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Contos surubas

O Verão de Lidi

Meu nome é Lidi. Aos cinquenta e cinco anos, eu era uma mulher de sucesso. Loira, de cabelos longos e ondulados, pele bronzeada, olhos azuis expressivos, seios fartos e um corpo que ainda chamava atenção. Construí um império de casas pré-fabricadas e painéis solares. Dava conforto à família inteira, mas continuava sozinha. Desde a morte do meu marido, muitos anos atrás, o trabalho engoliu meu tempo e minha vida pessoal.
Cansada de correr, decidi tirar férias de verdade na minha casa de praia no litoral sul da Paraíba. Como sempre fui medrosa, convidei minha melhor amiga Lara e a família dela para me fazer companhia. Ela aceitou, mas perguntou se poderia levar o afilhado, que estava passando as férias com eles. A casa era grande; não haveria problema. Mandei a localização da Praia de Coqueirinho e disse que os esperava em dois dias.
Cheguei antes, contratei gente para limpar e preparar tudo. No dia combinado, Lara chegou com o marido, Paulo, e o afilhado: Franco. Vinte e quatro anos recém-completados, quase um metro e noventa, corpo definido de quem malhava sério — ombros largos, abdômen marcado, braços e pernas fortes. Pele bronzeada, cabelo comprido ligeiramente ruivo e um sorriso fácil. Desde o primeiro dia ele me conquistou: educado, inteligente, respeitoso.
No dia seguinte, enquanto nos preparávamos para a piscina, pedi que me ajudasse com as bebidas e os petiscos. Ele já estava de sunga e se ofereceu na hora. Eu usava um biquíni verde-claro de amarrar do lado, top de cortininha e uma saída de crochê. Notei que ele não tirava os olhos do meu corpo. Um calor subiu por mim; senti a calcinha úmida.
Levamos tudo para a área da piscina e ficamos na beira da água esperando Lara e Paulo. Franco reclamou do calor e pulou. Fiquei bebendo e admirando-o nadar. Num impulso, pedi que me ensinasse a nadar. Ele riu e me chamou para a água. Fiquei de frente para ele. Disse que primeiro me ensinaria a boiar. Meu corpo flutuou parcialmente, sustentado por suas mãos grandes e firmes na cintura, nas coxas, nas costas. Finji afundar e fiquei de pé de costas para ele. Franco me abraçou por trás. Senti o volume duro roçar entre as nádegas.
Lara e Paulo chegaram. Expliquei que ele estava me ensinando e que eu tinha “afundado”. Todos riram. Saí da água e fiquei conversando com a amiga enquanto Paulo bebia com Franco. Sempre que podia, Franco me encarava e, discretamente, passava a mão no próprio corpo.
Ficamos na piscina até o fim da tarde. Já bêbados, decidimos dormir cedo para aproveitar o dia seguinte. Paulo mal conseguia subir as escadas; Franco o ajudou até o quarto. Lara ficou conversando comigo sobre besteiras e assuntos picantes. Quando Franco voltou, disse que o padrinho já estava apagado.
— Esse seu padrinho não sabe beber mesmo — comentou Lara.
— Pode ir dormir, amiga. Não precisa me fazer companhia.
— Franco, me ajuda com ele. Preciso ajeitá-lo direito na cama.
Eles subiram. Fiquei na cozinha arrumando as coisas. Pouco depois ouvi barulhos estranhos vindos do quarto de Franco. Aproximei-me em silêncio. Pela porta entreaberta vi Lara de quatro sendo penetrada com força. Cada estocada arrancava gemidos dela. Minha buceta ficou encharcada. Eles transaram por quase vinte e cinco minutos; ela gozou várias vezes. No final, Franco deu um tapa na bunda dela, enterrou-se até o fundo e gozou. Quando ele se retirou, vi o motivo dos gemidos: um pau grosso, longo, de uns vinte e cinco centímetros.
Fechei a porta e voltei para a cozinha, bebendo e revivendo a cena. Logo desceu Franco, só de toalha. Assustou-se ao me ver.
— Desculpa estar assim.
— Sem problemas. Vai voltar para a piscina?
— Estava tomando banho e fiquei com sede.
— Conseguiu ajeitar o padrinho e ajudar a Lara?
— Sempre que posso ajudo a madrinha.
— Quer fazer alguma coisa diferente? Estou sem sono.
— Claro.
Peguei um copo para ele e o levei para a área externa, atrás da churrasqueira. Mostrei a quadra de vôlei e a sauna seca.
— Você gosta de sauna?
— Nunca fiz, mas adoraria experimentar.
Liguei o aquecimento. Enquanto a temperatura subia, conversamos e suamos. Comentei que beber na sauna potencializava o álcool. Ele riu. Disse que estava com muito calor e perguntei se ele se importava que eu tirasse a saída de praia. Ele assentiu. Ao tirar a peça, deixei o top do biquíni cair “sem querer”. Franco não hesitou: agarrou meus seios com desejo. Arranquei a toalha dele. Estava nu; o pau já crescia. Fiquei de quatro e mandei que fizesse o que quisesse. Ele entrou devagar. Senti cada centímetro daquele volume grosso e quente. Gemí alto enquanto ele me fodia com vontade. Ficamos quase vinte minutos; fazia anos que eu não transava.
Nos arrumamos e voltamos para dentro. Na manhã seguinte Paulo acordou cedo e preparou o café. Franco e eu trocamos olhares e sorrisos cúmplices. Lara desceu por último, dizendo que tinha tomado um remédio porque Paulo roncou a noite inteira. Todos riram. Saímos para passear.
Durante o passeio encontramos outro casal de amigos, Esther e Juan, hospedados por perto. Convidei-os para ficarem em casa; havia quartos sobrando. Eles aceitaram. Esther, oriental de uns quarenta e cinco anos, bonita e atlética. Juan, negro alto, cerca de cinquenta, corpo forte. Acomodei-os no quarto ao lado do de Lara e Paulo.
Nos dois dias seguintes aproveitamos praia, piscina e barzinhos. Franco aproveitava qualquer oportunidade para tocar minha bunda ou cintura, mas não avançamos além das brincadeiras.
Uma noite Juan anunciou um jantar especial de agradecimento: fricassê de cogumelos selvagens com ervas e vinho. Fui ao mercado comprar bebidas e petiscos. Quando voltei, Esther e Franco riam baixinho; senti um fio de ciúme, e Lara também não pareceu gostar. Ela pediu ajuda a Franco para arrumar a mesa; eu chamei Esther para as bebidas. Juan conversava e bebia com Paulo enquanto cozinhava. A comida ficou excelente. Depois, propôs filme ou baralho. Optamos pelo truco. Formamos três duplas e ficamos quase três horas jogando e bebendo.
Por volta das duas da manhã Paulo já estava muito bêbado. Lara pediu que Franco a ajudasse a levá-lo para o quarto. Eu já imaginava o que ia acontecer. Os três subiram. Fiquei com Esther e Juan. Bebidos, falávamos besteiras e coisas picantes. Esther se levantou, cambaleante:
— Se comportem, nada de safadezas — brincou, subindo as escadas.
Juan comentou que, em geral, quando ela dizia que ia ao banheiro, acabava dormindo. Aproveitei o momento, peguei sua mão e o puxei para a sala de televisão.
— Nunca fui comida por um negro — confessei.
Ele tirou da calça um pau preto, grosso e ainda maior que o de Franco. Caí de boca nele, chupando com vontade enquanto ele empurrava levemente. Depois tirou o pau da minha boca, esfregou no meu rosto, tirou minha blusa e o sutiã e mamou meus seios. Tirei a bermuda e a calcinha preta, deitei e abri as pernas.
— Atola esse pauzão na minha buceta e me enche de porra.
Ele entrou entre minhas coxas. Senti o volume penetrar até o fundo. Rebolei, gemendo sem parar. Transamos cerca de quinze minutos; gozei com intensidade. Quando ele gozou, senti o jato quente dentro de mim. Depois ele tirou o pau coberto de porra.
— Lidi, estou louco para meter no seu cuzinho.
Um frio me percorreu. Disse que não aguentaria, que nunca tinha dado. Ele me puxou de volta, me colocou de quatro e começou a forçar a entrada. Doeu. Tentei me soltar, mas ele era forte. Foi entrando aos poucos; eu gemia e chorava, misturando dor e prazer. Quando me acostumei, ele passou a socar mais forte. Em pouco tempo eu já estava gozando com a penetração. Depois de uns dez minutos ele gozou fundo no meu cu, enchendo-me de porra quente.
— Seu cuzinho é delicioso — disse ele, ajudando-me a levantar.
Me arrumei, beijei-o e fui tomar banho. Ouvi barulhos vindos do quarto de Franco; imaginava que ele estivesse com a madrinha. Na manhã seguinte, ao passar pelo corredor, ouvi gemidos no quarto de Esther e Juan. Franco saiu do próprio quarto e riu:
— Acho que o casal está bem animado ali.
— Eles que estão certos — respondi.
Descemos. Logo Esther e Juan apareceram, famintos. Preparei o café e esperamos Paulo e Lara. Depois fomos para a piscina. Todos elogiavam a casa e a mim.
À tarde, enquanto os outros estavam na praia, fui para a sauna descansar. Deitei de bruços, suada, e acabei dormindo. O barulho da porta me acordou: Franco e Juan. Levantei-me depressa, mas Franco me agarrou. O pau dele já estava duro. Virou-me de costas, tirou meu biquíni e forçou a entrada no cu ainda sensível. Juan falou:
— Relaxa, Lidi. Deixa o Franco comer seu rabinho. Contei para ele que você é deliciosa.
Franco me colocou de quatro e penetrou com firmeza, puxando os bicos dos meus seios. Comecei a gemer. Juan massageava meu clitóris. Dei um berro quando Franco deu uma estocada mais fundo; ele me segurou e passou a socar com violência. Juan enfiou o pau na minha boca, sufocando meus gemidos. Lágrimas escorriam. Franco cadenciou o ritmo até conseguir entrar inteiro com facilidade. Logo depois gozou. Ainda duro, tirou do cu e meteu na buceta. Juan me segurou e voltou a foder meu cu. Fiquei prensada entre os dois. Quase vinte minutos depois, os dois estavam exaustos.
Juan me beijou, fazendo carinho no rosto enquanto o pau de Franco ainda estava dentro de mim. Levantei trêmula. Fomos os três para a piscina. Senti o estrago nas duas aberturas. Eles saíram e entraram na casa; ninguém desconfiou.
Quando voltei, mancando, Lara e Esther perguntaram o que tinha acontecido. Disse que tinha escorregado na sauna. Todos riram. Saímos para jantar.
No dia seguinte voltamos para a cidade. Nunca mais tive a oportunidade de ser comida daquele jeito por Franco e Juan.

Ficha do Conto

CategoriaContos surubas
Autormarinho
Publicado21/08/2026
TipoConto

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