele fizesse esse teste em mim! Quando Daniel terminar eu ligo pra voce! Agpra vamos! Quanto mais cedo melhor!

Jarvis fecha a cara e Helga nem se importa. Virando a cabeça, ela percebe a cara de desapontamento do neto.
– Amor, depois do almoço eu serei toda sua! Farei o que voce quiser, ok!?

Leo não deixa de engolir um seco e evita em pensar o que eu pediria para que ela lhe fizesse.

Daniel está deitado de costas na maca e Helga montada nele lhe beija a boca com todo ardor que uma fêmea tem por seu amante. As duas mãos dele lhe massageiam vigorosamente as nádegas; Helga pára de se mexer e lhe diz;
– Massageia o cuzinho da mamãe,..

A ponta do dedo médio faz leve pressão em volta do anus de Helga. Depois outro dedo se junta fazendo a mesma caricia giratória. Helga dá um longo suspiro e sussurra bem perto do ouvido do filho.
– Enfia!

Helga retesa o corpo quando a primeira falange de ambos os dedos lhe invadem o cusinho.
Daniel, num segundo de puro sadismo, enterra o máximo que pode até a terceira falange de uma só vez. Helga solta um grito rouco e trinca os dentes.

Daniel, como possuído pela tara de ter os dedos enfiados no anus da mãe, passa a quase tirar os dedos pra logo em seguida enfiá-los de novo.
Helga agora tem um sorriso nos lábios, murmurando qualquer coisa.

Numa das vezes que o filho lhe enfiou os dedos até o talo, ela arregalou os olhos como se estivesse surpresa com aquela invasão, mantendo o sorriso nos lábios.
Daniel vendo os belos olhos azuis arregalados e sua mãe lhe sorrindo, ergue a cabeça e a beija com toda tesão que um macho sente pela sua fêmea.

Sem desfazer o beijo, Helga leva uma mão por entre os corpos dele até conseguir segurar a grossura da rola do filho que lhe penetra a xaninha.
Um fio de saliva liga as duas bocas quando Helga interrompe o beijo.
– Tira… tira os dedos que…que quero fazer o que… te… te prometi mais cedo!

Destramente, Helga pincela a boquinha do anus com a glande melada do filho. Em seguida, segurando pela base, ela vai descendo as esplendidas nádegas, forçando a bolotuda glande a ser engolida pela boquinha do próprio anus.
– Aaaaah, guri safado! Nã…não mexe! Não mexe! De… de…deixa que eu… fa…faço o re….re…rebolado! Aaaaassiiimm…. Aaah, que saudade de…de ser enrabada….enrabada por…por voceeee! Aaaaiaimmm!
As mãos de Helga estão apoiadas no tórax do filho, enquanto ela rebola freneticamente com a rola dele atolada em seu cusinho. Ela rebola de um jeito que seus glúteos se batem e soam como estivessem batendo palmas.
Daniel lhe suga os mamilos sabendo que isso aumenta ainda mais o excitamento dela.
– Helga…mãe! Naõ agüenta mais! Qu…quero… quero gozar!!
– Es…es….espera só…só mais um… um pó…pou…poquinho! Um pouquinho só!

Foi o grito de orgasmo da mãe, o sinal para que Daniel jorrasse com toda força um rio de esperma dentro do cusinho dela.
Alguns minutos depois ambos estão vestidos. Helga pega o telefone pra ligar pro marido, mas o filho a interrompe.
– Deixa, mãe! Eu te levo! Depois disso tudo vou pra casa pra descansar!
– Obrigada, benzinho! Voce é um anjo! Nos hóspeda em seu apartamento e ainda me come maravilhosamente bem! O que eu poderia desejar mais!?

O apartamento tem duas suítes e um quarto de empregada. Nele, é onde Léo está hospedado que olha para o sutiã e a calcinha que estão em cima da cama.
De repente a porta se abre e Helga vê todo o cenário. Ela arregala os olhos e leva a mão à boca aberta. Sem dizer nada, se vira e fecha a porta atrás de si.

Convido meus leitores a visitar meu blog https://eternahelgashagger.blogspot.com.br/ou http://eternahelga.blogs.sapo.pt/ onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada

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